Acervo 2 – As Profecias https://asprofecias.com.br Sat, 29 Nov 2025 18:26:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://asprofecias.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cropped-icone-512pi-1-32x32.jpg Acervo 2 – As Profecias https://asprofecias.com.br 32 32 Mudar o estilo de vida é um processo contínuo https://asprofecias.com.br/mudar-o-estilo-de-vida-e-um-processo-continuo/ Sun, 09 Nov 2025 13:02:50 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=4262 Olá! Mudar o estilo de vida é um processo contínuo e existem diversas ferramentas e estratégias que podem ajudar você nessa jornada, dependendo do que você deseja transformar.

Aqui estão alguns tipos de ferramentas e conceitos práticos:

💡 Ferramentas para Autoconhecimento e Planejamento

  • Balanço Decisório: Ajuda a analisar os prós e contras de manter um hábito atual e os prós e contras de mudá-lo. O objetivo é gerar a percepção de que as vantagens da mudança superam as desvantagens, fortalecendo a motivação.
  • Roda da Vida: Uma ferramenta de autoavaliação onde você pontua seu nível de satisfação em diversas áreas (saúde, carreira, família, lazer, etc.). Ajuda a visualizar quais pilares da sua vida merecem mais atenção e prioridade.
  • Diário Alimentar/De Hábitos: Consiste em registrar o que você comeu, a atividade física que fez ou o hábito que está monitorando. Ajuda a identificar padrões, gatilhos emocionais (como o comer emocional) e a ter uma visão clara do seu comportamento.
  • Modelos de Mudança de Comportamento: Frameworks teóricos, como o Modelo Transteórico (Prochaska e DiClemente) ou o Prosci ADKAR, que ajudam a entender em qual estágio de mudança você ou a pessoa que você está ajudando se encontra (Pré-contemplação, Contemplação, Preparação, Ação, Manutenção).

📱 Aplicativos e Tecnologia (Apps de Estilo de Vida)

Muitos aplicativos funcionam como “coaches virtuais” ou monitores:

  • Para Construção de Hábitos:
    • Fabulous: Ajuda a estabelecer rotinas e a construir novos hábitos de forma motivacional (geralmente exige bom domínio de inglês).
    • Apps de Rastreamento de Hábitos: Permitem criar listas de hábitos diários e marcar o progresso (ex: Habit Tracker, Loop Habit Tracker).
  • Para Exercícios e Nutrição:
    • Apps de Contagem de Calorias e Registro Alimentar (ex: MyFitnessPal): Úteis para monitorar o consumo de calorias e nutrientes.
    • Apps de Treino/Monitoramento de Atividade Física (ex: Strava, Google Fit): Rastreiam exercícios, corridas, pedaladas, etc.
  • Para Saúde Mental e Sono:
    • Apps de Meditação e Mindfulness: Auxiliam na redução do estresse e melhoria da saúde mental.
    • Apps de Monitoramento de Sono: Analisam padrões de sono para ajudar a melhorar a qualidade do descanso.

🧠 Estratégias de Abordagem

  • Escuta Ativa e Empoderamento: No caso de um profissional (como um médico ou nutricionista) ajudando alguém, a estratégia de escutar ativamente o paciente, entender seu contexto e empoderá-lo (fazendo-o participar das decisões e celebrando pequenas vitórias) é fundamental para que as mudanças sejam efetivas e duradouras.
  • Foco nos Pilares: A medicina de estilo de vida foca em pilares chave, como alimentação, atividade física, sono, gestão do estresse, conexões sociais e evitar substâncias nocivas. Abordar esses pilares de forma integrada é uma “ferramenta” conceitual.

Para que eu possa te ajudar a encontrar a melhor ferramenta para você, qual área da sua vida você está mais focado(a) em mudar (ex: alimentação, exercício, sono, stress)?

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As probabilidades matemáticas das profecias sobre Cristo! https://asprofecias.com.br/matematica-de-cristo/ Sat, 18 Apr 2020 19:26:17 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=1668 O ataque dos críticos da Bíblia muitas vezes vem em nome da ciência. A fé foi ameaçada porque se pensava que a Bíblia estava em grave erro. Hoje, através dos esforços de cientistas cristãos, itens de conflito entre a ciência e as escrituras estão sendo harmonizados. A evidência continua a acumular-se a favor da Bíblia como o produto da inteligência divina.  A publicação do Dr Stoner no periódico Science Speaks é uma comparação esclarecedora da verdade bíblica e dos dados científicos estabelecidos.

PETER W. STONER, MS
Presidente dos Departamentos de Matemática e Astronomia do Pasadena City College até 1953; Presidente da divisão de ciências, Westmont College, 1953-57; Professor Emérito de Ciências, Westmont College; Professor Emérito de Matemática e Astronomia, Pasadena City College.

Nesta edição revisada da Science Speaks, o professor Stoner examina as descobertas da ciência e o relato da criação em Gênesis. Ele considera a ordem do dia a dia da criação e mostra a precisão do registro de Moisés. O bem aceito princípio de probabilidade é aplicado à profecia bíblica. Uma discussão fascinante gira em torno da profecia de Ezequiel sobre Tiro, as previsões de Miquéias sobre Samaria e as declarações de Jeremias que tratam de Moabe, Amom e Babilônia. É dada atenção à profecia do Antigo Testamento, que encontra cumprimento na vida e no ministério de Jesus Cristo.

Faço a sugestão de uma leitura no livro de Stone, você vai encontrar alguns numeros impressionantes sobre as probabilidades de cumprimentos das profecias na vida de Cristo, só para se ter uma ideia, os números são da ordem de quaquilhoes para um e o que quer dizer isto você poderá conferir na leitura sugerida.

Abaixo relaciono apenas 8 profecias que se cumpriram na vida de Jesus, parte do capitulo 3 do artigo de Stoner

CAPÍTULO 3

O CRISTO DA PROFECIA

Pesquise as escrituras; pois neles pensais que tendes a vida eterna; e são eles que testificam de mim – João 5:39.

A PALAVRA “Escrituras” nesta passagem se refere ao Antigo Testamento. Cristo está dizendo que no Antigo Testamento, encontraremos as profecias referentes a Si mesmo. É, portanto, nessas profecias e em seu cumprimento, que podemos procurar, se desejarmos encontrar evidências de que Cristo é o Messias, o Filho de Deus, o salvador da humanidade, e tudo mais que foi profetizado por Ele e que Ele reivindicou. ser estar.

Se acharmos que essas profecias se cumprem em Cristo, estabeleceremos não apenas que Cristo é o Messias previsto no Antigo Testamento, mas que essas profecias foram dadas pelo próprio Deus. Pois se eles não fossem dados por Deus, nenhum homem teria cumprido nenhum número deles, como será evidente mais adiante neste capítulo.

Para avaliar nossas evidências, usaremos o mesmo princípio de probabilidade que foi declarado e usado no capítulo anterior.

Ao avaliar essas profecias, teremos que responder a essa pergunta a respeito de cada profecia: Um homem em quantos homens cumpriu essa profecia? Percebo que alguns se oporão a essa pergunta, dizendo que essas profecias foram feitas com relação a Cristo, e nenhum outro homem as cumpriu. Isso, é claro, é verdade quando você considera a massa de profecias sobre Cristo, mas não é verdade para todas as profecias individuais. Foi profetizado, por exemplo, que Cristo nasceria em Belém; certamente outras pessoas nasceram em Belém. Foi profetizado que Cristo seria crucificado; outros homens foram crucificados. Certamente não estou tentando ser sacrilégio ao fazer essas perguntas; mas estou tentando olhar para a evidência totalmente imparcial, para que possa melhor apresentar um argumento claro.

A Irmandade Cristã Inter-Varsity no Pasadena City College patrocinou uma aula de evidências cristãs. Uma seção do trabalho desta classe era considerar as evidências produzidas pelas profecias cumpridas referentes ao primeiro advento de Cristo. Os alunos foram solicitados a serem muito conservadores em suas estimativas de probabilidade. Eles discutiram cada profecia detalhadamente, trazendo várias condições que poderiam afetar a probabilidade de qualquer homem cumpri-la. Após a discussão, os estudantes concordaram por unanimidade em uma estimativa definida como razoável e conservadora. No final das avaliações, os alunos expressaram seus sentimentos da seguinte maneira: Se alguém fosse capaz de entrar nas discussões e ajudar na colocação das estimativas, como havia feito, essa pessoa certamente concordaria que as estimativas eram conservadoras. As estimativas usadas neste capítulo são uma combinação das estimativas dadas por esta classe às evidências cristãs, combinadas com as estimativas que mais tarde me foram dadas por cerca de doze classes diferentes de estudantes universitários, representando mais de 600 estudantes. Pesei cuidadosamente as estimativas e mudei algumas para torná-las mais conservadoras. Se o leitor não concordar com as estimativas apresentadas, ele pode fazer suas próprias estimativas e depois levá-las às conclusões lógicas.

Consideramos as oito profecias a seguir:

1. “Mas tu, Belém Efrata, embora seja pequeno entre os milhares de Judá, ainda de ti ele virá a mim que deve ser governante em Israel; cujas saídas foram desde a antiguidade, desde a eternidade” ( Miquéias 5: 2).

Essa profecia prediz que o Cristo deve nascer em Belém. Como esta é a primeira profecia a ser considerada, não há restrições previamente estabelecidas, então nossa pergunta é: Um homem em quantos, em todo o mundo, nasceu em Belém?

A melhor estimativa que podemos fazer disso vem da tentativa de descobrir a população média de Belém, de Miquéias até os dias atuais, e dividi-la pela população média da Terra durante o mesmo período. Um membro da classe era um assistente na biblioteca, então ele foi designado para obter essas informações. Ele relatou na reunião seguinte que a melhor determinação da proporção que ele poderia determinar era de um para 280.000. Como a população provável da Terra tem em média menos de dois bilhões, a população de Belém tem em média menos de 7.150. Nossa resposta pode ser expressa na forma que um homem em 7.150 / 2.000.000.000 ou um homem em 2,8 x 10 5 nasceu em Belém.

2. “Eis que enviarei o meu mensageiro, e ele preparará o caminho diante de mim” (Mal. 3: 1).

Nossa pergunta aqui é: Dos homens que nasceram em Belém, um homem em quantos teve um precursor para se preparar? João Batista, é claro, foi o precursor de Cristo. Mas, como parece não haver diferença material entre as pessoas nascidas em Belém e as nascidas em qualquer outro lugar do mundo, a questão pode ser geral: um homem em quantos, no mundo inteiro, teve um precursor para se preparar o jeito dele?

Os estudantes disseram que a profecia aparentemente se referia a um mensageiro especial de Deus, cujo único dever era preparar o caminho para a obra de Cristo, para que haja uma restrição adicional. Os estudantes finalmente concordaram em um em cada mil como sendo extremamente conservador. A maioria dos membros achou que a estimativa deveria ser muito maior. Usaremos a estimativa como 1 em 10 3 .

3. “Alegra-te grandemente, ó filha de Sião; grita, ó filha de Jerusalém; eis que teu Rei vem a ti; ele é justo, e tem salvação; humilde, e cavalga sobre … um potro de um jumento” (Zc 9: 9).

Nossa pergunta então é: Um homem em quantos, que nasceu em Belém e tinha um precursor, entrou em Jerusalém como rei, montado num potro, como o potro de um jumento? Isso se torna tão restritivo que devemos considerar uma pergunta equivalente: um homem em quantos, que entrou em Jerusalém como governante,

entrou montando em um potro o potro de um jumento?

Os alunos disseram que isso era algo muito difícil de fazer uma estimativa. Eles não conheciam ninguém além de Cristo que havia entrado. Os estudantes pensaram que, pelo menos nos tempos mais modernos, qualquer pessoa que entrasse em Jerusalém como rei usaria um meio de transporte mais digno. Eles concordaram em colocar uma estimativa de 1 em 10 4 . Usaremos 1 em 10 2 .

4. “E alguém lhe dirá: Quais são essas feridas nas tuas mãos? Então ele responderá: Aquelas com as quais fui ferido na casa dos meus amigos” (Zc 13: 6).

Cristo foi traído por Judas, um de seus discípulos, fazendo com que ele fosse morto, feridas sendo feitas em suas mãos.

Parece não haver relação entre o cumprimento desta profecia e aqueles que consideramos anteriormente. Podemos então fazer a pergunta: um homem em quantos, em todo o mundo, foi traído por um amigo, e essa traição resultou em seu ferimento nas mãos?

Os alunos disseram que era muito raro ser traído por um amigo, e ainda mais raro a traição envolver ferimentos nas mãos. Um em cada 1.000 foi finalmente acordado, embora a maioria dos estudantes tivesse preferido um número maior. Então, usaremos o 1 em 10 3 .

5. “E eu disse-lhes: Se bem pensais, dá-me o meu preço; e, se não, perdoa. Assim, pesaram pelo meu preço trinta moedas de prata” (Zc 11:12).

A pergunta aqui é muito simples: das pessoas que foram traídas, uma em quantas foi traída por exatamente trinta moedas de prata?

Os alunos pensaram que isso seria extremamente raro e definiram sua estimativa como uma em 10.000 ou 1 em 10 4 . Vamos nos 1 em cada 10 3 .

6. “E o Senhor disse-me: Lança-o ao oleiro; um preço alto que lhes foi estimado. E tomei as trinta moedas de prata e as lancei ao oleiro na casa do Senhor” ( Zc 11:13).

Isso é extremamente específico. Todas as trinta moedas de prata não devem ser devolvidas. Eles devem ser lançados na casa do Senhor, e devem ir ao oleiro. Você deve se lembrar que Judas, em remorso, tentou devolver as trinta moedas de prata, cortar o sumo sacerdote que não as aceitaria. Então Judas os jogou no chão do templo e foi se enforcar. O sumo sacerdote então pegou o dinheiro e comprou um campo do oleiro para enterrar estranhos. Nossa pergunta é: Um homem em quantos, depois de receber um suborno pela traição de um amigo, havia devolvido o dinheiro, se recusado, tinha jogou-o no chão na casa do Senhor e depois comprou um campo ao oleiro?

Os estudantes disseram que duvidavam que houvesse outro incidente envolvendo todos esses itens, mas concordaram com uma estimativa de um em 100.000. Eles tinham muita certeza de que isso era conservador. Portanto, usamos a estimativa como 1 em 10 5 .

7. “Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca; ele foi levado como um cordeiro para o matadouro, e como uma ovelha diante dos seus tosquiadores é muda, por isso ele não abre a boca” (Isa. 53 : 7)

Um homem em quantos, depois de cumprir as profecias acima, quando ele é oprimido e afligido e está sendo julgado por sua vida, apesar de inocente, não fará defesa para si mesmo?

Mais uma vez, meus alunos disseram que não sabiam que isso havia acontecido em nenhum outro caso que não o de Cristo. Pelo menos, é extremamente raro, então eles colocaram sua estimativa em uma em 10.000 ou 1 em 10 4 . Usaremos 1 em 10 3 .

8. “Pois os cães me cercaram; a assembléia dos ímpios me envolveu; trespassaram-me as mãos e os pés” (Sl 22:16).

Os judeus ainda estão procurando a vinda de Cristo; de fato, ele pode ter chegado a qualquer momento depois que essas profecias foram escritas até o presente, ou mesmo no futuro. Portanto, nossa pergunta é: um homem em quantos, desde a época de Davi, foi crucificado?

Depois de estudar os métodos de execução através dos tempos e sua frequência, os alunos concordaram em estimar essa probabilidade em uma em 10.000 ou 1 em 10 4 , que usaremos.

Se essas estimativas são consideradas justas, um homem em quantos homens, em todo o mundo, cumprirá todas as oito profecias? Esta pergunta pode ser respondida aplicando nossos princípios de probabilidade. Em outras palavras, multiplicando todas as nossas estimativas juntas, ou 1 em 2,8 x 10 5 x 10 3 x 10 2 x 10 3 x 10 5 x 10 3 x 10 4 . Isso dá 1 em 2,8 x 10 28 , onde 28 significa que temos 28 cifras após o 2,8. Vamos simplificar e reduzir o número chamando-o de 1 em 10 28 . Escrito para fora este número é 1 em 10.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.

Esta é a resposta para a pergunta: Um homem em quantos homens cumpriu essas oito profecias? Mas estamos realmente preocupados com a resposta à pergunta: Qual é a chance de alguém ter vivido desde o dia dessas profecias até o presente e ter cumprido todas as oito profecias? Podemos responder a essa pergunta dividindo nossos 10 28 pelo número total de pessoas que viveram desde o tempo dessas profecias. As melhores informações disponíveis indicam que o número seja de 88 bilhões ou 8,8 x 10 10 .

Para simplificar o cálculo, vamos chamar o número 10 11 . Ao dividir esses dois números, descobrimos que a chance de qualquer homem ter vivido até os dias atuais e cumprido todas as oito profecias é de 1 em 10 17 .

Nota do editor: É provável que 88 bilhões ou 8,8 x 10 10 assuma uma taxa de crescimento para a população da Terra muito pequena – que a maioria das pessoas que já viveu ainda esteja viva hoje – sugerindo que esse número possa ser muito grande por um fator de dez. Nesse caso, isso afetará o resultado final pelo mesmo fator de dez; dez vezes menos pessoas no total que podem ter cumprido essas profecias significa apenas um décimo da chance de um deles ter feito isso por acidente. Nosso número se tornaria 10 18 em vez de 10 17 . O número usado neste livro é muito conservador.

Vamos tentar visualizar essa chance. Se você marcar um dos dez ingressos, colocar todos os ingressos em um chapéu e mexê-los completamente, e depois pedir a um homem com os olhos vendados para sacá-lo, sua chance de conseguir o bilhete certo é de um em cada dez. Suponha que tomemos 10 17dólares de prata e colocá-los na face do Texas. Eles cobrirão todo o estado com um metro de profundidade. Agora marque um desses dólares de prata e mexa bem a massa inteira, em todo o estado. Venda os olhos de um homem e diga que ele pode viajar o quanto quiser, mas ele deve pegar um dólar de prata e dizer que esse é o caminho certo. Que chance ele teria de conseguir o caminho certo? Exatamente a mesma chance que os profetas teriam de escrever essas oito profecias e realizá-las em qualquer homem, desde seus dias até os dias atuais, desde que escrevessem usando sua própria sabedoria.

Agora, essas profecias foram dadas por inspiração de Deus ou os profetas as escreveram como pensavam que deveriam. Nesse caso, os profetas tinham apenas uma chance em 10 17 de realizá-los em qualquer homem, mas todos se realizaram em Cristo.

Isso significa que somente o cumprimento dessas oito profecias prova que Deus inspirou a escrita dessas profecias a uma definição que carece de apenas uma mudança em 1017 de ser absoluta.

Às vezes, avaliamos nossas chances no mundo dos negócios e dizemos que se um investimento tem nove chances em dez de ser rentável e apenas uma chance em dez de ser um fracasso, é seguro o suficiente para nós fazermos o investimento. Quem já ouviu falar de um investimento que teve apenas uma chance em 10 17 de falha? O mundo dos negócios não tem idéia de tal investimento. Contudo, Deus nos oferece esse investimento. Pela aceitação de Jesus Cristo como nosso Salvador, sabemos, apenas dessas oito profecias que faltam apenas 1 chance em 10 17de ser uma prova absoluta de que esse investimento renderá o maravilhoso dividendo da vida eterna com Cristo. Alguém pode ser tão irracional a ponto de rejeitar Jesus Cristo e colocar sua esperança de vida eterna em uma chance tão pequena quanto encontrar o dólar de prata certo entre essa grande massa, cobrindo todo o estado do Texas com um metro de profundidade? Não parece possível, mas todo homem que rejeita a Cristo está fazendo exatamente isso.
Mais de trezentas profecias do Antigo Testamento que tratam do primeiro advento de Cristo foram listadas. Cada um deles foi completamente cumprido por Jesus Cristo. Vamos ver o que acontece quando tomamos mais de oito profecias.

Suponha que adicionemos mais oito profecias à nossa lista e assumamos que a chance de cumprimento delas é a mesma das oito que acabamos de considerar. A chance de um homem cumprir todos os dezesseis é 1 x 10 28 x 10 17 ou 1 em 10 45 .

Vamos tentar visualizar isso como fizemos antes. Pegue esse número de dólares de prata. Se você transformá-las em uma bola sólida, terá uma grande esfera com um centro na terra e se estendendo em todas as direções mais de 30 vezes até a terra e o sol. (Se um trem tivesse começado da terra no momento em que a Declaração de Independência foi assinada e viajado constantemente em direção ao sol a uma velocidade de sessenta quilômetros por hora, dia e noite, seria sobre chegar a seu destino hoje. Mas lembre-se nossa bola de dólares de prata se estende trinta vezes mais em todas as direções.) Se você pode imaginar a marcação de um dólar de prata e depois mexê-la completamente nessa grande bola, vendar os olhos de um homem e pedir que ele escolha um dólar, e espera que seja o marcado, você tem uma imagem de como absolutamente o cumprimento de dezesseis profecias referentes a Jesus Cristo prova tanto que Ele é o Filho de Deus e que nossa Bíblia é inspirada. Certamente Deus dirigiu a escrita de Sua Palavra.

Para estender essa consideração além de todos os limites da compreensão humana, consideremos quarenta e oito profecias, semelhantes em sua chance humana de cumprimento às oito que originalmente consideramos, usando um número muito mais conservador, 1 em 10 21 . Aplicando o mesmo princípio de probabilidade usado até agora, encontramos a chance de que qualquer homem que cumpriu todas as quarenta e oito profecias seja 1 em 10157 .

Este é realmente um número grande e representa uma chance extremamente pequena. Vamos tentar visualizá-lo. O dólar de prata, que estamos usando, é inteiramente muito grande. Nós devemos selecionar um objeto menor. O elétron é um objeto tão pequeno quanto conhecemos. É tão pequeno que serão necessários 2,5 x 10 15 deles dispostos lado a lado para formar uma linha, um arquivo único, com uma polegada de comprimento. Se contássemos os elétrons nesta linha com uma polegada de comprimento e contássemos 250 a cada minuto, e se contássemos dia e noite, levaria 19.000.000 anos para contar apenas a linha de elétrons de uma polegada. Se tivéssemos uma polegada cúbica desses elétrons e tentássemos contá-los, levaria 1,2 x 10 38 anos (2 x 10 28 vezes os 6 bilhões de anos antes da criação do sistema solar).

Com esta introdução, voltemos à nossa chance de 1 em 10 157 . Suponhamos que estamos pegando esse número de elétrons, marcando um e mexendo-o completamente em toda a massa, vendando um homem e deixando-o tentar encontrar o certo. Que chance ele tem de encontrar o caminho certo? Que tipo de pilha esse número de elétrons produz? Eles produzem um volume inconcebivelmente grande.

A distância do nosso sistema de estrelas, ou galáxia, até o próximo mais próximo é de aproximadamente 1.500.000 anos-luz; essa é a distância que a luz percorrerá em 1.500.000 anos, percorrendo 186.000 milhas a cada segundo. Essa distância é tão grande que se todo homem, mulher e criança nos Estados Unidos, 200.000.000 deles, tivessem uma biblioteca de 65.000 volumes, e você colecionasse todos os livros em todas essas bibliotecas e eles começassem essa jornada de 1.500.000 anos-luz e decidiu colocar uma letra de um dos livros em cada milha (por exemplo, se “the” fosse a primeira palavra no primeiro livro, você colocaria “t” na primeira milha, “h” na segunda milha e “e” na terceira milha; em seguida, deixe uma milha em branco sem letra e inicie a próxima palavra da mesma maneira etc.),

Por algumas autoridades, o espaço deve se estender em todas as direções até a distância, e não em 1.500.000 anos-luz. mas mais de 4.000 vezes mais ou 6.000.000.000 de anos-luz. Vamos fazer uma bola sólida de elétrons, estendendo-se em todas as direções da Terra até a distância de seis bilhões de anos-luz. Já usamos nossos 10 157 elétrons? Não, fizemos um buraco tão pequeno na massa que não conseguimos vê-lo. Podemos fazer essa bola sólida de elétrons, estendendo-se em todas as direções à distância de seis bilhões de anos-luz 6 x 10 28 vezes.

Suponha novamente que tínhamos essa grande quantidade de elétrons, 10 157 deles, e fomos capazes de fazer 500 dessas tremendas esferas, seis bilhões de anos-luz de raio por minuto. Se trabalhávamos dia e noite, levaríamos 10 a 10 vezes os 6 bilhões de anos atrás para criarmos o nosso suprimento de elétrons. Agora, um desses elétrons foi marcado e completamente mexido em toda a massa; venda o seu homem e peça que ele encontre o elétron marcado.

Ninguém poderia, de forma alguma, olhar sobre essa massa de elétrons, com os olhos vendados ou não, e escolher qualquer elétron, muito menos o que havia sido marcado. (Na verdade, o elétron é tão pequeno que não pode ser visto com um poderoso microscópio.)

Na medida em que sabemos que esse homem de olhos vendados não consegue captar o elétron marcado, sabemos que a Bíblia é inspirada. Isto não é meramente evidência. É a prova da inspiração da Bíblia por Deus – prova tão definitiva que o universo não é grande o suficiente para conter as evidências. Alguns dirão que nossas estimativas da probabilidade de cumprimento dessas profecias são muito grandes e os números devem ser reduzidos. Peça a um homem que envie suas próprias estimativas e, se forem menores do que as que usamos, adicionaremos mais algumas profecias a serem avaliadas e esse mesmo número será restabelecido ou talvez excedido.

Nossos estudantes da Bíblia afirmam que existem mais de trezentas profecias relacionadas ao primeiro advento de Cristo. Se esse número estiver correto e não houver dúvida, você pode definir suas estimativas ridiculamente baixas em todas as trezentas profecias e ainda assim obter uma tremenda evidência de inspiração.

Por exemplo, você pode colocar todas as suas estimativas em uma em cada quatro. Você pode dizer que um homem em cada quatro nasceu em Belém: que uma dessas crianças em quatro foi levada para o Egito, para evitar o abate; que um em cada quatro deles voltou e fez sua casa em Nazaré; que um em cada quatro deles era carpinteiro; que um em cada quatro deles foi traído por trinta moedas de prata; que um em cada quatro deles foi crucificado em uma cruz; que um em cada quatro foi enterrado na tumba de um homem rico; sim, mesmo um em cada quatro ressuscitou dentre os mortos no terceiro dia; e assim por diante, para todas as trezentas profecias e a partir delas construirei um número muito maior que o que obtivemos das quarenta e oito profecias.

Qualquer homem que rejeita a Cristo como o Filho de Deus está rejeitando um fato provado talvez mais absolutamente do que qualquer outro fato no mundo.

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O Alpha e o Ômega das heresias. https://asprofecias.com.br/o-alpha-e-o-omega-das-heresias/ Tue, 14 Jan 2020 16:00:07 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=550 O ALPHA E O ÔMEGA

Na Bíblia temos muitas comparações sobre os lobos como metáforas para os perigos que nos aguardam. Lobos em peles de cordeiros, lobos vorazes, lobos entre nós. Na alcateia há uma hierarquia e existe o lobo Alpha que é o maior e mais forte  e o lobo Ômega que é inferior e o mais desprezado, porem quebrando este paradigma, nos é apresentado pela serva de nosso Deus uma advertência que chega a causar arrepios. Ela nos adverte sobre o aparecimento do Ômega, não um fraco e desprezado lobo em sua comunidade, mas um furioso e impiedoso ataque às nossas crenças e nos nossos fundamentos. Neste artigo que lhes apresento, fruto de estudos produzidos durante anos por mim e por pessoas inspiradas e orientadas por Deus, as quais  recorri ao ler e examinar seus trabalhos,  espero poder  ajudar na compreensão sobre os assuntos relacionados ao tema, afirmando-vos que o Alpha já foi e o Ômega já esta operando entre nós.

Tenho me deparado com questionamentos sobre as doutrinas da Igreja desde que me batizei na década de 80. Foram vários movimentos que trouxeram expectativas e muita discórdia entre os membros e porque não dizer, a divisão da igreja. Hoje se levanta uma outra fase dos ataques do inimigo e quanto mais o tempo se aproxima do juízo de Deus, mais a sua igreja será atacada, sacudida, agredida e desacreditada por alguns que sabendo ou não acabam por fazer o serviço que milhares de anjos caídos adorariam fazer pessoalmente, mas se rendem a eficácia das ações humanas.

Antes de dar continuidade gostaria de declarar minha fé e minhas convicções para que não haja nenhuma dúvida quanto as minhas palavras. Sou Adventista do Sétimo Dia, a igreja original, a primeira. Não faço parte de nenhum movimento paralelo e acredito naquilo que a minha consciência me conduz, sempre baseado nos meus estudos bíblicos e nos escritos. Aliás num dos meus artigos anteriores defendo os votos feitos por nossos líderes na Conferência Geral de 2015, a qual me submeto, onde nós adventistas reafirmemos a nossa fé na bíblia, toda ela, e nos escritos de Ellen White, todos eles.  Portanto não esperem ter aqui algum conteúdo para movimentos separatistas, mas um estudo sobre a nossa igreja e as profecias que a cercam, porém com o olhar crítico e não cego as dificuldades que enfrentaremos mesmo dentro e entre os líderes de nossa organização. Você pode até estranhar esta declaração, mas as advertências fazem parte dos escritos de Ellen White onde ela aponta que todos temos que ficar atentos e enfrentar o erro de frente, seja lá de onde ele vier.

Temos lido e visto debates acalorados sobre um assunto em particular e que vem crescendo cada vez mais, apoiados por textos, contextos e até mesmo publicações em mídia digital, que capítulo à parte, aproximou a deu velocidade ao tempo de disseminação de uma ideia ou ponto de vista.  Hoje em dia basta se ter acesso a internet e um blog ou conta em mídia social para se tornar um teólogo ou propagador de mensagens urgentes e escolhidas. Estou de uma forma ou de outra fazendo parte deste grupo ao publicar meus estudos e pareceres sobre alguns assuntos que solapam os nossos membros e o faço não imbuído de alguma autoridade eclesiástica, mas bíblica e também dos escritos de Ellen White que me levam a estudar mais a palavra de Deus. Aliás nunca vi ao longo destes trinta e sete anos como adventista, o uso de tantas porções de seus escritos como agora, mas devo confessar que ao me deparar com alguns artigos, logo vi uma técnica de utilização de textos fora do contexto ou mesmo atribuição de um pensamento diferente daquele que a nossa profetiza queria nos passar. Bem, os cernes das discussões atuais estão focados na questão dos eventos ocorridos nos anos seguintes a 1880 e a grande crise que a igreja pioneira passou diante dos escritos do Dr Kellogg em seu livro Living Temple, O Templo Vivo, apontado por Ellen White como sendo o Alpha das crises que a igreja passaria e, segundo seus próprios escritos: “Não se engane, muitos se afastarão da fé, dando atenção a espíritos e doutrinas sedutoras dos demônios. Já temos diante de nós o alfa desse perigo. O ômega será de uma natureza surpreendente “. – Mensagens escolhidas ., P. 197

Antes de entrar no assunto do livro e suas controvérsias, quero lembra-los de que os centros das discussões retornaram, não é algo novo ou inédito, o nosso inimigo traz à tona os mesmos assuntos outrora tratados e causadores de grande crise a ponto de Ellen White fazer as seguintes declarações: “Estou instruída a falar claramente. “Enfrentai-o” é a palavra que me é dirigida. “Enfrentai-o firmemente, e sem tardança.” Mas não deve ser enfrentado retirando nossas forças operantes do campo a fim de examinar doutrinas e pontos de divergência. Não temos tal investigação a fazer. No livro Living Temple acha-se apresentado o alfa de heresias letais. Seguir-se-á o ômega, e será recebido por aqueles que não estiverem dispostos a atender à advertência dada por Deus.” Mensagens escolhidas 1 páginas 200

Um ponto a  ser observado nos escritos de Ellen White em “Mensagens escolhidas”, é que ela aponta para a necessidade de mantermos as nossas origens e descreve como eram os estudos da palavra de Deus, inclusive das orientações que o Espirito Santo lhe transmitia quando se chegava a um ponto do estudo onde não havia mais como progredir. No capítulo “ O firme alicerce de nossa fé” ela diz: Muitos de nosso povo não reconhecem quão firmemente foram lançados os alicerces de nossa fé. Meu esposo, o Pastor José Bates, o Pai Pierce, o Pastor [Hiran] Edson, e outros que eram inteligentes, nobres e verdadeiros, achavam-se entre os que, expirado o tempo em 1844, buscavam a verdade como a tesouros escondidos. Reunia-me com eles, e estudávamos e orávamos fervorosamente. Muitas vezes ficávamos reunidos até alta noite, e às vezes a noite toda, pedindo luz e estudando a Palavra. Repetidas vezes esses irmãos se reuniram para estudar a Bíblia, a fim de que conhecessem seu sentido e estivessem preparados para ensiná-la com poder. Quando, em seu estudo, chegavam a ponto de dizerem: “Nada mais podemos fazer”, o Espírito do Senhor vinha sobre mim, e eu era arrebatada em visão, e era-me dada uma clara explanação das passagens que estivéramos estudando, com instruções quanto à maneira em que devíamos trabalhar e ensinar eficientemente. Assim nos foi proporcionada luz que nos ajudou a compreender as passagens acerca de Cristo, Sua missão e sacerdócio. Foi-me tornada clara uma cadeia de verdades que se estendia daquele tempo até ao tempo em que entraremos na cidade de Deus, e transmiti aos outros as instruções que o Senhor me dera. ” Mensagens escolhidas 1 páginas 206 e 207

Ela aponta também que alguns iriam propor mudanças em nossas crenças e que este reavivamento na verdade era uma obra de engano de satanás. “Que influência essa, que desejaria levar os homens, neste período de nossa história, a trabalhar de modo enganador e poderoso, para solapar os alicerces de nossa fé — alicerces que foram lançados no princípio de nossa obra mediante devoto estudo da Palavra e pela revelação? Sobre esses alicerces temos estado a construir, nos últimos cinquenta anos. ” Mensagens escolhidas 1 páginas página 207 

Pois bem aqui neste ponto devemos analisar alguns detalhes que passam desapercebidos ou são usados de maneira intencional por aqueles que pregam que a igreja esta mudando os “ Firmes alicerces de nossa fé” e assim seria todo este processo obra do maligno. O primeiro ponto que desejo analisar é que Ellen White aponta aqui as mudanças e ataques a verdade  que estão ligadas a obra do livro Living Temple e a questão do Dr Kellogg ter afirmado que sua obra estava em consonância com os escritos dela. Notem por favor que toda a defesa de nossa fé estava sendo direcionada a combater os conceitos deste livro e que ganhava força entre os mais eminentes líderes de nossa igreja, principalmente entre os que trabalhavam na obra medico-missionária, onde Kellogg tinha grande influência.

Inicialmente Ellen White não se pronunciou, porem ela foi impelida pelo filho a ler um exemplar do livro que ficará guardado “ intocado em sua estante” e ao ler ela logo percebeu os ardis do inimigo e quão ele tem a perspicácia em aplicar pontos aqui e acolá para montar uma logica que pode enganar aos leitores despreocupados ou não firmados, transformando uma verdade em uma meia verdade misturada com o erro, vejamos o que ela descobriu ao lermos o capitulo “ Visão do perigo que se aproxima”. Do livro mensagens escolhidas Paginas 202 e  203

Visão do perigo que se aproxima

“Mais ou menos pelo tempo em que foi publicado Living Temple, passaram ante mim, na calada da noite, representações que indicavam estar-se aproximando algum perigo, e que eu devia para isso me preparar, escrevendo as coisas que Deus me revelara, acerca dos princípios fundamentais de nossa fé. Foi-me enviado um exemplar de Living Temple, mas ficou intocado em minha biblioteca. Segundo a luz que me foi dada pelo Senhor, eu sabia que alguns dos sentimentos defendidos no livro não traziam o endosso de Deus, e que eram uma cilada preparada pelo inimigo, para os últimos dias. Pensei que tal por certo seria percebido, e que não seria preciso que eu sobre [203] isso dissesse o que quer que fosse. Na controvérsia que surgiu entre nossos irmãos acerca dos ensinamentos desse livro, os que estavam a favor de lhe dar ampla divulgação diziam: “Encerra exatamente os pensamentos que a irmã White tem ensinado.” Essa afirmativa feriu-me diretamente o coração. Senti-me acabrunhada, pois sabia que essa apresentação do caso não era verdadeira. Afinal disse-me meu filho: “Mamãe, a senhora deve ler pelo menos alguns trechos do livro, para ver se estão em harmonia com a luz que o Senhor lhe deu.” Assentou-se ao meu lado, e juntos lemos o prefácio, e a maior parte do primeiro capítulo, bem como alguns parágrafos de outros capítulos. Ao lermos, reconheci as próprias opiniões contra as quais me fora ordenado advertir, no princípio de meus trabalhos públicos. Quando pela primeira vez deixei o Estado 194 Mensagens Escolhidas 1 do Maine, fi-lo com intenção de percorrer Vermont e Massachusetts, a fim de dar testemunho contra essas opiniões. Living Temple encerra o alfa dessas teorias. Eu sabia que o ômega seguiria dentro de pouco tempo; e tremi pelo nosso povo. Sabia eu que devia advertir nossos irmãos e irmãs a que não entrassem em controvérsia em relação à presença e personalidade de Deus. As afirmações feitas em Living Temple acerca deste ponto são incorretas. São mal aplicadas as passagens usadas em apoio da doutrina ali exposta. Sou compelida a falar negando a pretensão de que os ensinamentos de Living Temple possam ser apoiados por declarações de meus escritos. Pode haver nesse livro expressões e opiniões que estejam em harmonia com os meus escritos. E pode haver em meus escritos muitas afirmações que, tiradas do contexto, e interpretadas de acordo com o pensamento do autor de Living Temple, dir-se-iam de acordo com os ensinamentos desse livro. Isso pode dar aparente apoio à afirmação de que as idéias de Living Temple estejam em harmonia com meus escritos. Deus não permita, porém, que prevaleça esta impressão. [204] Poucos discernem o resultado de sustentarem os sofismas defendidos por alguns, atualmente. O Senhor, porém, correu a cortina mostrando-me o resultado que se seguiria. As teorias espiritualistas acerca da personalidade de Deus, levadas a sua conclusão lógica, derribam toda a ordem cristã. Estimam como nada a luz que Cristo veio do Céu para dar a João, a fim de que ele a transmitisse ao Seu povo. Ensinam que as cenas que estão justamente à nossa frente não são de importância suficiente para que se lhes dê atenção especial. Tornam de nenhum efeito a verdade de origem celestial e roubam ao povo de Deus sua experiência passada, oferecendo-lhes, em lugar, uma ciência falsa”

Notem que ela percebeu logo o engano que o inimigo estava introduzindo na igreja e que o Dr Kellogg fazia uso de partes de textos de seus escritos, porem fora do contexto original para dar endosso a sua obra satânica. Ela nunca daria sustentação para as heresias que estampam o livro e logo percebeu a gravidade que estava diante de si a ponto de nosso Pai celestial dar-lhe ampla visão dos perigos que a igreja estava por passar. Se o leitor mais interessado em saber a verdade continuar a leitura dos capítulos seguintes notará toda a trama e a mão de Deus a conduzir Ellen White até ao ponto de  confrontar Kellogg e sua obra. E nesta linha de pensamento, descobrirá por si só que o alerta que ela deu sobre a tentativa de mudanças em nossa crenças fundamentais estavam baseadas na obra de Living Temple, panteísta e que estava tomando de assalto grandes mentes de nossa igreja que acreditavam ser este o novo caminho que o povo de Deus deveria seguir. Portanto aponto aqui dois erros grosseiros e advirto a pessoas sinceras que estão espalhadas hoje em nossas igrejas e que estão sendo vitimas do mesmo ataque e do mesmo modus operandi do nosso inimigo; usar textos fora do contexto e dar uma nova roupagem que faz com que muitos se maravilhem com esta nova doutrina, fato semelhante ao ocorrido nos tempos de Kellogg. Não seria este o Ômega das heresias? Os que apontam os “graves crimes de nossos lideres” não estão igualmente usando os mesmos métodos de Kellogg?  Já definimos pouco antes, as razões que levam a refutar os escritos de Living Temple e a posição de nossa profetiza e posso afirmar que a crise atual é uma reedição da que se mostrou no passado mas com um impacto muito maior pela facilidade de semeadura, tendo em conta a tecnologia a nosso dispor.

Fico impressionado ao ver quantas pessoas debatem este tema inserido no “Alpha e o Ômega” sem se aperceberem da gravidade da rejeição dos  aspectos centrais de toda esta discussão: A divindade de Jesus, a Trindade e a pessoalidade do Espirito Santo. A rejeição destes temas leva a uma estrada sem escape em direção a um abismo espiritual sem precedente, apesar das advertências feitas pelo próprio Jesus que aponta o risco de pecarmos contra o Espirito Santo, “Por isso, vos declaro: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito [Santo] não será perdoada.” (Mateus 12.31). Algumas pessoas, e muitas sinceras, estão adotando os pensamentos que foram expressos nos escritos de Kellogg, e por favor analisem, se o livro e pensamentos dele foram apontados como sendo o Alpha das heresias, seguir o que ele defende, agora em nosso tempo, não poderia ser chamado de o ômega? Dado a facilidade de acesso a estas teorias, via a nossa tecnologia de comunicação, que tem um efeito imediato o qual nem de perto pode ser produzido pela publicação do livro, apesar de toda a crise que deflagrou naquela época.  Estou convencido de que o Ômega é uma cadeia de crises geradas por ideias e teorias, algumas dignas de enredos conspiratórios, e que tem levado a milhares de pessoas se concentrarem mais no fomento de suas ideias e no combate a organização ao invés de investirem seus conhecimentos na pregação do evangelho simples e salvífico.

Não sou um cego, surdo e mudo em relação a nossa obra e nossas instituições, elas serão atacadas tanto de dentro como de fora e temos que estar atentos a estas ações do inimigo que usa e usará instrumentalidades humanas para operar.  Já não é de hoje que ecoa os conselhos de Ellen White e suas publicações alertando para a necessidade de atenção. Exponho aqui algumas de suas advertências que se fazem bem atuais e que nos compele a termos atitudes firmes e enérgicas. Num estudo intitulado “A sacudidura” temos as seguintes afirmações:

“Se Satanás vê que Deus está abençoando Seu povo e preparando-os para discernir-lhe os enganos, trabalha com sua magistral capacidade para introduzir fanatismo de um lado e frio formalismo de outro, para que ele possa ceifar uma colheita de almas. ”  Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 19.

“Ao vir a sacudidura, pela introdução de falsas teorias, esses leitores superficiais não ancorados em parte alguma, são como a areia movediça. Escorregam para qualquer posição para agradar a tendência de seus sentimentos de amargura.” Testemunhos Para Ministros, pág. 112.

 “Mesmo em nossos dias, tem havido e continuará a haver famílias inteiras que uma vez se regozijaram na verdade e que perderão a fé devido às calúnias e falsidades que lhes foram apresentadas com relação àqueles a quem amavam e com os quais tiveram agradável conselho. Abriram o coração à semeadura do joio; o joio brotou entre o trigo. Eles o fortaleceram; a seara do trigo tornou-se cada vez menor; e a preciosa verdade para eles perdeu o seu poder.” Testemunhos Para Ministros, pág. 411.

“Muitos se levantarão em nossos púlpitos tendo nas mãos a tocha da falsa profecia, acesa na infernal tocha de Satanás. …  Dentre nós sairão alguns que não mais levarão a arca. Mas estes não podem fazer muralhas para obstruir a verdade, pois esta prosseguirá avante e para cima até ao fim.  Testemunhos Para Ministros, págs. 409 e 411.

Creio que está última afirmação será usada por pessoas desavisadas para continuar seu ataque a obra, mas note que o texto é explicito quanto as consequências a aqueles que fizerem o uso do erro em nosso meio, “Não mais levarão a arca...” sentença dura e de perdição. Por isso afirmo que continuar a atacar os três aspectos que formam o cerne das discussões em torno do Alpha e do Ômega, que é a divindade plena de Cristo e a pessoalidade do Espirito Santo, que leva consigo mais conceitos doutrinários como por exemplo a trindade, assunto retomado e que falaremos ainda neste artigo, e tendo estes tópicos como sustentação citações pescadas ali e acolá, textos fora do contexto para formarem um conceito, é dar credito a doutrina de satanás e ser utilizado como ferramenta dele para ataque direto a Deus e seu povo.

O Ômega não é só um assunto, ele existe e é real em nossos dias basta fazermos um levantamento das controvérsias que já foram palco de calorosos debates, mas que tem o mesmo proposito maligno. Já vi ao longo destes 37 anos, o debate feito por Desmund Ford que atacou a doutrina do santuário e a autenticidade profética dos escritos de Ellen White, neste ponto cito mais duas declarações dela: “O inimigo introduzirá doutrinas falsas, tais como a de que não existe um santuário. Este é um dos pontos em que alguns se apartarão da fé.”  Evangelismo, pág. 224.  E este outro texto que narra os ataques a sua obra:

“Uma coisa é certa: Os adventistas do sétimo dia que se colocam sob o estandarte de Satanás abandonarão primeiro sua fé nas advertências e repreensões contidas nos Testemunhos do Espírito de Deus.”  Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 84. 

Já vi a nefasta consequência na vida de famílias inteiras, conhecidos meus, ao aderirem a teoria de que não existe o Espirito Santo, mas que este nome se refere a “Vontade de Deus” e alias, existem várias versões desta teoria. Presenciei os ataques a divindade de Cristo ao se questionar se Ele tem divindade em si mesmo, se é Co-eterno ou criatura de Deus,  o pré e pós lapsarianismo, que é assunto bem presente nos nossos dias, teorias da marca da besta que apontam sinais físicos e  Infelizmente já corre em rede e dentre em breve seremos sacudidos com a tese que aponta que o sábado sagrado não começa na sexta ao pôr do sol, mas no raiar do dia de sábado, o que resolverá os problemas de muitos que não conseguem ter seu dia de preparação efetivamente aproveitado. Juntasse a estes temas mais alguns que já estudei.

Volto a repetir, Ao definir alguns de que o Ômega seria novamente o debate sobre a pessoalidade do Espirito Santo, a trindade e o quanto Jesus é divino em si mesmo, não seria este debate mais acalorado e amplamente divulgado através da tecnologia que temos hoje em que em segundos um Post pode atingir milhares de pessoas, o Ômega das heresias?  Para entender um pouco sobre o assunto quero retornar ao alpha e seus efeitos.

Sem dúvida alguma o estopim da crise se concentra em Kellogg que apresenta uma tese panteísta em seu livro e ao se defender das advertências de Ellen White apresenta uma versão da trindade que difere da que ela crê. Note bem a declaração que fiz neste ponto, “ A trindade que ela crê”.

Ellen White se viu diante de duas versões distintas de trindade, e embora ela não use este termo em seus escritos, até para que os seus contemporâneos não utilizassem seus escritos como fonte de discussão, ela se deparou com uma versão mais mística, impessoal e distante do que verdadeiramente Deus tinha como proposito. Esta versão estava claramente ligada aos conceitos apresentados por Kellogg em seu livro e foi amplamente combatido por ela. Já a outra forma de identificar o trinitarianismo foi mais tarde endossado em seus escritos e a diferença entre as duas formas ficou patente durante a crise Kellogg entre 1902 até 1907. Quero lembra-los que no livro “O desejado de Todas as Nações” publicado em 1898, Ellen White apresenta claramente seu pensamento endossado pela suas visões e orientações divinas quanto a trindade: “Descrevendo aos discípulos a obra oficial do Espírito Santo, Jesus procurou inspirar-lhes a alegria e esperança que Lhe animavam o próprio coração. Regozijava-Se Ele pelas abundantes medidas que providenciara para auxílio de sua igreja. O Espírito Santo era o mais alto dos dons que Ele podia solicitar do Pai para exaltação de seu povo. Ia ser dado como agente de regeneração, sem o qual o sacrifício de Cristo de nenhum proveito teria sido. O poder do mal se estivera fortalecendo por séculos, e alarmante era a submissão dos homens a esse cativeiro satânico. Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa operação da terceira pessoa da Divindade e, a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do divino poder. É o Espírito que torna eficaz o que foi realizado pelo Redentor do mundo. É por meio do Espírito que o coração é purificado. Por Ele torna-se o crente participante da natureza divina. Cristo deu Seu Espírito como um poder divino para vencer toda tendência hereditária e cultivada para o mal, e gravar Seu próprio caráter em Sua igreja.” – O Desejado de Todas as Nações, pág. 671.

Quero levantar uma questão aqui; é inegável que a Ellen White não utilizava o termo “Trindade” em seus escritos e sim “Divindade” como no caso do texto acima, e parece que este simples fato apaga e ofusca toda a crença que ela veio a professar em seus escritos e na sua vida. Então pergunto: Seria a não citação do termo trindade a causa de tanta dúvida? Não poderíamos aceitar o temo “Divindade” ao invés de “Trindade”, como uma citação conclusiva sobre a terceira pessoa divina que opera em nosso favor? Precisamos assim do termo trindade para crer na trindade? Para mim o importante é saber que nosso Pai celestial, seu filho Jesus e o Consolador juntos formam o meu Deus único e que deseja me salvar e para que eu tivesse um pouco de compreensão sobre sua personalidade se apresenta a mim com estas três características distintas, a Trindade.

O Desejado de Todas as Nações faz a clara declaração que sustenta a crença de Ellen White, mas segue-se outras citações que desejo lhes passar que podem ajudar na compreensão deste assunto.

Há três pessoas vivas pertencentes ao trio celeste; em nome destes três grandes poderes – o Pai, o Filho e o Espírito Santo –, os que recebem a Cristo por fé viva são batizados, e esses poderes cooperarão com os súditos obedientes do Céu em seus esforços para viver a nova vida em Cristo” (Special Testimonies, Série B, nº 7, p. 62-63 [publicado em 1906]; Bible Training School, 1° de março de 1906).

“A Divindade moveu-Se de compaixão pela raça, e o Pai, o Filho e o Espírito Santo deram-Se a Si mesmos ao estabelecerem o plano da redenção. A fim de levarem a cabo plenamente esse plano, foi decidido que Cristo, o unigênito Filho de Deus, Se desse a Si mesmo em oferta pelo pecado” (Australasian Union Conference Record, 1° de abril de 1901; A Systematic Offering for the Sydney Sanitarium, p. 36 [publicado em 1901]; Review and Herald, 2 de maio de 1912).

“O mal vinha se acumulando por séculos e só poderia ser contido pelo inigualável poder do Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade, que viria sem restrições em Sua eficácia, mas em plenitude do divino poder” (Carta 8, 1896; Special Testimonies for Ministers and Workers, n° 10, p. 25 [publicada em 1897]).

“O príncipe da potestade do mal só pode ser mantido em sujeição pelo poder de Deus na terceira pessoa da Divindade, o Espírito Santo” (Special Testimonies, Série A, nº 10, p. 37 [publicado em 1897]).

“Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa operação da terceira pessoa da Divindade, a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do divino poder. É o Espírito que torna eficaz o que foi realizado pelo Redentor do mundo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 671 [1898]; Review and Herald, 19 de maio de 1904; [Australian] Signs of the Times, 4 de dezembro de 1911).

“Cristo enviou Seu representante, a terceira pessoa da Divindade, o Espírito Santo. Nada podia superar esse dom” (Signs of the Times, 1° de dezembro de 1898; Southern Watchman, 28 de novembro de 1905).

Portanto volto a salientar, combater o Espirito Santo e sua obra salvadora e de reconhecimento do pecado, é no mínimo perigosa para as pessoas que assim o fazem, tanto que o próprio Cristo afirmou: Portanto, Eu vos assevero: Todos os pecados e blasfêmias serão perdoados às pessoas; a blasfêmia contra o Espírito Santo não será, porém, perdoada! Qualquer pessoa que disser uma palavra contra o Filho do homem, isso lhe será perdoado; porém, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem nesta época, nem no tempo futuro. Mateus 12:31 e 32

Não desejo tremenda sentença sobre mim ou sobre aqueles que mantem firme a convicção de colocar em dúvida este assunto, mas informo que não escrevo para aqueles que assim o fazem, não estou aqui me propondo a debates ou mesmo a discussões, escrevo aos sinceros que buscam o conhecimento da verdade e isto me leva ao seguinte pensamento que me foi firmemente estabelecido quando estudei na década de 90 sobre a obra do Espirito Santo que me levou a seguinte  conclusão do porquê Jesus mencionou que o pecado contra o Espirito Santo não seria perdoado. Simplesmente porque os que o combatem acabam chegando no estágio de que não acreditam mais e sendo o Espirito santo que nos convence da verdade, “ Mas, quando vier aquele Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade […]” (Jo 16.12, 13).  Se a pessoa nega a sua existência, e aí não importa o tipo de negação, seja ela total como alguns que não acreditam na terceira pessoa da trindade ou divindade, ou mesmo aqueles que creem ser o Espirito Santo apenas a vontade divina, sua força, irradiação ou outra definição que o descredencia ser uma divindade.

Abaixo descrevo meu estudo sobre o Espirito Santo e é o que creio e, portanto, sigo. São alguns tópicos de meu estudo, como disse, da década de 90 que apontam para a pessoalidade e divindade do Espirito Santo.

  • O Espírito Santo expressa seus pensamentos:

E aquele que sonda os corações conhece a intenção do Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus. (Romanos 8:27)

A palavra intenção no original grego deriva de “phroneo”, que quer dizer ter propósito, intenção, entendimento; enfim, ter pensamentos, ter uma mente.

Portanto o Espirito Santo não é a “vontade divina”, “sua força cósmica”, “a  irradiação da vontade de Deus”. O Espirito Santo de acordo com a Bíblia, tem uma mente.

  • O Espírito Santo expressa sua vontade:

Todas essas coisas, porém, são realizadas pelo mesmo e único Espírito, e ele as distribui individualmente, a cada um, conforme quer. (1 Coríntios 12:11)

Vemos aqui textos que se relacionam com a distribuição dos dons e é atribuído a Ele segundo a sua vontade, logo O Espirito Santo faz as suas escolhas.

  • O Espírito Santo tem amor:

Recomendo-lhes, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que se unam a mim em minha luta, orando a Deus em meu favor. (Romanos 15:30)

Paulo declara que o Espirito Santo tem amor e isto é uma reação de quem tem consciência, logo posso afirmar que uma “força cósmica” ou “Vontade Divina” não teria este atributo.

  • O Espírito Santo se alegra:

Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. (Gálatas 5:22-23)

Veja, Paulo está falando aqui de atributos de uma pessoa, ele não está falando de um “estado de Espirito” mas da ação do Espirito Santo e descreve as suas reações as quais nos exorta a ter e compartilhar.

  • O Espírito Santo nos dá força, consolo e exorta a prosseguirmos:

Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo. (Atos 9:31)

O Espírito Santo é o nosso consolador. É quem nos impulsiona a prosseguirmos, age ao nosso lado em nossa mente mostrando o caminho. Isto é pessoal, cada pessoa sente a sua presença.

  • O Espírito Santo se comunica conosco:

Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, Não endureçais os vossos corações, Como na provocação, no dia da tentação no deserto. (Hebreus 3:7-8)

O Espirito Santo fala conosco, em nossa mente, aos nossos ouvidos. Nos orienta, nos adverte, nos exorta. Se você não consegue perceber isto, pare um pouco e ouça.

  • O Espírito Santo nos ensina:

As quais também falamos, não com palavras que a sabedoria humana ensina, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. (1 Coríntios 2:13)

É possível que aqueles que não creem no Espirito Santo mudarem a interpretação destas passagens, afirmando que tudo isto pode ser a “expressão de Deus” ou a “ação dele em nós”. Lhes afirmo que nisto vocês estão corretos, pois o Espirito Santo é Deus, não há como separar isto e, portanto, as ações do Espirito Santo são a expressão de Deus Pai e de Deus Filho porque são um só.

  • É possível entristecer o Espírito Santo:

E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção. (Efésios 4:30)

Agora podemos definir claramente uma ação humana, não há como entristecer uma névoa, uma vontade. Entristecemos o Espirito Santo como fazemos com outra pessoa, é uma ação explicitamente direta e pessoal.

  • Podemos insultar o Espírito Santo:

Quão mais severo castigo, julgam vocês, merece aquele que pisou aos pés o Filho de Deus, que profanou o sangue da aliança pelo qual ele foi santificado, e insultou o Espírito da graça? (Hebreus 10:29)

 Paulo aqui está afirmando que aquele que quebrava a lei de Moises era rigidamente castigado e comparando que o castigo seria maior para aquele que resistisse a Jesus e insultasse o Espirito da Graça, que é o Espirito Santo. Então podemos insultar, ultrajar, entristecer… E se o fizermos seremos merecedores de maior castigo. Quando a pessoa chega neste estágio de insultar o Espirito Santo, esta preste a cumprir o que foi dito por Jesus, “Não há perdão”. Infelizmente o próximo passo desta lista é não querer mais ouvir falar sobre o assunto, e começar a resistir ao Espirito Santo.

Povo rebelde, obstinado de coração e de ouvidos! Vocês são iguais aos seus antepassados: sempre resistem ao Espírito Santo!” (Atos 7:51)

O verbo “resistir” aqui vem do grego “antipipto”, que traduzido expressa uma forma mais intensa que somente resistir, podemos traduzir pela ação de “fazer oposição”, “lutar contra o Espírito Santo”. A boa notícia é que se a pessoa se arrepender genuinamente, o Espirito Santo a aceitará de volta e a ajudará a seguir o caminho para a salvação.

Estas são apenas algumas características do Espirito Santo e que nos leva a compreensão muito mais lógica de que tratamos de uma pessoa da trindade do que acharmos que é algo invisível, abstrato e sem vida em si. Não é uma questão de escolha por uma definição mais real e pessoal, é uma questão de salvação.

Mas o conflito do Alpha e do Ômega não se estende apenas na questão pessoal e trinitária de Deus, mas se estende para a divindade de Jesus o que me parece ser ainda mais conflitante. Se você notou, temos aqui uma trindade de oposições a Deus, disfarçada de esmero e devoção ao criador, como se este tivesse que ser defendido por nós pecadores, para tentarmos explicar sua natureza e suas ações. O ataque a trindade, ao Espirito Santo e a divindade em si próprio de Jesus é sem dúvida o centro do conflito Ômega, mas como sempre fez, Deus não deixará sem resposta e sem orientações os seus fiéis.

Para entender a conclusão gostaria de apontar novamente um contexto histórico que foi a ponta deste iceberg. O faço apresentando o estudo de Jerry Moon, Ph.D. Diretor do Departamento de História Eclesiástica do Seminário Teológico Adventista, Andrews University, Berrien Springs, Michigan; editor da Andrews University Seminary Studies

Vou direto para os textos no tópico intitulado A crise de Kellogg e as declarações terminantes,  mas há muito material excelente para estudo nos tópicos anteriores, os quais deixarei o link para estudo posterior. Também estou deixando nesta sequência as marcações originais do artigo para que você possa se localizar. O porque estou apresentando este artigo? Porque ele expressa o que acredito ser o mais profundo estudo deste assunto e assim como os Bereanos, pesquisei cada um deles e cheguei a minha conclusão. Assim espero que aconteça com aqueles que sinceramente estarão lendo este estudo.

A crise de Kellogg e as declarações terminantes

O doutor J. H. Kellogg, superintendente médico do Sanatório de Battle Creek, foi a principal pessoa de credenciais científicas entre os adventistas do sétimo dia na virada do século vinte. Possivelmente influenciado por companheiros intelectuais de fora do Adventismo,55 ele teorizava que a vida de cada ser vivo, seja árvore, flor, animal ou humano era a própria presença de Deus dentro dela. Sua opinião era uma forma de panteísmo.56 Vestígios desse ponto de vista podem ser encontrados em suas apresentações públicas na década de 1890,57 mas a crise só irrompeu em 1902. Em seguida ao incêndio do Sanatório de Battle Creek, em 18 de fevereiro de 1902, Kellogg propôs um plano de arrecadação de fundos para financiar a reconstrução. Ele doaria à Review and Herald Publishing Association o manuscrito para um novo livro sobre saúde.58 Se a Review and Herald doasse os custos de publicação, e se os 73 mil membros que compunham a Igreja Adventista do Sétimo Dia em 1902 se encarregassem de vender 500 mil exemplares a um dólar cada, a renda pagaria as dívidas há muito existentes e reconstruiria o sanatório. Este plano foi aceito. The Living Temple foi primariamente um manual de fisiologia elementar, nutrição, medicina preventiva e tratamentos caseiros para doenças comuns. Mas o frontispício citava 1 Coríntios 6:19 acerca do corpo como sendo o “templo do Espírito Santo”, e aqui e ali Kellogg incorporava suas opiniões teológicas.

Embora os leitores preliminares do manuscrito ficassem satisfeitos com o que é dito sobre fisiologia, criticavam severamente algumas de suas especulações acerca da doutrina de Deus. Apesar desta crítica, Kellogg apressou a publicação. Em 30 de dezembro de 1902, porém, enquanto a Review and Herald Publishing Association estava no meio da impressão da primeira edição, a casa publicadora incendiou-se até os fundamentos. Entre outras perdas estavam as chapas de impressão e os exemplares não terminados do The Living Temple. Kellogg levou prontamente o manuscrito para outra impressora e fez um contrato de 3 mil exemplares, assumindo os custos.

Quando o livro foi finalmente distribuído, os mais flagrantes afastamentos da estabelecida teologia adventista apareceram no capítulo inicial, “O Mistério da Vida”.59 “Deus é a explanação da natureza”, declarava Kellogg, “não um Deus fora da natureza, mas na natureza, manifestando-se através e em todos os objetos, movimentos, e variados fenômenos do universo”.60 Evidentemente reagindo a alguns de seus críticos da pré publicação, Kellogg procurou embotar ou frustrar suas objeções por meio de referência específica ao Espírito Santo. Ele arrazoava que se o Espírito Santo podia estar em toda parte ao mesmo tempo, e se o Espírito Santo era também uma pessoa, então ninguém podia dizer que o Deus apresentado por Kellogg como habitando em todas as coisas era um Deus impessoal. “Como pode o poder ser separado da fonte de poder?” perguntava Kellogg. “Onde o Espírito de Deus está em operação, onde o poder de Deus se manifesta, o próprio Deus está de fato e realmente presente.”61Afirmando que o poder de Deus equivale à sua presença, Kellogg obscurece seu raciocínio, como um breve exemplo mostrará. Um comandante militar pode emitir ordens para mobilizar as forças armadas e, por meio dessas ordens, o poder do líder chega ao lar de um soldado individual, mas isso é claramente diferente da visita do comandante em pessoa àquele lar.

Então Kellogg engendra sua metáfora definidora, o parágrafo mais citado do The Living Temple: Suponha agora que temos diante de nós uma bota, não uma bota ordinária, mas uma bota viva, e, ao olharmos para ela, vemos pequenas botas saindo das costuras em profusão, saindo das biqueiras, caindo dos saltos, e saltando do cano, dezenas, centenas, milhares de botas, saindo continuamente de nossa bota viva, não seríamos compelidos a dizer: “Há um sapateiro na bota”? Assim está presente na árvore um poder que a cria e mantém, um criador de árvore na árvore, um criador de flores na flor… uma presença infinita, divina, embora invisível… que está sempre se declarando por sua incessante e beneficente atividade.62

A teoria de Kelogg foi vigorosamente debatida na Igreja por vários anos. Sendo que adventistas de destaque haviam salientado seus erros,63 Ellen G. White esperava, a princípio, que não seria necessário se envolver. Entretanto, por volta de setembro de 1903, as opiniões de Kellogg estavam ganhando aderentes. Quando ele afirmou publicamente que os ensinos do The Living Temple “no que concerne à personalidade de Deus” estavam de acordo com os escritos de Ellen G. White,64 ela não pôde mais ficar em silêncio. “Deus não permita que esta opinião prevaleça”, ela declarou. “Não precisamos do misticismo que está nesse livro”, continuou ela. “O escritor desse livro acha-se em uma vereda falsa. Ele perdeu de vista as verdades distintivas para este tempo. Não sabe para onde seus passos estão se dirigindo. A trilha da verdade caminha ao lado da trilha do erro, e ambas podem parecer uma para mentes que não são moldadas pelo Espírito Santo, e que, portanto, não estão prontas para discernir a diferença entre a verdade e o erro.”65

Em uma carta que se seguiu, ela atingiu o âmago da questão: “O Senhor Jesus … não representou a Deus como uma essência que permeia a natureza, mas como um ser pessoal. Os cristãos devem ter em mente que Deus tem uma personalidade tão verdadeiramente como Cristo a tem.”66

Algumas semanas depois, em uma carta a George I. Butler, ex-presidente da Associação Geral,67Kellogg defendeu o seu ponto de vista. “Até onde posso sondar a dificuldade que é encontrada no Living Temple [sic], toda a coisa pode ser acalmada com esta pergunta: É o Espírito Santo uma pessoa? Você diz Não” (Butler era da velha escola antitrinitariana que sustentava que o Espírito Santo era um aspecto ou poder de Deus, mas não uma pessoa). Continua Kellogg: “Eu tinha suposto que a Bíblia dizia isto pelo motivo de que o pronome pessoal “ele” é usado em se falando do Espírito Santo. A Irmã White usa o pronome “ele” e tem dito em tantas palavras que o Espírito Santo é a terceira pessoa da Divindade [sic]. Como pode o Espírito Santo ser a terceira pessoa e não ser de modo algum uma pessoa, me é difícil ver.”68 Aqui está um fascinante exemplo de Kellogg como debatedor. Essencialmente, ele está dizendo: “Tenho sido mal compreendido. Eu não afirmei que o Pai está em todas as coisas; é o Espírito Santo quem está em todas as coisas. E se o Espírito Santo é uma pessoa, então Ellen G. White está errada em dizer que meu ponto de vista solapa a personalidade de Deus.” Assim, ele procurava manobrar com perícia a reprovação de Ellen G. White e manter a legitimidade de sua própria opinião. Butler, porém, não foi enganado. “No que concerne à irmã White e você estarem em perfeito acordo, terei de deixar isto inteiramente entre você e a irmã White. Ela diz que não há perfeito acordo. Você afirma que há… Devo dar a ela o crédito… de dizer que há uma diferença” (ênfase suprida).69 Kellogg está aqui contando a Butler meias-verdades casuísticas, tentando retratar o “panteísmo” doThe Living Temple como simplesmente uma perspectiva científica da mesma doutrina de Deus que Ellen G. White havia expresso em O Desejado de Todas as Nações. Embora seja o que Kellogg queria que seus leitores acreditassem, isto não corresponde à verdade, mesmo que a própria Ellen G. White reconhecesse que “para mentes que não são moldadas pelo Espírito Santo” poderia assim parecer.70

Ao prolongar-se o conflito, adentrando o ano de 1905, Ellen G. White escreveu outro documento que expunha o assunto à Igreja em linhas tão inflexíveis que não poderia ser mal compreendido. O manuscrito apresenta talvez a mais radical e fundamental acusação já escrita contra uma falsa opinião da Trindade, seguida por uma de suas mais explícitas descrições do que ela considerava ser a verdadeira compreensão da Divindade.

Nesse documento, publicado em 1905, ela rotula a primeira opinião de “espiritualista”, “nulidade”, “imperfeita, falsa”,71 “a trilha da serpente” e “as pro-fundezas de Satanás”.72 Ela afirmou que aqueles que a recebessem estariam “dando ouvidos a espíritos sedutores e doutrinas de demônios, afastando-se da fé que eles tinham considerado sagrada nos cinquenta anos passados”.73

Em contraste com esta opinião que severamente denuncia, ela apresenta uma outra opinião que considerava como “a plataforma correta”, “em harmonia com a simplicidade da verdadeira piedade”, e “os velhos, velhos tempos… quando, sob a direção do Espírito Santo, milhares se converteram em um dia”.74 O antagonismo entre duas opiniões opostas dificilmente poderia ser delineado em termos mais rígidos em um contexto teológico do que o desacordo entre doutrinas de “espíritos sedutores” e a doutrina dos “velhos, velhos tempos” do Pentecostes original. Ela está falando acerca de duas contrastantes doutrinas da Trindade. Aqui está a primeira, atribuída explicitamente ao Dr. Kellogg e seus associados em “nossa principal corporação médica”: Sou instruída a dizer: Os sentimentos daqueles que estão buscando ideias científicas avançadas não são de confiança. São feitas representações como as seguintes: “O Pai é como a luz invisível; o Filho é como a luz incorporada; o Espírito é a luz irradiada. ” “O Pai é como o orvalho, vapor invisível; o Filho é como o orvalho acumulado de bela forma; o Espírito é como o orvalho caído no assento da vida.” Outra representação: “O Pai é como o vapor invisível; o Filho é como a nuvem de chumbo; o Espírito é chuva caída e operando em refrescante poder. ” Todas estas representações espiritualistas são simplesmente nada.

São imperfeitas, falsas. Enfraquecem e diminuem a Majestade com a qual nenhuma semelhança terrestre pode ser comparada. Deus não pode ser comparado com as coisas que suas mãos fizeram. São meras coisas terrenas, sofrendo sob a maldição de Deus por causa dos pecados do homem. O Pai não pode ser descrito pelas coisas da Terra [ênfase suprida].75

Então, na sentença seguinte, ela define o que compreende ser a verdade acerca da Divindade. O Pai é toda a plenitude da Divindade corporificada, e é invisível à vista mortal. O Filho é toda a plenitude da Divindade manifestada. A Palavra de Deus declara ser Ele “a expressa imagem da sua pessoa.” “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” Aqui é mostrada a personalidade do Pai. O consolador que Cristo prometeu enviar depois de sua ascensão ao Céu é o Espírito em toda a plenitude da Divindade, tornando manifesto o poder da graça divina a todos os que recebem a Cristo e creem nele como um salvador pessoal. Há três pessoas vivas

do trio celestial; em nome destes três grandes poderes – o Pai, o Filho, e o Espírito Santo – os que recebem a Cristo por fé viva são batizados, e estes poderes cooperarão com os súditos obedientes do Céu em seus esforços para viver a nova vida em Cristo [ênfase suprida].76

Acusando a Kellogg de estar, com sua doutrina “espiritualista” da Trindade, “se afastando da fé” que os adventistas tinham “considerado sagrada nos cinquenta anos passados”, Ellen G. White refuta claramente a afirmação de que todas as doutrinas da Trindade são a mesma e que a objeção a uma exige a rejeição de todas. Ela está distinguindo claramente entre duas variedades de trinitarianismo.

Significativamente, Ellen G. White condena a opinião da Trindade de Kellogg em termos quase idênticos àqueles usados por seu esposo Tiago em 1846, quando ele condenou o “velho credo trinitariano não escriturístico” por “espiritualizar a existência do Pai e do Filho, como duas pessoas distintas, literais e tangíveis.” Isto apoia a interpretação de que ela estava ao menos em parcial acordo com ele em 1846, e que, posteriormente, viu semelhanças entre os credos que afirmavam que Deus era “invisível, sem corpo ou membros” e as “representações espiritualistas” de Kellogg retratando a Deus sob metáforas de luz e água.

Além disso, Ellen G. White afirma que na heresia de Kellogg ela “reconhecia os mesmos sentimentos” existentes entre os ex-mileritas “espiritualizantes” de 1845 e 1846, contra os quais ela havia se oposto.77 A implicação é a de que os fanáticos “espiritualizadores” pósdesapontamento, o ensino dos credos de que Deus é sem forma e intangível, bem como os conceitos impessoais de Deus mantidos por Kellogg, tudo isso foi associado por Tiago e Ellen White sob o título geral de “teorias espiritualistas”.78

Esse fato está diretamente ligado ao presente debate porque alguns têm alegado que a opinião de Kellogg condenada por Ellen G. White é a mesma opinião da Trindade posteriormente aceita pela Igreja79 – alegação que não é apoiada pela evidência. White rejeita claramente a opinião da Trindade que faz Deus parecer distante, intocável, impessoal; e aceita um ponto de vista literal, bíblico80 da Trindade, uma opinião que mostra a Deus como incluindo três personalidades divinas individuais, que são um em natureza, caráter, propósito e amor.

Suas últimas afirmações de um Deus em três pessoas estão plenamente em harmonia com a primeira declaração de fé explicitamente trinitariana entre os adventistas do sétimo dia, escrita por F. M. Wilcox na Review and Herald em 1913.81 “Os adventistas do sétimo dia crêem” – esclareceu Wilcox – “1) na divina Trindade. Essa Trindade consiste do eterno Pai, … do Senhor Jesus Cristo, … [e] do Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade.”82

O artigo prossegue , mas neste que escrevo gostaria muito de que os leitores do mesmo pudessem fazer suas próprias conclusões, o que certamente lhes fortaleceria a fé.

Conclusão

Começo as minhas conclusões sobre o assunto o Alpha e o Ômega, lembrando que nossos pioneiros vieram de diversas outras religiões que agregavam seus conceitos e credos, os quais muitos lutaram para manter em sua nova Fé. Devo salientar que Deus não levantou a IASD com um manual de procedimentos e todas as verdades conectadas de uma vez só ou numa única publicação, o descobrimento dos conceitos que regem nossa fé hoje foram sequenciais e muito da doutrina que abraçamos hoje foram sendo descobertas através da instrução divina dada a Ellen White e algumas vezes pela utilização de outros membros que após terem trazido à tona o assunto, foram confirmados em visões e orientações que nosso Deus deu a ela, caso por exemplo dos mandamentos e do sábado como dia de guarda. Lembremo-nos que a nossa igreja pioneira não tinha aderido a esta mensagem no seu início. Dizer que a igreja está abandonando as crenças de nossos pioneiros deve ser analisada com um cuidado extremo. Algumas das alegações que tenho visto e até mesmo a aplicação da frase de Ellen White de 1849 de que: “Sabemos que temos a verdade”, esta sendo usada fora do contexto. Analisando a citação vemos que ela estava se referindo às crenças que os adventistas que agora guardavam o sábado era um diferencial entre os outros grupos de cristãos. Ela não queria dizer que não havia mais verdades a serem descobertas e que os adventistas jamais precisariam mudar qualquer de suas opiniões.

Isto torna-se logico ao passar do tempo e ao analisar seus escritos subsequentes e até mesmo uma análise mais profunda sobre o livro “Desejado de Todas as Nações” onde ela toma uma posição clara em relação a trindade. Volto a dizer que muitos de nossos irmãos pioneiros foram membros de outras religiões e que este universo de crenças povoou as decisões e opiniões de nossos líderes por um longo período até receberem divinamente as orientações que nos levaram a chegar aos dias de hoje.

Por exemplo Ellen White continuou a observar o domingo mesmo após sua primeira visão em 1844 e por quase três anos Deus não lhe revelou a verdade dobre o sábado e mesmo assim após aprender sobre este importante tema que se tornou nossa marca registrada, ela guardava o sábado seguindo o horário das 18h de sexta até as 18h de sábado. Em 1855 J.N. Andrews lhe mostrou pelas escrituras que o sábado começava no pôr do sol de sexta feira e ia até o pôr do sol de sábado. Você poderia se perguntar: Porque Deus não lhe deu esta orientação no início? Porque somente nove anos depois veio a verdade “completa” Na minha opinião Deus estava ensinando de maneira sequencial, no tempo dele e não no nosso e acredito firmemente que Ele sabe o tempo para todas as coisas. Os conflitos teológicos já eram enormes para nossos pioneiros e um manual quebrando todos os paradigmas que existiam de uma vez só certamente traria grande relutância entre os fiéis. Outro exemplo de aprendizagem com o tempo foi o da reforma da saúde que veio somente a partir de 1863. Muitos adventistas, incluindo Tiago White e Ellen White eram criadores de porcos e comiam da carne destes animais criados por eles, como era costume naquela época em várias famílias. Somente depois das orientações recebidas por Ellen White, e a publicação dos conceitos sobre saúde e temperança é que o assunto se tornou princípio entre os adventistas e ocorreu a orientação para se afastar das carnes imundas e uma orientação ao vegetarianismo. Confesso que ao escutar certa vez uma pessoa dizer que Ellen White comia carne de porco cerca de quase vinte anos após suas primeiras visões, me pareceram absurdos e até uma heresia. Achava que isto era coisa de opositores. Lembro-me de uma discussão a este respeito em que meu interlocutor disse que ela “ deu carne para Thiago que estava fraco” Aquilo era demais para mim, mas cresci, estudei e vi que era uma verdade, talvez naquele momento fora de contexto ou mesmo sem contexto algum, porém mais tarde tive a compreensão sobre o assunto e isto fruto de estudos, pessoais e não o de ouvi dizer. O ouvi dizer serve para despertar, mas não pode ser conclusivo, por isso exorto que as pessoas pesquisem.

Então chegamos aqui a algumas conclusões: Aplicar, por exemplo,  o texto de Ellen de 1849 como prova de que toda a teologia Adventista já estava formada e de que deveríamos adotar totalmente as crenças dos pioneiros daquela época, nos remeteria a quebra de alguns conceitos que hoje são básicos para qualquer adventista, seria o mesmo que dizer que podemos comer carnes impuras, guardar o sábado seguindo o horário de nossos relógios ao invés do movimento do nascer e por sol e que nossa doutrina de saúde não deve ser aplicada.

O que temos visto é que pessoas hoje estão usando argumentos e textos que não correspondem a verdade e estão fora do seu contexto histórico e escriturístico, porem estas pessoas tem angariado adeptos que procuram nova luz, mas estão caindo nas mesmas contradições e armadilhas que alguns pioneiros tiveram que enfrentar. Fica claro que algumas das teorias doutrinarias que foram lançadas em desacordo com a orientações dadas por Deus, estão de volta e fazendo hoje mais mal a nossa comunidade do que a que ocorreu nos dias em que foram lançadas.

Para mim este é o ômega das heresias, uma reedição das mesmas táticas usadas desde a sua queda do céu: pôr em dúvida nosso Deus, sua personalidade através do ataque a trindade, tentando desfazer a obra redentora e salvífica de Jesus o rebaixando a criatura e não criador e tornando o Espirito Santo uma nevoa, inexistente, sem sentimentos, impessoal. O mesmo Espirito Santo que nos convence da verdade, nos orienta no caminho, nos faz sentir vontade de estar na eternidade, além de outras heresias que já se levantaram ou ainda hão de vir. Com certeza estamos no tempo do Ômega, mas o que é de nos trazer esperança é que “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. Lucas 21:28

Saúde e paz para todos, paz com nosso Deus.

Fernando Francisco

30 de Dezembro de 2018

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O Jovem e o Mendigo! https://asprofecias.com.br/o-jovem-e-o-mendigo/ Fri, 28 Jul 2017 16:12:02 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=397 Houve um tempo em que a Irlanda era governada por um rei que não tinha nenhum filho.

O rei mandou que os mensageiros colocassem avisos em todas as cidades do reino. Os avisos diziam que todo jovem qualificado deveria se apresentar para uma entrevista com o rei que iria escolher um possível sucessor para o trono.

Todos os candidatos deveriam amar a Deus e amar os seres humanos de todas as classes e raças.

Um jovem leu o aviso e achou que ele amava a Deus e, também, amava ao próximo. Uma coisa, porém, o deixava desanimado. Ele era tão pobre que não tinha nenhuma roupa digna para apresentar-se ao rei nem tinha fundos para comprar o necessário para a longa viagem até o palácio.

Então, o jovem implorou aqui, e pediu emprestado ali, até conseguir o bastante para as roupas apropriadas e os materiais necessários.

Corretamente vestido, o jovem partiu, e tinha quase completado a viagem quando encontrou um pobre mendigo ao lado da estrada. O mendigo estava sentado, tremendo de frio, coberto apenas por trapos esfarrapados.

Ele estendeu o braço pedindo ajuda. Sua voz fraca implorou:

– Tenho fome e frio. Por favor, me ajude! Por favor…

O jovem comovido pela necessidade do mendigo imediatamente tirou suas roupas novas e vestiu os farrapos do mendigo. Sem pensar duas vezes deu para o mendigo tudo o que tinha. Então, um pouco indeciso, ele continuou a viagem rumo ao castelo vestido com os farrapos do mendigo.

Na chegada ao castelo, um criado do rei o conduziu a um grande corredor. Depois de um breve repouso, ele foi levado finalmente até a sala do trono. O jovem se curvou diante de sua majestade. Quando levantou os olhos exclamou com surpresa:

– Você…? Você não era o mendigo da estrada?

– Sim – respondeu o rei com um sorriso. – Eu era aquele mendigo.

– Mas… você não é realmente um mendigo. – gaguejou o jovem. – Você é o rei! Então, por que você fez aquilo comigo?

– Porque eu tinha que descobrir se você realmente tem amor a Deus e aos seus semelhantes. – disse o rei. – Eu sabia que se eu chegasse até você como rei, você ficaria impressionado por minha coroa e minhas roupas reais. Você teria feito qualquer coisa que eu pedisse por causa de meu poder real. Deste modo eu nunca saberia o que verdadeiramente está em seu coração. Assim eu usei um disfarce. Eu vim a você como um pobre mendigo. E descobri que você sinceramente ama a Deus e a seus semelhantes. Você será meu sucessor. – prometeu o rei. – Você herdará meu reino. (Lenda irlandesa)

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O Tapetinho Vermelho! https://asprofecias.com.br/o-tapetinho-vermelho/ Fri, 28 Jul 2017 15:34:24 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=379 Uma senhora muito simples morava em uma casinha bem humilde com a sua neta, que estava muito doente. Apesar de todos os cuidados, a menina piorava a cada dia e já não conseguia mais sair da cama. Como não tinha dinheiro para chamar um táxi e levar a neta ao médico, a mulher decidiu deixá-la sozinha e ir a pé até a cidade em busca de ajuda.

Ao chegar ao único hospital público da região, a senhora ouviu das enfermeiras que os médicos não poderiam ir até sua casa; era ela quem deveria trazer a menina para ser examinada e medicada. Desesperada e sem saber o que fazer, a avó saiu do hospital e passou a andar sem rumo certo. Ao passar em frente a uma igreja, ela resolveu entrar. Algumas senhoras estavam ajoelhadas fazendo suas orações e a avó também se ajoelhou. Ela ouviu as orações daquelas mulheres e, assim que pôde, levantou um clamor a Deus, dizendo:

_ Oi, Senhor, sou eu, Olha, Deus, a minha netinha está lá em casa, muito doente. Eu gostaria que o Senhor fosse até lá para curá-la, por favor. Anote o meu endereço, Deus: Alameda das Oliveiras, número 3.

As outras mulheres estranharam a forma com que aquela senhora orava, mas continuaram ouvindo.

_ Não tem erro, Deus. É só o Senhor seguir o caminho de terra batida e, quando passar a ponte do riacho, o Senhor pega a terceira estradinha de pedra. Passando a vendinha do Sr. Luiz, a minha casa é o último barraquinho da rua.

Naquele momento, as mulheres ao lado já não oravam. Elas só conseguiam prestar atenção na senhora e se esforçavam para não rir muito alto… A avó da menina, porém, não se importou com aquilo e prosseguiu em sua conversa com Deus:

_ Olha, Senhor. Eu tranquei a porta da frente, mas a chave fica debaixo do tapetinho vermelho. É muito fácil encontrar. Por favor, Deus, cure a minha netinha, ela tem sido a minha única alegria. Obrigado.

E quando todas haviam pensado que a oração da idosa tinha terminado, ela complementou:_ Ah! Deus, por favor, não se esqueça de trancar a porta e devolver a chave debaixo do tapetinho vermelho, senão eu não consigo entrar em casa! Até mais.

Assim que a idosa foi embora, as outras senhoras da igreja soltaram o riso e fizeram várias piadas sobre a sua oração. Uma delas disse:

_ Como pode uma pessoa nessa idade não saber fazer uma oração decente!? E voltou a rir.

Porém, velhinha teve uma grata surpresa ao chegar em casa: a neta havia saído da cama e estava sentada no chão da sala, brincando com suas bonecas. Muito alegre, a avó perguntou à menina:

_ Minha neta, você já está de pé?

E a garotinha, olhando com carinho para a avó, respondeu:

_ Um médico esteve aqui, vovó. Ele entrou no meu quarto, me deu um beijinho na testa e disse que eu iria ficar boa logo. E não é que eu fiquei boa mesmo!? Ai, vovó… Aquele médico era tão bonito, sua roupa era tão branquinha que parecia brilhar. Ah, ele mandou dizer pra senhora que foi muito fácil achar a nossa casa e que ia deixar a chave debaixo do tapetinho vermelho, do jeito que a senhora pediu.

“Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações conhece a intenção do Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus” (Romanos 8:26-27).

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Ebook Livro “Dias de Trovão” liberado para leitura! https://asprofecias.com.br/ebook-livro-dias-de-trovao-liberado-para-leitura/ Sun, 11 Sep 2016 02:36:09 +0000 https://profeciadoarmagedom.wordpress.com/?p=282
Olá amcapa-de-livro-dias-de-trovao200igos, estou liberando a edição em Ebook como arquivo Epub que pode ser lido em qualquer mobile ou computador, do meu livro “Dias de Trovão”. Escrevi este livro em 2004 e nele narro a historia de Frank e David, duas pessoas em caminhos opostos mas que terão grande influência entre seus amigos e suas família. A historia é ambientada no período anterior a volta de Cristo e com bases nas profecias do tempo do fim, com ações de hackers, espionagem, decisões de governos, implante de micro chip, fuga para longe das cidades e como descrevo na capa fica o convite para que você leia e possa responder a pergunta: “Como será viver num mundo sem o dinheiro na forma que conhecemos? Um mundo sem roubos, drogas, sequestros e todo tipo de crime que o ser humano pratica para poder ajuntar fortunas.Como será viver num mundo onde todas as pessoas são marcadas e vigiadas. E você estaria disposto a pagar para poder ter paz e segurança?
Leiam o livro e me mandem suas opiniões. Um abraço e boa leitura.
Para fazer download  preencha o formulário abaixo e já liberamos o link para baixar o arquivo.
grato
Fernando Francisco
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O fim do dinheiro https://asprofecias.com.br/o-fim-do-dinheiro/ Sat, 06 Oct 2012 11:15:11 +0000 http://profeciadoarmagedom.wordpress.com/?p=19 Nós matamos o tempo e o tempo nos enterra.
Machado de Assis (1839-1908), escritor

Se você ainda não ouviu falar do SPB, não perca mais tempo: a TED desembarcou  na vida do dinheiro nosso de cada dia. Com o novo Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), os cheques e os DOCs acima de determinado valor passam a ser substituídos pela Transferência Eletrônica Disponível (TED).

Como é que é? Os pagamentos/recebimentos entre clientes de um mesmo banco ou entre clientes de bancos diversos passam a ser lançados em tempo real nas duas contas. O valor transferido fica disponível no ato. Não pode ser sustado nem devolvido. É dinheiro vivo e não uma “promessa de pagamento”. É o fim do cheque-voador.

Que tal ser correntista de todos os bancos a um só tempo? Que tal ser dono literal do próprio dinheiro? Sim, com acesso ao próprio depósito bancário em qualquer agência de qualquer banco em qualquer cidade? Mesmo que o banco seja pequeno, com poucas agências? Sim, a operação é sistêmica, em rede nacional.

Para Luiz Fernando Figueiredo, diretor de Política Monetária do Banco Central, o novo SPB vai trocar as bolas: o cliente era refém do banco e agora o banco torna-se refém do cliente. Fidelizar a clientela é preciso. Até porque, o custo (e o trabalho) de trocar um banco por outro vai ficar bem menor. Os bancos terão de agregar valor ao serviço prestado, ao produto oferecido e à tarifa cobrada – antes que a concorrência faça tudo isso num simples clique.

Clique, eis a questão. Roberto Luis Troster, economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), diz que o novo SPB é a ponta do iceberg de um longo e custoso processo de informatização do sistema financeiro nacional, escoltado por um vasto esquema de reestruturação jurídica e o operacional do setor.

A mudança menos visível do novo SPB (inaugurado ontem) é certamente a mais profunda: o risco sistêmico de bancos a perigo desloca-se do Tesouro Nacional (com o bolso de toda a sociedade brasileira) para o próprio usineiro do risco – o sistema financeiro. E a redução do risco potencial dá-se, doravante, pela impossibilidade de um banco sem lastro continuar operando no dia mesmo em que se pilhar a descoberto – sua posição estará transparente para todo o sistema, minuto a minuto, em tempo real “on-line”.

Roberto Luis Troster pondera que, na medida em que amplia a segurança, a competição e a liquidez do sistema financeiro em geral, o novo SPB tende a reduzir, gradativamente, as elevadas taxas de juros praticadas no Brasil. A segurança maior reduz a “cunha de risco” que cada banco impõe a todos os clientes, sólidos ou não. Redução tanto maior quanto mais feroz a concorrência e mais veloz a liquidez do sistema. Amém.

O sistema financeiro (bancos, fundos, bolsas e câmbio) realiza preparativos onerosos desde 1999 (ainda antes do abortado “bug” do milênio). E a decolagem oficial do SPB, desde ontem, se faz por etapas calibradas por uma cautela digna de uma operação “zero defect”. A partir de ordens de no mínimo R$ 5 milhões.

O consultor Antonio Hermann Azevedo sustenta que, em mais dois anos, se tanto, todos os pagamentos em banco, de qualquer valor, estarão a bordo da TED. O cheque e o DOC vão acabar fazendo companhia à ariranha e ao mico-leão: raças em extinção.

A viabilidade tecnológica do novo SPB, a da operação on-line e em multi-rede bancária (intranet, extranet e internet), apruma-se para a nova banda digital com espectro de largura quase infinita. Haverá espaço e tempo em rede para tudo e para todos. Aí, sim, teremos o advento da moeda digital em banco virtual. No cartão. Fim do dinheiro físico

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