Artigos – As Profecias https://asprofecias.com.br Sat, 17 Sep 2022 20:11:16 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://asprofecias.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cropped-icone-512pi-1-32x32.jpg Artigos – As Profecias https://asprofecias.com.br 32 32 A figueira sem frutos e suas lições! https://asprofecias.com.br/a-figueira-sem-frutos-e-suas-licoes/ Wed, 13 Jul 2022 14:06:01 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=3850

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Manual do fim do mundo ” Por quê as pessoas adoram ídolos? Parte II https://asprofecias.com.br/manual-do-fim-do-mundo-por-que-as-pessoas-adoram-idolos-parte-ii/ Sat, 23 Apr 2022 17:40:52 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=3836 Neste vídeo vamos apresentar como a adoração a ídolos é perigosa. Vamos Ver como a idolatria entrou em Israel no tempo dos reis e como ela chegou até a Igreja Cristã, ainda no inicio do seu nascimento. Como a igreja assumiu os costumes que vemos hoje e que são realmente parecidos com o paganismo.

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Liberdade Religiosa, o Cavalo de Troia dentro da Igreja https://asprofecias.com.br/liberdade-religiosa-o-cavalo-de-troia-dentro-da-igreja/ Wed, 27 Oct 2021 14:56:00 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=3796 Em apocalipse 13 vemos a formação de um sistema religioso que buscara fazer oposição aos filhos de Deus. Baseados na interpretação bíblica original, vemos a primeira besta, que sobe do mar “E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia. Apocalipse 13:1e a identificamos como sendo o poder papal. Este poder contará com o apoio amplo e irrestrito da segunda besta “E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada. Apocalipse 13:11,12”  a qual identificamos como sendo os Estados Unidos da América. Vimos ainda que este segundo poder “E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia. Apocalipse 13:14  

 A interpretação que temos sobre o que representa está “imagem” é que através de aplicações de leis, o papado tenha um poder semelhante ao que teve durante o seu reinado antes da “ferida mortal” Ou seja, o retorno de um sistema onde o Estado se submete à religião.

Esta imagem já vem se formalizando através das ações movidas pela igreja católica, principalmente neste “reinado” do Papa Francisco, que prega e se organiza com outros representantes religiosos, para que leis sejam criadas com o fim de preservação, por exemplo, da natureza, mas que por detrás disto encontra-se a instituição do domingo como dia oficial de guarda, conforme já profetizado.

Mas há no cenário jurídico outras ações que ajudarão à formação desta imagem, e infelizmente, uma delas ocorre em nosso “quintal” e já foi promulgada. Trata-se da “LEI Nº 17.346, DE 12 DE MARÇO DE 2021 que trata sobre a LIBERDADE RELIGIOSA

É até contraditório que a religião, adventistas, que mais sofrerão com a “imagem da besta” seja a que acaba a ajudar a promulgar uma lei que lhe imporá uma mordaça em todos os sentidos, com punições que vão do absurdo de valores como penalidades e multas.

Desde o lançamento da ABLIRC Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania, a qual fiz parte em sua formação original, tinha minhas dúvidas sobre até onde isto iria nos levar, afinal, desconfiava que um dia isto poderia se voltar contra nós mesmos. É inegável a nossa participação ativa como instituição, igreja Adventista do Sétimo Dia, neste assunto, tendo o apoio à direção e até mesmo a criação de um departamento específico dentro de nossa instituição a nível nacional e internacional.

Também é inegável que a criação da associação e dos departamentos em nossas igrejas e esferas administrativas, tinham como motivação preservar os nossos direitos constitucionais os quais eram violados, principalmente, pela questão da guarda do sábado, o que trazia prejuízos e intolerância para nosso povo. Conheci pessoalmente os administradores e nem por um fio duvido das suas intenções e comprometimento com a verdade que defendemos,

porém e infelizmente, este “departamento” cresceu e tomou pernas próprias e passou a ser cobiçado por outras instituições e hoje vemos que o “Cavalo de Troia” abriu o seu compartimento secreto e vem a atacar o povo que praticamente deu origem na defesa dos direitos.

Esta lei a qual me referi, irá cercear a liberdade de pregação das profecias e do evangelho ao qual estamos comprometidos desde a fundação de nossa igreja. Ela pune, e já estou conjugando no presente porque desde março de 2021 já está em vigor, aqueles que de alguma forma, quer nos púlpitos, tv, mídias e impressos ou qualquer outra forma de expressão, possa ferir os sentimentos de outros cristãos ou segmentos religiosos, mesmo que se esteja embasado na própria palavra de Deus.

A punição estabelecida vai de 200 a até 3000 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo – UFESPs que vale hoje R$ 29,09 , ou seja de R$ 5.818,00 a R$ 87.270,00 se for réu primário e o dobro se for reincidente ou até 10 vezes isto

Esta lei começou sorrateiramente e foi tomando forma e agora o Estado tem como punir, obrigatoriamente, qualquer cidadão que for denunciado por outro que se sentir ofendido e este pode exercer seu direito de processar aquele que de alguma forma lhe impôs algum tipo de constrangimento, outra palavra que será amplamente utilizada.

Para se ter a ideia da gravidade do que estamos alertando, veja estes exemplos: Se eu pregar que a besta de apocalipse 13 é a igreja católica, qualquer pessoa pode entrar com uma ação, não necessariamente a instituição Igreja Católica precisa fazer isto, mas basta um membro dela se sentir ofendido e declarar-se constrangido por minha pregação, quer seja, como falei, por qualquer meio de divulgação. O mesmo se aplica à outras formas de religiosidade, como com os umbandistas, espiritas, cristãos em suas várias vertentes e assim por diante.

A inflação pode ser aumentada em até 10 vezes se for utilizado os meios de comunicação das mídias sociais e internet.

Aliás, esta pena maior será também se a “ofensa” for praticada por meios de comunicação televisivo e radiofônicos, com sansões que poderão chegar até mesmo suspenção da outorga e licenças de funcionamento. Isto vale para as igrejas que tem a licença de funcionamento aplicada pelo município.

No caso das escolas, a lei garante a liberdade de expressão para as “Escolas Confessionais particulares” caso do colégio Adventista, PUC colégios Batistas etc…

Porém se um aluno se sentir ridicularizado pelo professor devido a sua crença, ou este lhe impor algum ensinamento que vai contra seus princípios, este poderá requerer seus direitos e entrar com a ação junto ao ministério da justiça do estado. Ou seja, se um professor fizer alguma referencia das nossas crenças e entrar em discussão com um aluno de outra crença, ele pode ser processado e a entidade responderá civilmente.

Agora some a isto a insegurança jurídica que estamos vivendo no Brasil, onde os órgãos institucionais estão reinterpretando e até mesmo aplicando sansões inconstitucionais de acordo com suas convicções pessoais e não no que a lei expressa. Hoje o cidadão não tem mais a quem recorrer e estamos vendo direitos de liberdade de expressão sendo impedidos e punidos.

Não estou falando de política e nem politizando, estou alertando que se aqueles a quem é dado o direito de expressão pela constituição estão sendo punidos, o que se fará com aqueles que não tem esta “proteção constitucional” se for aplicado os ditames da lei que estamos analisando e que, alerto, já está em vigor.

Se não estão ocorrendo casos de cerceamento e aplicação da lei da liberdade religiosa, é porque ainda há o desconhecimento da grande maioria, mas certamente os líderes religiosos logo estarão exercendo o seu “direito” em nos calar, semelhante ao que ocorria na idade média, pois o ofendido não tem que entrar ele mesmo com uma ação, basta denunciar e fundamentar a sua indignação junto Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo e a está caberá no prazo de 10 dias, ouvir o reclamante e no prazo de 60 dias apurar fazer as diligencias cabíveis (pois é tratado como crime) e receber defesa do indiciando. Em 30 dias após o último ato do processual manifestar sua conclusão. As multas pertencem ao estado que destinará para a Educação e as que não forem pagas estarão sujeitas ao que diz a  Lei n.º 6.830, de 22 de setembro de 1980, que implica na inclusão do nome na “Dívida Ativa” com penalidades de pagamento ou execução judiciaria acrescidos de Multas, juros e penhora de bens.

O que ocorre é que se projetou medidas olhando para os nossos direitos e no final deu-se o direito a aqueles que um dia dependeriam de leis para nós punir.

A imagem da besta começou a se formar mais claramente em nossos dias. Em breve teremos que passar por duras provas. E foi a igreja que acabou atraindo para si as punições, aos moldes da idade média, onde o delator só precisava apontar o “agressor” e a própria igreja, na época revestida dos diretos do estado, punia. Hoje a igreja profetizada em apocalipse 13, utilizará o estado como ferramenta para fazer este ato.

 

LEI Nº 17.346, DE 12 DE MARÇO DE 2021

(Projeto de lei nº 854, de 2019, da Deputada Dra. Damaris Moura – PHS)

Institui a Lei Estadual de Liberdade Religiosa no Estado de São Paulo e dá outras providências

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:

CAPÍTULO I
Das Disposições Preliminares
Seção I
Da Instituição de Lei Estadual de Liberdade Religiosa no Estado de São Paulo

Artigo 1º – Fica instituída a Lei Estadual de Liberdade Religiosa no Estado de São Paulo, que se destina a combater toda e qualquer forma de intolerância religiosa, discriminação religiosa e desigualdades motivadas em função da fé e do credo religioso que possam atingir, coletiva ou individualmente, os membros da sociedade civil, protegendo e garantindo, assim, o direito constitucional fundamental à liberdade religiosa a toda população do Estado de São Paulo.
Parágrafo único – O direito de liberdade religiosa compreende as liberdades de consciência, pensamento, discurso, culto, pregação e organização religiosa, tanto na esfera pública quanto na esfera privada, constituindo-se como direito fundamental a uma identidade religiosa e pessoal de todos os cidadãos, conforme a Constituição Federal, a Declaração Universal dos Direitos Humanos e o Direito Internacional aplicável.

SEÇÃO III
Das Definições

Artigo 7º – Para os fins desta Lei considera-se:
I – intolerância religiosa: o cerceamento à livre manifestação religiosa, bem como o assédio e os atos de violência em ambiente de trabalho, instituições educacionais, estabelecimentos de saúde ou quaisquer outros ambientes públicos ou privados;
II – discriminação religiosa: toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na confissão religiosa, que tenha por objetivo anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício, em igualdade de condições, de direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou em qualquer outro campo da vida pública ou privada;
III – desigualdade religiosa: as situações de diferenciação de acesso e gozo de bens, serviços e oportunidades, nas esferas pública e privada, motivadas em função da confissão religiosa;
IV – políticas públicas: são as reações a anseios sociais, por vezes garantidos constitucionalmente, que, por meio de normas e atos jurídicos, são concretizados através de ações governamentais específicas que alcancem o fim pretendido; e,

V – ações afirmativas: as políticas públicas adotadas pelo Estado e por iniciativas da sociedade civil, para a prática e o incentivo da liberdade religiosa, em condições de igualdade e respeito entre as diversas crenças.

CAPÍTULO II
Dos Direitos Individuais da Liberdade Religiosa
SEÇÃO I
Disposições gerais

Artigo 15 – O direito à liberdade religiosa compreende especialmente as seguintes liberdades civis fundamentais:

X – observar dias de guarda e de festividades e cerimônias de acordo com os preceitos da religião ou convicção;

SEÇÃO III
Da Objeção de Consciência

CAPÍTULO V
Das Ações do Estado na Defesa da Liberdade Religiosa e Enfrentamento da Intolerância Religiosa

Artigo 41 – O Estado de São Paulo deve prevenir e combater casos de violência, discriminação e intolerância fundadas na religião ou crença, em especial através da realização de investigações eficazes, no que compete ao Estado, que combatam a impunidade.

CAPÍTULO XI
Das Violações à Liberdade Religiosa e as Sanções Administrativas

SEÇÃO I
Das Premissas Quanto às Infrações e Sanções Administrativas Decorrentes da Violação à Liberdade Religiosa

Artigo 54 – A discriminação entre indivíduos por motivos de religião ou de convicções constitui uma ofensa à dignidade humana e deve ser condenada como uma violação dos direitos humanos e das liberdades civis fundamentais proclamados na Constituição Federal, na Declaração Universal de Direitos Humanos e enunciados detalhadamente nos pactos internacionais de direitos humanos, além de constituir um obstáculo para as relações amistosas e pacíficas entre as nações.
Artigo 55 – A violação à liberdade religiosa sujeita o infrator às sanções de natureza administrativas previstas na presente Lei, sem prejuízo das sanções previstas no Código Penal, além de respectiva responsabilização civil pelos danos provocados.

Parágrafo único – Entende-se por intolerância e discriminação baseadas na religião ou na crença:
1. toda distinção, exclusão, restrição ou preferência fundada na religião ou nas crenças e cujo fim ou efeito seja a abolição ou o término do reconhecimento, gozo e exercício, em condições de igualdade, dos direitos humanos e das liberdades fundamentais;

SEÇÃO II
Das Infrações Administrativas à Liberdade Religiosa e as Sanções Administrativas (O governo do Estado de São Paulo divulgou o novo valor da Unidade Fiscal do Estado de São Paulo – Ufesp para o ano 2021. Então, o valor, para o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2021, será de R$ 29,09)

I – multa administrativa de 200 (duzentas) a 3000 (três mil) Unidades Fiscais do Estado de São Paulo – UFESPs, (de R$ 5.818,00 a R$ 87.270,00) no caso do infrator ser primário;
II – em caso de reincidência, a aplicação em dobro da multa administrativa anteriormente cominada, podendo a multa ser cumulada com a sanção administrativa de suspensão, por até 90 (noventa) dias, da licença/autorização de funcionamento, de atividades e serviços cuja outorga fora concedida pela administração direta ou indireta do Estado de São Paulo, quando couber.
Parágrafo único – Incorre na mesma sanção administrativa quem, por motivo de discriminação religiosa, obstar a promoção funcional, obstar outra forma de benefício profissional ou proporcionar ao servidor público e também ao empregado tratamento diferenciado no ambiente de trabalho, especialmente quanto à remuneração.

Artigo 63 – Praticar, induzir ou incitar a discriminação religiosa enseja:
I – multa administrativa de 200 (duzentas) a 3000 (três mil) Unidades Fiscais do Estado de São Paulo – UFESPs, no caso do infrator ser primário;
II – em caso de reincidência, a aplicação em dobro da multa administrativa anteriormente cominada, podendo a multa ser cumulada com a sanção administrativa de suspensão, por até 90 (noventa) dias, da licença/autorização de funcionamento, de atividades e serviços cuja outorga fora concedida pela administração direta ou indireta do Estado de São Paulo, quando couber.

NO ÂMBITO ACADÊMICO

Artigo 69 – Incutir em alunos, valendo-se da posição de superioridade hierárquica de professor, convicções religiosas e ideológicas que violem a liberdade religiosa.

I – multa administrativa de 200 (duzentas) a 3000 (três mil) Unidades Fiscais do Estado de São Paulo – UFESPs, no caso do infrator ser primário;
II – vetado.
Parágrafo único – As aulas de ensino religioso ministradas nas escolas confessionais nos termos previstos no inciso II, do art. 20 da Lei nº 9.394, 20 de dezembro de 1996 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação não constituem violação à liberdade religiosa, tampouco implicam na infração administrativa prevista no caput.
Artigo 70 – Escarnecer dos alunos e de seus familiares em razão de crença, valendo-se da posição de superioridade hierárquica de professor.
I – multa administrativa de 200 (duzentas) a 3000 (três mil) Unidades Fiscais do Estado de São Paulo – UFESPs, no caso do infrator ser primário;
II – vetado.
Artigo 71 – Os valores das multas administrativas poderão ser elevados em até 10 (dez) vezes, quando for verificado que, em razão do porte do estabelecimento ou instituição, no caso de pessoas jurídicas, as sanções resultarão inócuas.

Artigo 72 – Se quaisquer das infrações administrativas previstas nos artigos anteriores forem cometidas por intermédio dos meios de comunicação social, redes sociais na internet, ou publicação de qualquer natureza os valores das multas poderão ser elevados em até 10 (dez) vezes.

Parágrafo único – Na hipótese do caput, a autoridade competente para apuração das infrações administrativas poderá pleitear ao Poder Judiciário, sob pena de desobediência:
1. o recolhimento imediato ou a busca e apreensão dos exemplares do material respectivo;
2. a cessação das respectivas transmissões radiofônicas ou televisivas;
3. a cessação das respectivas transmissões radiofônicas, televisivas, eletrônicas ou da publicação por qualquer meio;
4. a interdição das respectivas mensagens ou páginas de informação na rede mundial de computadores.
Artigo 73 – Serão levados em consideração na aplicação das sanções administrativas:
I – a gravidade da infração;
II – o efeito negativo produzido pela infração;
III – a situação econômica do infrator;
IV – a reincidência.

Artigo 74 – São passíveis de punição, na forma da presente lei, a administração direta e indireta e seus agentes públicos; agentes políticos; servidores públicos civis e militares; os concessionários, permissionários e qualquer contratado e delegatário do Estado; entidades parceiras e conveniadas com o Estado; escolas privadas com funcionamento autorizado pelo estado; organizações religiosas; e, ainda, qualquer instituição, grupo de pessoas ou particulares, os cidadãos e qualquer organização social ou empresa, com ou sem fins lucrativos, de caráter privado, instaladas no Estado de São Paulo, que intentarem contra o que dispõe esta lei.

SEÇÃO III
Do Processo Administrativo de Apuração das Infrações Administrativas e Aplicação das Sanções Administrativas

Artigo 75 – A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta lei será apurada em processo administrativo, que terá início mediante:
I – reclamação do ofendido;
II – ato ou ofício de autoridade competente; ou
III – comunicado de organizações não governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.
Artigo 76 – As denúncias de infrações serão apuradas, mediante manifestação do ofendido ou de seu representante legal, pela Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo, que deverá seguir os seguintes procedimentos:I – a autoridade competente tomará o depoimento pessoal do reclamante no prazo de 10 (dez) dias;
II – a fase instrutória, na qual serão produzidas as provas pertinentes e realizadas as diligências cabíveis, terá o prazo de conclusão de 60 (sessenta) dias, garantidas a ciência das partes e a possibilidade da produção probatória e do contraditório;
III – é facultada a oitiva do reclamante e do reclamado, em qualquer fase deste procedimento;
IV – finda a fase instrutória, será facultada a manifestação do reclamante e do reclamado;
V – por fim, será proferido relatório conclusivo no prazo máximo de 30 (trinta) dias do último ato processual, sendo encaminhado para decisão da Secretaria da Justiça e Cidadania.
§ 1º– Os prazos previstos neste artigo admitem prorrogação por até duas vezes, desde que devidamente justificada.
§ 2º – As pessoas jurídicas serão representadas por seus administradores ou prepostos, sendo válida a ciência dos atos procedimentais feita pela entrega de Aviso de Recebimento na sede da pessoa jurídica.
Artigo 77 – Os recursos provenientes das multas estabelecidas por esta lei serão destinados para campanhas educativas.
Artigo 78 – Em observância aos princípios da proporcionalidade e razoabilidade, é permitida a justificada compensação de sanções administrativas pela autoridade competente, tanto na fase de fixação quanto na fase de execução da sanção administrativa, desde que o infrator comprove ter-lhe sido imposta sanção administrativa decorrente da mesma infração administrativa por outro ente federativo.
Artigo 79 – As multas não pagas serão inscritas na dívida ativa do Estado de São Paulo e ficarão passíveis de execução fiscal, nos termos da Lei n.º 6.830, de 22 de setembro de 1980.

CAPÍTULO XII
Das Disposições Finais

Artigo 80 – A autoridade competente que, tendo conhecimento das infrações previstas nesta lei, não adotar providências para a apuração dos fatos será responsabilizada penal, civil e administrativamente nos termos da legislação específica aplicável.
Artigo 81 – Vetado.
Artigo 82 – As despesas decorrentes da implantação desta lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Artigo 83 – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 12 de março de 2021
JOÃO DORIA
Rossieli Soares da Silva
Secretário da Educação
Fernando José da Costa
Secretário da Justiça e Cidadania
Mauro Ricardo Machado Costa
Secretário de Projetos, Orçamento e Gestão
Antonio Carlos Rizeque Malufe
Secretário Executivo, respondendo pelo expediente da Casa Civil
Publicada na Assessoria Técnica da Casa Civil, em 12 de março de 2021.

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Cantata “O REI DAS NAÇÕES” https://asprofecias.com.br/cantata-o-rei-das-nacoes/ Fri, 09 Jul 2021 13:23:25 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=3733 Este artigo não é uma questão de empreendedorismo ou mesmo um dos assuntos que tratamos em nosso site no dia a dia, embora possa afirmar que produzir conteúdo para web, bom conteúdo diga-se de passagem, é uma forma de empreender. Mas hoje estou deixando o link para uma produção que achei muito interessante e com conteúdo que certamente irá te ajudar a entender quem é o nosso Deus. É uma cantata baseada na Bíblia do Êxodo ao Apocalipse contando a historia da salvação e abordando as narrativas dos heróis bíblicos. A obra é toda ilustrada produzida pela Professora Myrtes Ribeiro chamada “O REI DAS NAÇÕES” Vale a pena assistir.

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Papa usa o mandamento do sábado para ensinar fiéis a guardar o domingo! https://asprofecias.com.br/papa-usa-o-mandamento-do-sabado-para-ensinar-fieis-a-guardar-o-domingo/ Sat, 25 Jan 2020 21:32:39 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=886 Papa Francisco chama os fieis para quardarem o Domingo como se guarda o mandamento do sábado! è interessante esta colocação pois demosntra o conhecimento dos madamentos e prepara a sua igreja para uma nova maneira de se reverenciar o domingo. Neste artigo quero mostrar o que o papado esta fazendo para preparar o caminho para um edito que terá a aprovação da grande maioria dos Cristãos

Em outro artigo, Um Atentado a Liberdade, apresento este tema com mais profundidade e aconselho um estudo completo sobre este assunto, pois certamente a decisão que teremos que tomar quanto a obediencia do mandamento, como Deus o passou, ou se iremos acomodar a situação aceitando a guarda de um dia não determinado por nosso Deus irá determinar se iremos ou não para eternidade.

Estou colocando abaixo o sermão pregado

Papa: Domingo é dia de fazer as pazes com a vida

Em sua catequese na Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa Francisco falou sobre “o dia do repouso” para os cristãos: “Tanta gente, tanta, que tem a possibilidade de divertir-se, e não vivem em paz com a vida. Domingo é dia de fazer as pazes com a vida, dizendo, a vida é preciosa! Não é fácil, às vezes é doloroso, mas é preciosa”.

Jackson erpen – Cidade do Vaticano

O verdadeiro sentido do repouso. Dando continuidade a sua série de catequeses sobre o Decálogo, o Papa falou nesta quarta-feira aos mais de 13 mil fiéis presentes na Praça São Pedro sobre o repouso como “momento de contemplação e louvor”, “é a bênção da realidade”. Francisco recordou ainda a necessidade de nos reconciliarmos com nossa própria história, pois a verdadeira paz, não é mudá-la, mas dar as boas-vindas e valorizá-la.”

“O dia do repouso” de que fala o Livro do Êxodo “parece um mandamento fácil de ser cumprido – observa – mas é uma impressão errada”, pois “existe o repouso falso e o repouso verdadeiro. Como reconhecê-los?”, pergunta o Papa.

“A sociedade de hoje está sedenta por entretenimento e férias. A indústria da distração – escutem bem, a indústria da distração – é muito florescente e a publicidade desenha o mundo ideal como um grande parque de diversões onde todos se divertem. O conceito de vida dominante hoje não tem o centro de gravidade em atividade e compromisso, mas na evasão. Ganhar dinheiro para divertir-se, satisfazer-se. A imagem-modelo é a de uma pessoa de sucesso que pode permitir-se amplos e diversos espaços de prazer”.

Divertimento que não é repouso

“Mas essa mentalidade – chama a atenção o Santo Padre –  desliza para a insatisfação de uma existência anestesiada pelo divertimento que não é repouso, mas alienação e fuga da realidade. O homem nunca repousou tanto quanto hoje, e ao mesmo tempo o homem nunca experimentou tanto vazio como hoje! As possibilidades de divertir-se, sair, cruzeiros, viagens. Tanta coisa…não te dão a plenitude do coração, mais ainda, não te dão repouso.”LEIA TAMBÉM05/09/2018

Audiência Geral de 5 de setembro de 2018

Neste sentido, as palavras dos Decálogo lançam uma luz sobre o que é o repouso. “O mandamento – explica o Papa – tem um elemento peculiar: fornece uma motivação. O repouso no nome do Senhor tem um motivo preciso”. Depois de ter trabalhado por seis dias, no sétimo repousou, “por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o consagrou”.

Dia da contemplação e da bênção

Ou seja, no sétimo dia, “inicia o dia do repouso, que é a alegria de Deus por aquilo que criou. É o dia da contemplação e da bênção”. Assim, o repouso segundo este mandamento é “o momento da contemplação, do louvor, não da evasão. É o tempo para olhar a realidade e dizer: como é bela a vida!”. Assim, “ao repouso como fuga da realidade, o Decálogo opõe o repouso como bênção da realidade”:

“Para nós, cristãos, o centro do Dia do Senhor, o domingo, é a Eucaristia, que significa “ação de graças”. É o dia para dizer a Deus: obrigado, obrigado Senhor, obrigado pela vida, pela sua misericórdia, por todos os seus dons. O domingo não é o dia para esquecer os outros dias, mas para recordá-los, abençoá-los e fazer as pazes com a vida, fazer as pazes com a vida. Tantas pessoas, tantas, que têm a possibilidade de divertir-se, e não vivem em paz com a vida. Domingo é dia de fazer as pazes com a vida dizendo: a vida é preciosa! Não é fácil, às vezes é doloroso, mas é preciosa”.

Reconciliar-se com a própria história

Ser introduzido no repouso autêntico é uma obra de Deus em nós, afirma o Papa,  mas exige que nos afastemos da maldição e do seu encanto. Inclinando o coração para a infelicidade, de fato, enfatizar as razões do descontentamento é muito fácil. Bênção e alegria implicam uma abertura para o bem que é um movimento adulto do coração. O bem é afável e nunca se impõe. Deve ser escolhido:

“A paz se escolhe, não pode ser imposta e não pode ser encontrada por acaso. Afastando-se das dobras amargas de seu coração, o homem tem necessidade de fazer as pazes com aquilo de que ele foge. É necessário reconciliar-se com a própria história, com fatos que não se aceitam, com as partes difíceis da existência. A verdadeira paz, de fato, não é mudar a própria história, mas dar as boas-vindas e valorizá-la, assim como aconteceu.”

O Pontífice recorda que muitas vezes encontramos cristãos doentes e que nos consolam “com uma serenidade que não é encontrada nos alegres e hedonistas”.

Da mesma forma, “vimos pessoas humildes e pobres alegrarem-se por pequenas graças, com uma felicidade que sabia de eternidade”.

A vida torna-se bela quando começamos a pensar bem dela

Maria fez a escolha pela vida, que tornou-se o seu “fiat”, “uma abertura ao Espírito Santo que nos coloca nas pegadas de Cristo, Aquele que se entrega ao Pai no momento mais dramático e assim segue o caminho que leva à ressurreição.

A vida se torna bela – disse o Papa ao concluir – “quando se começa a pensar bem dela, seja qual for a nossa história (…) quando o coração está aberto à Providência e o que o Salmo diz é verdade: “Somente em Deus repousa a minha alma”.

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O Perigo oculto dos stents https://asprofecias.com.br/o-perigo-oculto-dos-stents/ Fri, 03 Jan 2020 16:19:08 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=879 Estou escrevendo este artigo para compartilhar com amigos a minha historia e o meu testemunho. Sei que as informações que passarei ajudarão a muitos a tomarem uma decisão de procurar obter todas as informações concernentes a sua saúde pós operatória, uma angioplastia ou cateterismo com implante de stent. Após diversas pesquisas e entrevistas com médicos, pude levantar algumas questões que poderão realmente salvar vidas. O desconhecimento e falta de informações complementares para quem sofre este tipo de intervenção cirúrgica é tremenda. Para iniciarmos este relato quero deixar uma frase que poderá nortear sua decisão daqui por diante:

O implante de stent não é a solução final, mas o inicio de uma jornada que se faz a passos rápidos!

Voce entenderá o que isto quer dizer ao assistir o vídeo.

O Stent é uma evolução da medicina que devemos agradecer, mas ainda há perigos e altos riscos para quem tem a necessidade de usar a tecnologia.   A própria medicina já providenciou uma saída mais eficaz quando lançou os stents revestidos, chamados Farmacológicos, porem anualmente milhares pessoas continuam correndo os mesmos riscos pensando já estarem salvas, pois os stents convencionais tem um alto risco de rejeição pelo corpo humano.  Neste vídeo compartilho as informações que obtive através de pesquisas e entrevistas com médicos e profissionais da saúde que irão te surpreender. Não é venda e nem curso, é informação que pode salvar sua vida.

Historia do Stent

Textos retirados da Revista Brasileira de Cardiologia. Invasiva vol.17 no.2 São Paulo Apr./June 2009

Carlos A. M. Gottschall Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul/Fundação Universitária de Cardiologia – Porto Alegre, RS, Brasil

1929-2009: 80 Years of cardiac catheterization – a history within history

http://dx.doi.org/10.1590/S2179-83972009000200019

…O quarto grande avanço da ciencia médica foi os stents: Outro fundamental e revolucionário avanço, que mudou a face da angioplastia, foi o stent, cuja concepção já é bem antiga. Experiências de Aléxis Carrel145 em cachorros, em 1912, fizeram surgir a ideia de “intubações permanentes” em vasos traumatizados, tratando-os com próteses vítreas em forma de tubo. Muito depois, Dotter146,147 implantou tubos plásticos e metálicos, trabalhando também com nitinol (um alógeno de níquel e titânio que se expande a um tamanho predeterminado), em artérias de cachorros porque seu método de dilatações sucessivas produzia muitas tromboses. Assim, já na década de 1970 Dotter146 avançara o conceito de próteses metálicas endoluminais para manter as artérias coronárias abertas. A ideia básica por trás disso é proteger a parede arterial de cortes, traumas e rupturas produzidas por intubações sucessivas ou aterótomos.

Embora o termo “stent” já fosse usado na Inglaterra desde o século XIV como designativo de um instrumento para espalhar redes de pesca nos rios, no que tange à angioplastia considera-se que proveio do nome do dentista Charles Stent, inventor de materiais médicos no século XIX, entre os quais uma substância plástica usada na 1ª Guerra Mundial para estabilizar transplantes de pele, chamados de “stents moldes”. Depois o termo stent passou a ser usado nas áreas de cirurgia oral e plástica e a seguir expandiu-se para outros tipos de suportes artificiais para tecido humano, em sequência, para suporte tubular na cirurgia cardiovascular, em 1966, e em cardiologia intervencionista a partir de 1987.

As preparações iniciais dos modernos stents expansíveis começaram com Cragg et al.148, em 1982, e Palmaz et al.149 pouco depois. Entretanto, não foram usadas em pacientes até 1984, quando Sigwart et al.150, na Suíça, utilizaram uma estrutura tubular autoexpansiva, feita de fina rede de aço inoxidável, em artérias periféricas e depois nas artérias coronárias, que foi chamada wallstent, visando diminuir os inaceitáveis índices de reestenose pós-balão. Para implantar esse primitivo stent desenvolveram um sistema capaz de remover sem fricção a membrana constritora envolvente; depois, o stent podia ser dilatado por balão. O tratamento farmacológico constava de 1 g de aspirina no dia anterior e após, 15.000 unidades de heparina intravenosa imediatamente antes do procedimento, e 50.000 a 100.000 unidades de uroquinase durante o procedimento, infundidas lentamente na artéria coronária pelo cateter-guia. Heparina intravenosa continuava no pósoperatório até que a anticoagulação oral com cumarínicos se tornasse efetiva. Todos os pacientes recebiam bloqueadores de canais de cálcio, 330 mg de aspirina e 75 mg de dipiridamol por dia, iniciando quatro a oito horas após o procedimento. Mesmo assim, frequentemente ocorriam tromboses dos stents.

Nada parecido com os stents flexíveis de múltiplos elos e grande força radial já montados e expansíveis por balão usados atualmente, administrando-se 300 mg a 450 mg de clopidogrel e 200 mg de aspirina antes, 10.000 unidades de heparina imediatamente antes, mantendo-se depois os pacientes simplesmente com 100 mg a 200 mg de aspirina indefinidamente e 75 mg de clopidogrel ou 300 mg de ticlopidina por tempo determinado, e baixíssima incidência de tromboses.

Em 1984, Palmaz colocou stents expansíveis montados sobre balão em múltiplas artérias, tendo sido o primeiro a publicar trabalho experimental nessa área149. Junto com Schatz e outros, espraiou a experiência para uso generalizado na cardiologia clínica. Seu stent de dois elos de 7 mm articulados por uma junção de 1 mm possuía razoável mobilidade, permitia a abordagem de curvas e era de mais fácil liberação. Tornou-se por muitos anos, principalmente entre 1994 e 1998, a quase única opção, porém tinha diâmetro de 1,6 mm desinsuflado, ainda vinha dentro de uma membrana envolvente que necessitava ser retirada depois de colocado sobre a placa, antes de expandi-lo pelo balão acoplado. Em 1987, Sigwart apresentou seus resultados no New England Journal of Medicine, mostrando claramente o valor dos stents em prevenir recoil agudo e reestenose tardia150.

Tudo evolui passo a passo. Apesar das indicações iniciais limitadas a dissecção aguda, recolhimento elástico e oclusão aguda – e depois indicações eletivas para otimização de resultados, lesões selecionados, e incipientemente à prevenção da reestenose -, as primeiras séries de stents implantados esbarravam nas assustadoras tromboses em torno de 20% dos casos151, a despeito do uso combinado de aspirina, dipiridamol, dextran e heparina. Muitos pacientes morriam, infartavam ou iam para cirurgia de urgência. O mesmo aconteceu com o primeiro stent expansível por balão de Julio Palmaz e Richard Schatz. No entanto, a providencial combinação de aspirina e passagem da heparinização venosa para anticoagulação oral (cumarínico) reduziu tais eventos para 3%, embora aumentasse o período de hospitalização para uma semana e as hemorragias para 10%151.

Provavelmente o primeiro implante de stent em situação aguda foi feito por Sigwart, quando, após uma demonstração de ACTP, o paciente desenvolveu sinais de fechamento da artéria coronária descendente anterior, logo confirmado pela coronariografia. Ainda hesitante, Sigwart colocou um stent de urgência, seguido por imediato entusiasmo da plateia e melhora do paciente, que permaneceu assintomático7. Em 1993 foi introduzido o stent de Gianturco-Roubin152 para reversão de oclusão aguda pós-angioplastia por balão. Gianturco inventou o protótipo do primeiro cateterbalão para intervenção vascular, em 1951, o filtro para veia cava, em 1985, e um stent para abrir veia cava estenótica9. O primeiro implante de stent coronariano no Brasil ocorreu em 1987, no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, realizado por Sousa et al.153.

Dois ensaios clínicos randomizados, Stent Restenosis Study (STRESS)151 e BElgian NEtherlands STENT study (BENESTENT)154, publicados no New England Journal of Medicine, foram decisivos para incentivar a utilização dos stents em artérias nativas e pontes de safena a partir de 1994. Tanto STRESS (410 casos) como BENESTENT (520 casos) evidenciaram a superioridade do implante primário de stent sobre a angioplastia por balão quanto a sucesso inicial, maior ganho luminal inicial e menos reestenose tardia, que caiu pela metade. Combinando os eventos cardiovasculares maiores (reaparecimento da angina, revascularização do vaso-alvo devido a reestenose, infarto e morte), depois de três meses havia uma grande separação das duas curvas, principalmente pela diminuição da reestenose. Esses trabalhos consagraram o stent como escolha na angioplastia. Ambos151,154, porém, notaram excesso de sangramentos no sítio da punção, devido ao exagero de anticoagulação e calibre das bainhas. Aprovados oficialmente os stents para uso em 1994, já em 1997 dividiam a metade das revascularizações coronarianas com a cirurgia. Multiplicaram-se os tipos de stents, quanto a perfis, tamanhos e calibres.

Marie Claude Morice155, na França, e Antonio Colombo156, na Itália, trouxeram a contribuição de demonstrar que a técnica de liberação ótima do stent – com alta pressão, aspecto stent like verificado pelo IVUS ou perfeitamente pela angiografia -, diminui a trombose subaguda para menos de 1%, apesar da eliminação do anticoagulante oral, administrando-se apenas aspirina e ticlopidina. O esquema pós-stent de aspirina 200 mg/dia, indeterminadamente, e ticlopidina 500 mg/dia, no primeiro mês, originou melhores resultados na prevenção da trombose subaguda que o uso isolado de aspirina ou de aspirina mais cumarínico157. A alta pressão de implantação do stent, combinada com aspecto angiográfico ótimo pós-procedimento, passou a dispensar o uso de IVUS. Essa conduta tornou o implante de stent mais fácil e fez proliferar modelos e aperfeiçoamentos em gerações de novos stents, que começaram também a servir como plataformas para liberação de drogas locais, genes ou radiação, tudo com a finalidade de controlar a reestenose que continuava em torno de 20% dos casos. Nada disso deu resultado significante.

O estudo STent versus directional coronary Atherectomy Randomized Trial (START)158, publicado em 1999, mostrou resultados a longo prazo francamente favoráveis ao stent quanto ao declínio do aparecimento de eventos cardiovasculares. Quando chegou em 420 casos, foi interrompido para não prejudicar o braço dos pacientes que caíam na angioplastia convencional. Nessa altura da história da ACTP ressaltam como maiores eventos históricos: o conceito de Dotter de recanalização de artérias ateroscleróticas por cateter, a técnica de Seldinger de cateterização percutânea retrógrada, o balão de Gruentzig para dilatação coronariana por via percutânea, a guia de Simpson e o stent. Essas conquistas é que realmente formam a base de todo o avanço técnico do cateterismo cardíaco terapêutico, reinando sobre a inumerável variedade de novos dispositivos9,115. O resto é colateral; por vezes protagonizou o efeito principal de fazer lucrar a indústria e engordar alguns honorários.

Nosso grupo de trabalho no Laboratório de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul teve a oportunidade de apresentar e publicar trabalhos119,159 baseados na ideia de estratificar a reestenose pós-implante de stents convencionais por meio de um escore que leva em conta o comprimento da estenose, o calibre pós-angioplastia, e a presença ou não de diabete. O escore foi construído dando pesos proporcionais a esses dados, conforme análise multifatorial. Verificou-se que, quando o individuo não é diabético, quando o stent é de até 11 mm e quando o diâmetro luminal mínimo é de 3,5 mm ou mais, a reestenose atinge apenas 1% dos pacientes pós-stent convencional. A reestenose aumenta progressivamente até vasos longos, finos e pacientes diabéticos, todos fatores independentes de reestenose. Apesar disso, alguns passam a ideia de que a reestenose é um número fixo. Não é um número fixo, depende dos pacientes, do método, do material e, principalmente, das características das lesões118,119,129,159. Em vasos periféricos, a reestenose, mesmo só com balão, é muito mais rara porque esses vasos têm calibre maior.

Quinto grande avanço, stents revestidos: Stents revestidos com agentes antiproliferativos carreados por um polímero preso sobre a plataforma metálica dos stents (sirolimus, paclitaxel ou outros) diminuíram ainda mais a reestenose. Sua ação inibe a hiperplasia neointimal pós-ACTP, bloqueando o ciclo celular por mecanismo citostático (fase inicial) ou citotóxico (fase final). Assim é que em 1999 começou a primeira experiência humana com implante revestido com sirolimus, no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, comandada por J. Eduardo Sousa160. O estudo Sirolimus-Eluting Stents versus Standard Stent in Patients with Stenosis in a Native Coronary Artery (SIRIUS), apresentado em 2002 no EuroPCR Meeting em Paris, por Leon e Moses, mostrando os primeiros 400 casos de sirolimus, evidenciou que, seguindo-se esses casos por nove meses, a reestenose no stent convencional ficava em 16% e no stent revestido, em 5%, ou seja, três vezes menos, o que dá uma credencial muito significativa ao uso dos stents eluídos. Mesmo nos pacientes de alto risco houve redução relativa de 70% a 80% na reestenose clínica em um ano161. Entretanto, em estudos comparando stent convencional e stent revestido, com período de seguimento variando de seis meses a um ano, a maioria dos trabalhos mostra diminuição do reaparecimento da angina e da reestenose no grupo dos revestidos, o mesmo não ocorrendo com os desfechos infarto ou mortalidade.

Em outubro de 2006, no Congresso Europeu de Cardiologia e na revista European Heart Journal, surgiu um trabalho162 indicando a maior mortalidade nos pacientes submetidos a implante de stents revestidos, uma metanálise com estudo de 8.221 casos retirados de nove artigos. Essa metanálise mostrou que a mortalidade total, principalmente no grupo do sirolimus em relação ao do paclitaxel, não era diferente no primeiro ano, mas a partir do segundo, do terceiro e do quarto anos ela aumentava, sendo a maior mortalidade total decorrente principalmente de causas extracardíacas, sem especificação. A mortalidade maior dos stents revestidos em relação ao convencional foi de 0,6% ao ano, uma diferença muito pequena. Entretanto, o achado serviu para eliminar o exagero de alguns a preconizar que todos os pacientes deveriam receber stents revestidos. Uma explicação razoável para o aumento das mortes cardíacas parece ser trombose tardia associada aos stents eluídos, pois estes inibem a endotelização, que não se completa nem em três anos, enquanto com stent convencional se completa em seis meses. Daí o perigo da retirada do clopidogrel ou da ticlopidina antes de um ano, o que favorece a trombose intrastent. Não há explicação para possível maior mortalidade não-cardíaca.

A polêmica continua, pois outros trabalhos mostram diminuição da mortalidade com a utilização de stents eluídos163. O problema parece estar centrado na trombose induzida por retardo da reendotelização consequente à inibição da proliferação endotelial pela droga164 – exigindo, por isso, mais tempo de uso de ticlopidina ou clopidogrel associado a aspirina – e/ou no abandono precoce do tratamento165, fatores que favorecem a formação de trombo. Stent convencional continua sendo indicado em casos selecionados.

Representando um esforço concentrado por parte de suas lideranças atuais e históricas, a Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, também órgão departamental da Sociedade Brasileira de Cardiologia, e em conjunto com esta, publicou, em 2008, diretrizes de intervenção coronariana percutânea e métodos adjuntos diagnósticos em cardiologia intervencionista, em que são discutidos os principais pontos da especialidade, indicações e níveis de evidência dos diversos métodos instrumentais e medicamentosos atuais para tratamento de coronariopatias por cateter.166

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Condescendendo com o Pecado https://asprofecias.com.br/condescendendo-com-o-pecado/ Sat, 19 Jan 2019 18:05:47 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=681 Temos enfrentado um pensamento de que Deus “relaxou” a sua maneira de agir ou mesmo a sua lei e seus conceitos. Há uma mudança na maneira de agir entre o nosso povo e mesmo de alguns lideres que acham que se aplicarmos todas as ordenanças e princípios podemos estar afastando pessoas interessadas ou mesmo desestimulando nossos filhos ou queridos. Mas quero dizer que se começarmos a transformar a nossa fé a algo que se molda aos pesamentos ou costumes de pessoas as quais convivemos, não estaríamos cometendo o erro de sermos condescendente com o pecado? não estaríamos colocando em risco a salvação de tais pessoas ou mesmo as privando de uma vida melhor, pois as vezes a correção ou mesmo uma advertência, logicamente com amor e bom senso, não poderia faze-la mudar um habito, comportamento ou mesmo uma decisão que poderia ser desastrosa? O que penso é que estamos nos acostumando com coisas que antes tínhamos certeza de que eram erradas, mas agora a nossa mente fica adormecida a ponto de certas cenas não vermos o pecado. Exemplos? quantas vezes não vimos ou mesmo sofremos por causa de alguém que falou uma mentira sobre nós, e nos dias de hoje, até mesmo publicou na web, porem não há nenhuma tomada de decisão para tal situação no âmbito da igreja e sua liderança. Parece que não foi quebra de mandamento, mas foi:

Temos enfrentado um pensamento de que Deus “relaxou” à sua maneira de avaliar o pecado ou mesmo a interpretação da sua lei e seus conceitos. Há uma mudança na maneira de agir entre o nosso povo e mesmo de alguns líderes que acham que se aplicarmos todas as ordenanças e princípios podemos estar afastando pessoas interessadas ou mesmo desestimulando nossos filhos ou queridos. Mas quero dizer que se começarmos a transformar a nossa fé a algo que se molda aos pensamentos ou costumes de pessoas com as quais convivemos, não estaríamos cometendo o erro de sermos condescendente com o pecado? não estaríamos colocando em risco a salvação de tais pessoas ou mesmo as privando de uma vida melhor, pois as vezes a correção ou mesmo uma advertência, logicamente com amor e bom senso, poderia faze-las mudar um habito, um comportamento ou mesmo uma decisão que poderia ser desastrosa? O que penso é que estamos nos acostumando com coisas que antes tínhamos certeza de que eram erradas, mas agora a nossa mente fica adormecida a ponto de que em certas cenas não vermos o pecado. Exemplos? quantas vezes não vimos ou mesmo sofremos por causa de alguém que falou uma mentira sobre nós, espalhou uma calunia, tentou nos prejudicar inventando uma história, e perceba que nos dias de hoje isto fica mais fácil, rápido e abrangente via web, porém não há nenhuma tomada de decisão para tal situação no âmbito da igreja e sua liderança, certos assuntos são tratados como corriqueiros, coisa sem consequência, sem um motivo para que haja alguma analise e correção. Alguns até mesmo creem que não foi quebra de nenhum mandamento, mas a questão é que foi. Segundo o oitavo mandamentos este tipo de ato é pecado, vejamos: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.” Êxodo 20:16. Bem, mas a disseminação de uma mentira ou “Falso testemunho” não é encarado mais como pecado, mas uma consequência normal de uma sociedade altamente conectada. Porem para ilustrar o que a quebra do oitavo mandamento pode acarretar na vida de uma pessoa, vou contar a história que ouvi a muitos anos, porém não posso afirmar ser uma história fictícia ou ilustração, mas seu cerne pode nos trazer uma lição muito oportuna. Conta-nos assim: Dezoito anos atrás, os donos da Escola de Educação Infantil Base, na zona sul de São Paulo, foram chamados de pedófilos. Sem toga, sem corte e sem qualquer chance de defesa, a opinião pública e a maioria dos veículos de imprensa acusaram, julgaram e condenaram Icushiro Shimada, Maria Aparecida Shimada, Mauricio Alvarenga e Paula Milhim Alvarenga.

Chegou-se a noticiar que, antes de praticar as ações perversas, os quatro sócios cuidavam ainda de drogar as crianças e fotografá-las nuas. “Kombi era motel na escolinha do sexo”, estampou o extinto jornal Notícias Populares, editado pelo Grupo Folha. “Perua escolar carregava crianças para a orgia”, manchetou a também extinta Folha da Tarde.

Na esfera jurídica, entretanto, a história tomou outros rumos. As acusações logo ruíram e todos os indícios foram apontados como inverídicos e infundados. Mas era tarde demais para os quatros inocentados. A escola, que já havia sido depredada pela população revoltada, teve que fechar as portas.

Hoje, acumuladas quase duas décadas de reflexão e autocrítica, a mídia ainda não conseguiu digerir o ocorrido e o caso da Escola Base acabou se tornando o calcanhar de Aquiles da imprensa brasileira é objeto constante de estudo nas faculdades de jornalismo e motivo de diversas ações judiciais provocadas pelos diretores da escola.

Porem até hoje não houve uma retratação publica que pudesse apagar o que estas pessoas sofreram e continuam a sofrer. Além de perder o seu meio de sustento e de outras pessoas que ali trabalhavam, as indenizações já sentenciadas nunca foram pagas.

Como vemos, o pecado traz suas consequências e nós não estamos imunes a nefasta ação de pessoas, mesmo de nossa igreja, que esquecera, que calunia e difamação não depende de ações nas cortes terrenas, mas já é alvo de sentença no tribunal celestial, pois o próprio Deus decretou que isto é pecado. Aqueles que não forem julgados nas cortes terrenas, e destaque-se, nas comissões de nossas lideres, não devem festejar pelo escape, porque aos olhos de Deus estas ações não passam incólumes. O pior disto não é o pecador não ter consequência alguma, ou mesmo chance do conhecimento do pecado e o arrependimento e conversão, para mim o pior é o líder que por comodismo, estratégia, negligencia, interesse próprio… acaba condescendendo com o pecado e deixado de ser aquilo para qual Deus o elegeu, ser líder de seu povo. Tal pessoa responderá não na corte falível, parcial, lenta e injusta aqui nesta terra, mas responderá no grande tribunal divino onde não há injustiça. Portanto caro líder, quero lembra-los de um outro episódio bíblico:  “Vá dizer a Davi: ‘Assim diz o Senhor: Estou lhe dando três opções. Escolha uma delas, e eu a executarei contra você’ “. Então Gade foi a Davi e lhe disse: “Assim diz o Senhor: ‘Escolha: três anos de fome, três meses fugindo de seus adversários, perseguido pela espada deles, ou três dias da espada do Senhor, isto é, três dias de praga, com o anjo do Senhor assolando todas as regiões de Israel’. Decida agora como devo responder àquele que me enviou”. Davi respondeu: “É grande a minha angustia! Prefiro cair nas mãos do Senhor, pois é grande a sua misericórdia, e não nas mãos dos homens”.
1 Crônicas 21:10-13  O que quero destacar desta história bíblica é que é muito melhor obedecer a Deus do que depois tentar concertar a consequência, então não sejamos condescendentes com o pecado do “Falso testemunho” e estaremos seguindo o que nosso Deus nos ordenou.   

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As 300 profecias sobre o Nascimento de Jesus! https://asprofecias.com.br/as-300-profecias-sobre-o-nascimento-de-jesus/ Sat, 20 Jan 2018 18:12:44 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=585 O nascimento de Jesus foi um dos episódios históricos mais  anunciados que se tem noticia. São mais de 300 citações nos textos bíblicos que apontam o fato que ocorreu a mais de dois mil anos atrás. Nós temos profecias que apontam desde a linhagem até os seus últimos momentos e o impressionante é que se os guardiões das escrituras, os rabinos judeus, tivessem realmente estudado as escrituras assim como fizeram os Magos (Mateus 2:1-2), entenderiam muito mais sobre este acontecimento do que apenas saber indicar a cidade de seu nascimento( Mateus 2:1-12). Sobre os Magos gostaria de explicar uma coisa:

Nos países a leste da Israel, como a Pérsia, um mago era um homem sábio que tinha conhecimento de astrologia. Eram homens com muita educação sobre as estrelas e a natureza e também com conhecimentos de magia e adivinhação. Daniel, por ser profeta de Deus, foi nomeado chefe dos magos da Babilônia (Daniel 5:11). Isso indica que os magos não eram apenas feiticeiros. Provavelmente alguns estudavam mais a magia, outros a filosofia e ainda outros conhecimento científico. Como ainda havia muitos judeus na Babilônia (que ficava no oriente) no tempo de Jesus, é possível que os magos tivessem acesso às Escrituras. Eles sabiam que a estrela indicava o nascimento do grande rei dos judeus, mas não há nenhuma indicação de que eram três ou mesmo que eram reis.

O que temos que levar em conta é que as profecias que apontavam o nascimento de Jesus se fossem aplicadas sobre um homem, ou seja, se analisássemos o nascimento e vida de uma pessoa e seguíssemos as profecias e verificando o comprimimento de cada uma delas,  não poderíamos de forma alguma dizer que foram apenas coincidências. A probabilidade disto ocorrer matematicamente é inexistente.

Um caso muito especifico que demonstra que as profecias sobre a vida de Jesus só poderia ser proferida de maneira divina,  esta no Salmo 22. Ao lermos temos a clara visão de Jesus sendo martirizado e pregado na Cruz, porem devo lembrar que esta profecia foi predita mil anos antes do nascimento de Jesus e quando foi feita ainda não havia o sistema de crucifixão.

“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas do meu auxílio e das palavras do meu bramido? Deus meu, eu clamo de dia, e tu não me ouves; de noite, e não tenho sossego. Porém tu és santo, tu que habitas entre os louvores de Israel. Em ti confiaram nossos pais; confiaram, e tu os livraste. A ti clamaram e escaparam; em ti confiaram, e não foram confundidos.Mas eu sou verme, e não homem, opróbrio dos homens e desprezado do povo. Todos os que me vêem zombam de mim, estendem os lábios e meneiam a cabeça, dizendo: Confiou no Senhor, que o livre; livre-o, pois nele tem prazer. Mas tu és o que me tiraste do ventre; fizeste-me confiar, estando aos seios de minha mãe. Sobre ti fui lançado desde a madre; tu és o meu Deus desde o ventre de minha mãe. Não te alongues de mim, pois a angústia está perto, e não há quem ajude. Muitos touros me cercaram; fortes touros de Basã me rodearam. Abriram contra mim suas bocas, como um leão que despedaça e que ruge. Como água me derramei, e todos os meus ossos se desconjuntaram; o meu coração é como cera, derreteu-se no meio das minhas entranhas. A minha força se secou como um caco, e a língua se me pega ao paladar; e me puseste no pó da morte. Pois me rodearam cães; o ajuntamento de malfeitores me cercou, traspassaram-me as mãos e os pés. Poderia contar todos os meus ossos; eles vêem e me contemplam. Repartem entre si as minhas vestes, e lançam sortes sobre a minha roupa.” Salmos 22:1-18 

Impressionante não?   Mas agora abaixo deixo uma relação das 300 profecias que apontavam para o nascimento, ministério e morte de nosso mestre.

Gênesis

  1. O Messias nasceria da “semente de uma mulher” [Gênesis 3:15a, Lucas 1:34-35].
  2. O Messias derrotaria Satanás [Gênesis 3:15b, 1 João 3:8].
  3. O Messias padeceria ao reconciliar os homens com Deus [Gênesis 3:15c, 1 Pedro 3:18].
  4. O Messias seria descendente de Sete [Gênesis 4:25, Lucas 3:23-38].
  5. O Messias seria descendente de Sem [Gênesis 9:26, Lucas 3:23-36].
  6. O Messias seria descendente de Abraão [Gênesis 12:3, Mateus 1:1].
  7. O Messias seria descendente de Isaque [Gênesis 17:19, Lucas 3:23-34].
  8. O Messias viria para todas as nações [Gênesis 18:18b, Atos 3:24-26].
  9. O Messias seria descendente de Isaque [Gênesis 21:12, Lucas 3:23-34].
  10. O Messias seria como um cordeiro de sacrifício [Gênesis 22:8, João 1:29].
  11. O Messias seria sacrificado no mesmo monte onde Deus testou Abraão [Gênesis 22:14, Lucas 23:33].
  12. O Messias abençoaria todas as nações [Gênesis 22:18, Gálatas 3:14].
  13. O Messias seria descendente de Isaque [Gênesis 26:4, Lucas 3:23-34].
  14. O Messias seria descendente de Jacó [Gênesis 28:14a, Lucas 3:23-34].
  15. O Messias viria para todos os povos [Gênesis 28:14b, Gálatas 3:26-29].
  16. O Messias seria descendente de Judá [Gênesis 49:10a, Lucas 3:23-33].
  17. O Messias seria Rei de Israel [Gênesis 49:10b, João 1:49].
  18. A autoridade do Messias se estenderá a todas as nações [Gênesis 49:10c, Judas 1:25].
  19. O Messias seria a “videira” [Gênesis 49:11, João 15:1-5].

Êxodo

  1. Nenhum dos ossos do Messias seria quebrado[Êxodo 12:46, João 19:32-33].

Números

  1. Nenhum dos ossos do Messias seria quebrado[Números 9:12, João 19:32-33].
  2. O Messias seria Rei de Israel [Números 24:17, João 19:19].

Deuteronômio

  1. O Messias seria Profeta [Deuteronômio 18:15, Mateus 21:11].
  2. O Messias seria Profeta [Deuteronômio 18:18a, Mateus 21:11].
  3. Deus falaria através do Messias [Deuteronômio 18:18b, João 12:49].
  4. O Messias seria feito maldito para redimir o homem [Deuteronômio 21:23, Gálatas 3:13].
  5. O Messias seria cultuado por anjos no seu nascimento [Deuteronômio 32:43, Lucas 2:13-14].

Rute

  1. O Messias seria descendente de Boaz e Rute [Rute 4:12-17, Lucas 3:23-32].

1 Samuel

  1. O Messias seria exaltado por Deus com poder e força [1 Samuel 2:10, Mateus 28:18].

2 Samuel

  1. O Messias seria descendente de Davi [2 Samuel 7:12-13, Mateus 1:1].
  2. O Messias seria o Filho de Deus [2 Samuel 7:13-14, Mateus 3:16-17].
  3. O Messias seria descendente de Davi [2 Samuel 7:16, Mateus 1:1].
  4. O Messias viria para todos os povos [2 Samuel 22:50, Romanos 15:8-9].
  5. O Messias seria a “Pedra” [ 2 Samuel 23:2-4a, 1 Coríntios 10:4].
  6. O Messias seria como a “luz da manhã” [2 Samuel 23:2-4b, Apocalipse 22:16].

1 Crônicas

  1. O Messias seria descendente de Judá [1 Crônicas 5:2, Lucas 3:23-33].
  2. O Messias seria descendente de Davi [1 Crônicas 17:11-12a, Lucas 3:23-31].
  3. O Trono do Messias seria eterno [1 Crônicas 17:11-12b, Lucas 1:32-33].
  4. O Messias seria o Filho de Deus [1 Crônicas 17:13-14, Mateus 3:16-17].

Salmos

  1. O Messias seria rejeitado pelos Gentios [Salmo 2:1 Atos, 4:25-28].
  2. Líderes Políticos e religiosos conspirariam contra o Messias [Salmo 2:2, Mateus 26:3-4].
  3. O Messias seria Rei [Salmo 2:6, João 12:12-13].
  4. O Messias seria o Filho de Deus [Salmo 2:7a, Lucas 1:31-35].
  5. O Messias declararia que ele era o Filho de Deus [Salmo 2:7b, João 9:35-37].
  6. O Messias seria ressuscitado e coroado como Rei [Salmo 2:7c, Atos 13:30-33].
  7. O Messias pediria a Deus pela Sua herança [Salmo 2:8a, João 17:4-24].
  8. O Messias receberia autoridade sobre todos [Salmo 2:8b, Mateus 28:18].
  9. O Messias seria o Filho de Deus [Salmo 2:12a, Mateus 17:5].
  10. O Messias rejeitaria aqueles que não creram nele [Salmo 2:12b, João 3:36].
  11. Crianças dariam louvor ao Messias [Salmo 8:2, Mateus 21:15-16].
  12. Ao Messias seria dado autoridade sobre todas as coisas [Salmo 8:6, Mateus 28:18].
  13. O Messias seria ressuscitado [Salmo 16:8-10a, Mateus 28:6].
  14. O Corpo do Messias não seria exposto à corrupção [Salmo 16:8-10b, Atos 13:35-37].
  15. O Messias seria exaltado á presença de Deus [Salmo 16:11, Atos 2:25-33].
  16. O Messias viria para todos os povos [Salmo 18:49, Efésios 3:4-6].
  17. O Messias clamaria a Deus [Salmo 22:1a, Mateus 27:46].
  18. O Messias seria desamparado por Deus [Salmo 22:1b, Marcos 15:34].
  19. O Messias, angustiado, oraria sem cessar [Salmo 22:2, Mateus 26:38-39].
  20. O Messias seria desprezado [Salmo 22:6, Lucas 23:21-23].
  21. O povo zombaria do Messias, meneando suas cabeças [Salmo 22:7, Mateus 27:39].
  22. Escarnecedores diriam do Messias, “Confiou em Deus, livre-o agora” [” Salmo 22:8, Mateus 27:41-43].
  23. O Messias teria ciência do seu Pai desde a sua mocidade [Salmo 22:9, Lucas 2:40].
  24. O Messias seria chamado para o serviço de Deus desde o ventre [Salmo 22:10, Lucas 1:30-33].
  25. O Messias seria abandonado pelos discípulos [Salmo 22:11, Marcos 14:50].
  26. O Messias seria cercado por espíritos malignos [Salmo 22:12-13, Colossenses 2:15].
  27. O Coração do Messias iria se partir, fluindo sangue e água [Salmo 22:14a, João 19:34].
  28. O Messias seria crucificado [Salmo 22:14b, Mateus 27:35].
  29. O Messias teria sede [Salmo 22:15a, João 19:28].
  30. O Messias teria sede um pouco antes de sua morte [Salmo 22:15b, João 19:30].
  31. O Messias seria cercado por gentios na sua crucificação [Salmo 22:16a, Lucas 23:36].
  32. O Messias seria cercado por inimigos na sua crucificação [Salmo 22:16b, Mateus 27:41-43].
  33. As mãos e os pés do Messias seriam transpassados [Salmo 22:16c, Mateus 27:38].
  34. Nenhum dos ossos do Messias seria quebrado[Salmo 22:17a, João 19:32-33].
  35. O povo fixaria os olhos no Messias durante a sua crucificação [Salmo 22:17b, Lucas 23:35].
  36. As vestes do Messias seriam repartidas [Salmo 22:18a, João 19:23-24].
  37. Sortes seriam lançadas pela roupa do Messias [Salmo 22:18b, João 19:23-24].
  38. O ato expiatório do Messias possibilitaria aos crentes serem seus irmãos [Salmo 22:22, Hebreus 2:10-12].
  39. Os inimigos do Messias tropeçariam e cairiam quando viessem por ele [Salmo 27:2, João 18:3-6].
  40. O Messias seria acusado por falsas testemunhas [Salmo 27:12, Mateus 26:59-61].
  41. O Messias bradaria “Nas tuas mãos encomendo o meu espírito” [Salmo 31:5, Lucas 23:46].
  42. Haveriam planos para matar o Messias [Salmo 31:13, Mateus 27:1].
  43. Nenhum dos ossos do Messias seria quebrado[Salmo 34:20, João 19:32-33].
  44. O Messias seria acusado por falsas testemunhas [Salmo 35:11, Marcos 14:55-59].
  45. O Messias seria odiado por muitos sem motivo [Salmo 35:19, João 18:19-23].
  46. O Messias emudeceria diante de seus acusadores [Salmo 38:13-14, Mateus 26:62-63].
  47. A auto-oferta do Messias substituiria todos os sacrifícios [Salmo 40:6-8a, Hebreus 10:10-13].
  48. O Messias diria que as Escrituras testificam dele [Salmo 40:6-8b, Lucas 24:44].
  49. O Messias viria para fazer a vontade de Deus [Salmo 40:7-8, João 5:30].
  50. O Messias não ocultaria a sua missão da congregação [Salmo 40:9-10, Lucas 4:16-21].
  51. O traidor do Messias seria um amigo com quem ele partiu pão [Salmo 41:9, Marcos 14:17-18].
  52. O Messias falaria com uma mensagem de graça [Salmo 45:2, Lucas 4:22].
  53. O Trono do Messias seria perpétuo [Salmo 45:6-7a, Lucas 1:31-33].
  54. O Messias seria Deus [Salmo 45:6-7b, Hebreus 1:8-9].
  55. O Messias agiria com retidão [Salmo 45:6-7c, João 5:30].
  56. O Messias seria traído por um amigo [Salmo 55:12-14, Lucas 22:47-48].
  57. O Messias ascenderia ao céu [Salmo 68:18a, Lucas 24:51].
  58. O Messias daria dons aos homens [Salmo 68:18b, Mateus 10:1].
  59. O Messias seria odiado por muitos sem motivo [Salmo 69:4, Lucas 23:13-22].
  60. O Messias suportaria acusações, por amor a Deus [Salmo 69:7, Mateus 26:65-67].
  61. O Messias seria rejeitado pelo seu povo [Salmo 69:8a, João 1:11].
  62. Os irmãos do Messias não creriam nele [Salmo 69:8b, João 7:3-5].
  63. O Messias se enfureceria pelo desrespeito para com o templo [Salmo 69:9a, João 2:13-17].
  64. O Messias suportaria acusações, por amor a Deus [Salmo 69:9b, Romanos 15:3].
  65. O coração do Messias iria se partir [Salmo 69:20a, João 19:34].
  66. Os discípulos do Messias o abandonariam na sua hora de necessidade [Salmo 69:20b, Marcos 14:33-41].
  67. Ao Messias seria oferecido fel e vinagre [Salmo 69:21a, Mateus 27:34].
  68. O Messias teria sede [Salmo 69:21b, João 19:28].
  69. O campo do oleiro ficaria desabitado [Salmo 69:25, Atos 1:16-20].
  70. O Messias falaria em parábolas [Salmo 78:2, Mateus 13:34-35].
  71. O Messias estaria à destra de Deus [Salmo 80:17, Atos 5:31].
  72. O Messias seria descendente de Davi [Salmo 89:3-4, Mateus 1:1].
  73. O Messias chamaria a Deus de “meu Pai” [Salmo 89:26, Mateus 11:27].
  74. O Messias seria o “primogênito” de Deus [ Salmo 89:27, Marcos 16:6].
  75. O Messias seria descendente de Davi [Salmo 89:29, Mateus 1:1].
  76. O Messias seria descendente de Davi [Salmo 89:35-36, Mateus 1:1].
  77. O Messias seria eterno [Salmo 102:25-27a, Colossenses 1:17].
  78. O Messias seria o criador de todas as coisas [Salmo 102:25-27b, João 1:3].
  79. O Messias seria acusado por falsas testemunhas [Salmo 109:2, João 18:29-30].
  80. O Messias oraria pelos seus inimigos [Salmo 109:4, Lucas 23:34].
  81. O traidor do Messias teria uma vida curta [Salmo 109:8a, Atos 1:16-18].
  82. O traidor do Messias seria substituído [Salmo 109:8b, Atos 1:20-26].
  83. O povo zombaria do Messias, meneando suas cabeças [Salmo 109:25, Marcos 15:29-30].
  84. O Messias seria Senhor [Salmo 110:1a, Mateus 22:41-45].
  85. O Messias estaria à destra de Deus [Salmo 110:1b, Marcos 16:19].
  86. O Messias seria um sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque [Salmo 110:4, Hebreus 6:17-20].
  87. O Messias estaria à destra de Deus [Salmo 110:5, 1 Pedro 3:21-22].
  88. O Messias seria a “pedra” rejeitada por Israel [Salmo 118:22, Mateus 21:42-43].
  89. O Messias viria em nome do Senhor [Salmo 118:26, Mateus 21:9].
  90. O Messias seria descendente de Davi [Salmo 132:11, Mateus 1:1].
  91. O Messias seria descendente de Davi [Salmo 132:17, Mateus 1:1].

Provérbios

  1. O Messias seria oriundo da eternidade [Provérbios 8:22-23, João 17:5].
  2. O Messias ascenderia e desceria do céu [Provérbios 30:4a, João 3:13].
  3. Deus teria um Filho [Provérbios 30:4b, Mateus 3:16-17].

Isaías

  1. Israel teria um coração endurecido contra o Messias [Isaías 6:9-10a, João 12:37-40].
  2. O Messias falaria em parábolas [Isaías 6:9-10b, Mateus 13:13-15].
  3. O Messias seria descendente de Davi [Isaías 7:13-14, Mateus 1:1].
  4. O Messias nasceria de uma virgem [Isaías 7:14a, Lucas 1:34-35].
  5. O Messias seria Emanuel, “Deus conosco.” Isaías 7:14b, Mateus 1:21-23].
  6. O Messias seria Deus [Isaías 7:14c, João 12:45].
  7. O Messias seria uma “pedra de tropeço” para Israel [Isaías 8:14, Mateus 21:43-44].
  8. O Messias ministraria na Galiléia [Isaías 9:1-2a, Mateus 4:12-17].
  9. O Messias seria uma luz para os Gentios [Isaías 9:1-2b, Lucas 2:28-32].
  10. O nascimento do Messias [Isaías 9:6a, Lucas 2:11].
  11. O Messias seria o Filho de Deus [Isaías 9:6b, Lucas 1:35].
  12. O Messias seria o “Maravilhoso Conselheiro” [Isaías 9:6c, João 7:46].
  13. O Messias seria homem e Deus, o “Deus Forte” [Isaías 9:6d, João 10:30].
  14. O Messias seria o “Pai da Eternidade” [Isaías 9:6e, Apocalipse 1:8].
  15. O Messias seria o “Príncipe da Paz” [Isaías 9:6f, Colossenses 1:20].
  16. O Messias seria descendente de Jessé [Isaías 11:1a, Lucas 3:23-32].
  17. O Messias cresceria em uma família pobre [Isaías 11:1b, Lucas 2:7].
  18. O Messias cresceria em Nazaré [Isaías 11:1c, Mateus 2:21-23].
  19. O Messias teria o Espírito de Deus sobre ele [Isaías 11:2a, Mateus 3:16-17].
  20. O Messias teria o Espírito de Sabedoria [Isaías 11:2b, Lucas 2:40].
  21. O Messias teria o Espírito de Entendimento [Isaías 11:2c, Lucas 2:40].
  22. O Messias teria o Espírito de Conselho [Isaías 11:2d, Mateus 7:28-29].
  23. O Messias teria o Espírito de Fortaleza [Isaías 11:2e, Mateus 8:27].
  24. O Messias teria o Espírito de Conhecimento do Senhor [Isaías 11:2f, João 7:29].
  25. O Messias teria o Espírito de Temor do Senhor [Isaías 11:2g, Hebreus 5:7].
  26. O Messias teria um intenso entendimento no temor do Senhor [Isaías 11:3a, Lucas 2:46-47].
  27. O Messias não julgaria com base em representações externas [Isaías 11:3b, João 7:24].
  28. O Messias julgaria os pobres com justiça [Isaías 11:4, Marcos 12:41-44].
  29. O Messias seria descendente de Jessé [Isaías 11:10a, Lucas 3:23-32].
  30. O Messias viria para todos os povos [Isaías 11:10b, Atos 13:47-48].
  31. O Messias teria a chave de Davi [Isaías 22:22, Apocalipse 3:7].
  32. O Messias derrotaria a morte [Isaías 25:8, Apocalipse 1:18].
  33. Outros ressurgiriam à vida na ressurreição do Messias [Isaías 26:19, Mateus 27:52-53].
  34. O Messias seria a pedra de esquina [Isaías 28:16, 1 Peter 2:4-6].
  35. O Messias curaria o cego [Isaías 35:5a, Marcos 10:51-52].
  36. O Messias curaria o surdo [Isaías 35:5b, Marcos 7:32-35].
  37. O Messias curaria o coxo [Isaías 35:6a, Mateus 12:10-13].
  38. O Messias curaria o mudo [Isaías 35:6b, Mateus 9:32-33].
  39. O precursor do Messias viveria no deserto [Isaías 40:3a, Mateus 3:1-4].
  40. O precursor prepararia o povo para a vinda do Messias [Isaías 40:3b, Lucas 1:17].
  41. O Messias seria Deus [Isaías 40:3c, João 10:30].
  42. O Messias seria como um pastor [Isaías 40:11, João 10:11].
  43. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 42:1a, João 4:34].
  44. O Messias teria o Espírito de Deus sobre ele [Isaías 42:1b, Mateus 3:16-17].
  45. O Messias agradaria a Deus [Isaías 42:1c, Mateus 3:16-17].
  46. O Messias não chamaria atenção para si próprio [Isaías 42:2, Mateus 12:15-21].
  47. O Messias teria compaixão dos pobres e necessitados [Isaías 42:3, Mateus 11:4-5].
  48. O Messias receberia orientação de Deus [Isaías 42:6a, João 5:19-20].
  49. O Messias seria guardado por Deus [Isaías 42:6b, João 8:29].
  50. O Messias seria a nova aliança [Isaías 42:6c, Mateus 26:28].
  51. O Messias seria uma luz para os Gentios [Isaías 42:6d, João 8:12].
  52. O Messias curaria o cego [Isaías 42:7, Mateus 9:27-30].
  53. O Messias seria oriundo da eternidade [Isaías 48:16a, João 1:1-2].
  54. O Messias seria enviado por Deus [Isaías 48:16b, João 7:29].
  55. O Messias viria para todos os povos [Isaías 49:1a, 1 Timóteo 2:4-6].
  56. O Messias seria chamado para o serviço de Deus desde o ventre [Isaías 49:1b, Mateus 1:20-21].
  57. O Messias seria chamado pelo seu nome antes de nascer [Isaías 49:1c, Lucas 1:30-31].
  58. As palavras do Messias seriam como uma espada aguda [Isaías 49:2a, Apocalipse 2:12-16].
  59. O Messias seria protegido por Deus [Isaías 49:2b, Mateus 2:13-15].
  60. O Messias seria responsável pelo juízo da humanidade [Isaías 49:2c, João 5:22-29].
  61. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 49:3a, João 17:4].
  62. A obra do Messias glorificaria a Deus [Isaías 49:3b, Mateus 15:30-31].
  63. O Messias seria afligido pela incredulidade de Israel [Isaías 49:4, Lucas 19:41-42].
  64. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 49:5a, João 6:38].
  65. O Messias viria para trazer Israel de volta para Deus [Isaías 49:5b, Mateus 15:24].
  66. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 49:6a, João 12:49-50].
  67. O Messias seria uma luz para os Gentios [Isaías 49:6b, Atos 13:47-48].
  68. O Messias seria desprezado [Isaías 49:7, João 10:20].
  69. O Messias falaria com sabedoria dada a ele por Deus [Isaías 50:4, João 12:49].
  70. O Messias não seria rebelde à vontade de Deus [Isaías 50:5, João 12:27].
  71. As costas do Messias seria açoitada [Isaías 50:6a, Mateus 27:26].
  72. O Messias teria a sua face esbofeteada e cuspida [Isaías 50:6b, Mateus 26:67].
  73. O Messias direcionaria firmemente sua face para a sua missão [Isaías 50:7, Lucas 9:51-53].
  74. O Messias seria justificado pela sua retidão [Isaías 50:8, 1 Timóteo 3:16].
  75. O Messias colocaria a sua confiança em Deus [Isaías 50:8-10, João 11:7-10].
  76. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 52:13a, João 9:4].
  77. O Messias seria grandemente exaltado [Isaías 52:13b, Filipenses 2:9-11].
  78. A face do Messias seria desfigurada por meio de batidas violentas [Isaías 52:14, Mateus 26:67-68].
  79. O sangue do Messias seria derramado para fazer expiação por todos os pecados [Isaías 52:15, Apocalipse 1:5].
  80. O povo do Messias não creria que ele fosse o Cristo [Isaías 53:1, João 12:37-38].
  81. O Messias cresceria em Nazaré [Isaías 53:2a, Mateus 2:21-23].
  82. O Messias teria a aparência de um homem ordinário [Isaías 53:2b, Filipenses 2:7-8].
  83. O Messias seria desprezado [Isaías 53:3a, Lucas 4:28-29].
  84. O Messias seria rejeitado [Isaías 53:3b, Mateus 27:21-23].
  85. O Messias possuiria grande dor e tristeza [Isaías 53:3c, Lucas 19:41-42].
  86. Homens evitariam associações com o Messias [Isaías 53:3d, Marcos 14:50-52].
  87. O Messias teria um ministério de cura [Isaías 53:4a, Lucas 6:17-19].
  88. O Messias carregaria e suportaria sobre si os pecados do mundo [Isaías 53:4b, 1 Pedro 2:24].
  89. Pensariam que o Messias tivesse sido amaldiçoado por Deus [Isaías 53:4c, Mateus 27:41-43].
  90. O Messias suportaria a punição pelos pecados da humanidade [Isaías 53:5a, Lucas 23:33].
  91. O sacrifício do Messias proveria paz entre Deus e o homem [Isaías 53:5b, Colossenses 1:20].
  92. As costas do Messias seria açoitada [Isaías 53:5c, Mateus 27:26].
  93. O Messias seria, para toda a humanidade, o “carregador-dos-pecados” [Isaías 53:6, Gálatas 1:4].
  94. O Messias seria oprimido e afligido [Isaías 53:7a, Mateus 27:27-31].
  95. O Messias estaria calado perante seus acusadores [Isaías 53:7b, Mateus 27:12-14].
  96. O Messias seria como um cordeiro de sacrifício [Isaías 53:7c, João 1:29].
  97. O Messias seria preso e atormentado [Isaías 53:8a, Mateus 26:47-27:31].
  98. O Messias seria julgado [Isaías 53:8b, João 18:13-22].
  99. O Messias seria morto [Isaías 53:8c, Mateus 27:35].
  100. O Messias morreria pelos pecados do mundo [Isaías 53:8d, 1 João 2:2].
  101. O Messias seria sepultado no túmulo de um rico [Isaías 53:9a, Mateus 27:57].
  102. O Messias seria inocente e não cometeria injúria [Isaías 53:9b, Marcos 15:3].
  103. O Messias não possuiria engano em sua boca [Isaías 53:9c, João 18:38].
  104. Era a vontade de Deus que o Messias morresse por toda a humanidade [Isaías 53:10a, João 18:11].
  105. O Messias seria uma oferta pelo pecado [Isaías 53:10b, Mateus 20:28].
  106. O Messias ressuscitaria e viveria para sempre [Isaías 53:10c, Marcos 16:16].
  107. O Messias prosperaria [Isaías 53:10d, João 17:1-5].
    241.Deus ficaria plenamente satisfeito com o sofrimento do Messias [Isaías 53:11a, João 12:27].
  108. O Messias seria o servo de Deus [Isaías 53:11b, Romanos 5:18-19].
  109. O Messias justificaria o homem perante Deus [Isaías 53:11c, Romanos 5:8-9].
  110. O Messias seria, para toda a humanidade, o “carregador-dos-pecados” [Isaías 53:11d, Hebreus 9:28].
  111. Por causa do seu sacrifício, o Messias seria grandemente exaltado por Deus [Isaías 53:12a, Mateus 28:18].
  112. O Messias entregaria a sua vida para salvar a humanidade [Isaías 53:12b, Lucas 23:46].
  113. O Messias seria ajuntado com os malfeitores [Isaías 53:12c, Lucas 23:32].
  114. O Messias seria, para toda a humanidade, o “carregador-dos-pecados” [Isaías 53:12d, 2 Coríntios 5:21].
  115. O Messias intercederia a Deus em favor da humanidade [Isaías 53:12e, Lucas 23:34].
  116. O Messias seria ressuscitado por Deus [Isaías 55:3, Atos 13:34].
  117. O Messias seria uma testemunha [Isaías 55:4, João 18:37].
  118. O Messias viria para prover salvação [Isaías 59:15-16a, João 6:40].
  119. O Messias seria o intercessor entre Deus e o homem [Isaías 59:15-16b, Mateus 10:32-33].
  120. O Messias viria a Sião como o seu Redentor [Isaías 59:20, Lucas 2:38].
  121. O Messias teria o Espírito de Deus sobre ele [Isaías 61:1, Mateus 3:16-17].
  122. O Messias pregaria as boas novas [Isaías 61:1-2, Lucas 4:18-21].
  123. O Messias viria para prover salvação [Isaías 63:5, João 3:17].
  124. O Messias seria achado por um povo que não o buscava [Isaías 65:1, Mateus 15:22-28].
  125. O Messias seria rejeitado por Israel [Isaías 65:2, João 5:37-40].

Jeremias

  1. O Messias seria descendente de Davi [Jeremias 23:5, Lucas 3:23-31].
  2. O Messias seria Senhor [Jeremias 23:6, João 13:13].
  3. Crianças morreriam durante uma tentativa de matar o Messias [Jeremias 31:15, Mateus 2:16].
  4. O Messias nasceria de uma virgem [Jeremias 31:22, Mateus 1:18-20].
  5. O Messias seria a nova aliança [Jeremias 31:31, Mateus 26:28].
  6. O Messias seria descendente de Davi [Jeremias 33:14-15, Lucas 3:23-31].

Lamentações

  1. O Messias seria golpeado na face [Lamentações 3:30, João 18:22].

Ezequiel

  1. O Messias seria descendente de Davi [Ezequiel 17:22-24, Lucas 3:23-31].
  2. O Messias seria descendente de Davi [Ezequiel 34:23-24, Mateus 1:1].

Daniel

  1. O Messias ascenderia ao céu [Daniel 7:13-14a, Atos 1:9-11].
  2. O Messias seria altamente exaltado [Daniel 7:13-14b, Efésios 1:20-22].
  3. O domínio do Messias seria eterno [Daniel 7:13-14c, Lucas 1:31-33].
  4. O Messias viria para dar fim aos pecados [Daniel 9:24a, Gálatas 1:3-5].
  5. O Messias seria santo [Daniel 9:24b, Lucas 1:35].
  6. O Messias seria anunciado ao seu povo 483 anos após o dia exato do decreto para a reedificação da cidade de Jerusalém [Daniel 9:25, João 12:12-13].
  7. O Messias seria morto [Daniel 9:26a, Mateus 27:35].
  8. O Messias morreria pelos pecados do mundo [Daniel 9:26b, Hebreus 2:9].
  9. O Messias seria morto antes da destruição do templo [Daniel 9:26c, Mateus 27:50-51].
  10. Uma visão do Messias em estado glorificado [Daniel 10:5-6, Apocalipse 1:13-16].

Oséias

  1. O Messias seria o Filho de Deus [Oséias 11:1a, Mateus 2:13-15].
  2. O Messias seria chamado do Egito [Oséias 11:1b, Mateus 2:13-15].
  3. O Messias venceria a morte [Oséias 13:14, 1 Coríntios 15:55-57].

Joel

  1. O Messias ofereceria a salvação para todos [Joel 2:32, Romanos 10:12-13].

Amós

  1. Deus faria com que o céu se escurecesse ao meio-dia [Amós 8:9, Mateus 27:45-46].

Miquéias

  1. O Messias nasceria em Belém [Miquéias 5:2a, Mateus 2:1-2].
  2. O Messias seria o servo de Deus [Miquéias 5:2b, João 15:10].
  3. O Messias seria oriundo da eternidade [Miquéias 5:2c, Apocalipse 1:8].

Ageu

  1. O Messias visitaria o Segundo Templo [Ageu 2:6-9, Lucas 2:27-32].
  2. O Messias seria descendente de Zorobabel [Ageu 2:23, Lucas 3:23-27].

Zacarias

  1. O Messias seria Deus na forma de homem e habitaria entre o seu povo [Zacarias 2:10-11a, João 1:14].
  2. O Messias seria enviado por Deus [Zacarias 2:10-11b, João 8:18-19].
  3. O Messias seria descendente de Zorobabel [Zacarias 3:8a, Lucas 3:23-27].
  4. O Messias seria o servo de Deus [Zacarias 3:8b, João 17:4].
  5. O Messias seria Sacerdote e Rei [Zacarias 6:12-13, Hebreus 8:1].
  6. O Messias seria recebido com alegria em Jerusalém [Zacarias 9:9a, Mateus 21:8-10].
  7. O Messias seria visto como Rei [Zacarias 9:9b, João 12:12-13].
  8. O Messias seria justo [Zacarias 9:9c, João 5:30].
  9. O Messias traria salvação [Zacarias 9:9d, Lucas 19:10].
  10. O Messias seria humilde [Zacarias 9:9e, Mateus 11:29].
  11. O Messias seria apresentado a Jerusalém montado num jumento [Zacarias 9:9f, Mateus 21:6-9].
  12. O Messias seria a pedra de esquina [Zacarias 10:4, Efésios 2:20].
  13. A rejeição do Messias faria com que Deus removesse Sua proteção sobre Israel [Zacarias 11:10, Lucas 19:41-44].
  14. O Messias seria traído por trinta moedas de prata [Zacarias 11:12, Mateus 26:14-15].
  15. Trinta moedas de prata seriam lançadas na casa do Senhor [Zacarias 11:13a, Mateus 27:3-5].
  16. Trinta moedas de prata seriam usadas para comprar o campo do oleiro [Zacarias 11:13b, Mateus 27:6-7].
  17. O corpo do Messias seria transpassado [Zacarias 12:10, João 19:34].
  18. O Messias seria um com Deus [Zacarias 13:7a, João 14:9].
  19. Os discípulos do Messias se dispersariam [Zacarias 13:7b, Mateus 26:31-56].

Malaquias

  1. Um mensageiro prepararia o caminho para o Messias [Malaquias 3:1a, Mateus 11:10].
  2. O Messias apareceria subitamente no templo [Malaquias 3:1b, Marcos 11:15-16].
  3. O Messias seria o mensageiro da nova aliança [Malaquias 3:1c, Lucas 4:43].
  4. O precursor do Messias viria no espírito de Elias [Malaquias 4:5, Mateus 3:1-2].
  5. O precursor do Messias converteria muitos à eqüidade [Malaquias 4:6, Lucas 1:16-17].
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Isto NÃO é a marca, mas será uma ferramenta para tal https://asprofecias.com.br/isto-nao-e-a-marca-mas-sera-uma-ferramenta-para-tal/ Mon, 11 Sep 2017 22:31:32 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=470 No MSN noticias de 30/08/2017  apareceu uma matéria falando sobre o implante de microchip.

Empresa que implantou microchips em funcionários quer vir para o Brasil!

“Depois de implantar microchips na pele de 61 de seus 80 funcionários, Three Square Market (32M), empresa de tecnologia de Wisconsin, nos Estados Unidos, tem planos de vir ao Brasil. “Dois hospitais brasileiros já nos procuraram querendo experimentar a tecnologia”, diz Todd Westby, CEO da companhia.”

Certamente isto irá aguçar as teorias sobre a marca da besta e fazer com que milhares de pessoas comentem ou mesmo tenham “aulas” sobre este aparelho que segundo alguns será a tão falada Marca da Besta proclamada em apocalipse 13. Já escrevi um artigo que esclarece bem sobre este assunto e deixo também neste post o link para que você possa estudar e tirar suas próprias conclusões, sem pirotecnia, teoria da conspiração ou as famosas interpretações feitas por pregadores não alicerçados na palavra de Deus.

Só para começar, a Marca da Besta descrita no capitulo 13 de apocalipse não é o microchip, código de barras ou jogo de somatória de números para poder descobrir o 666 em alguns nomes ou instituições. Embora estes símbolos possam colaborar para que pessoas recebam a marca, em si só eles não representam perigo. Infelizmente milhares deixarão de usar as tecnologias que são relacionadas como sendo a marca e estarão justamente sendo marcadas ou continuarão com a marca por não saberem a verdadeira identidade desta.

É IMPORTANTEMENTE SABER POIS DECIDIRÁ ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE. 

É tão importante e urgente termos uma clara definição do que se trata que Deus dedicou um capitulo inteiro para nos informar e uma advertência seríssima contida na terceira mensagem angelica em apocalipse 14, Veja o que Ele diz: “E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. Apocalipse 14:9,10

Veja, esta é uma advertência pesada e direta, se você receber a marca da besta  não entrará no céu e nem viverá na nova terra. Existem aqueles que se alimentam de teorias conspiratórias, de proclamarem o fanatismo religioso e de serem até pregadores do apocalipse catastrófico. Que  gostam de alardear a promover perturbações entre o povo de Deus, mas não podemos simplesmente deixar de lado os alertas e as mensagens de Deus sobre este assunto. O que lhes convido é um estudo detalhado sobre o assunto  para que possamos, quando for necessário,  identificar e tomar as decisões corretas.

 

Então quer saber qual é esta marca, como será implantada e como se livrar dela? leia este artigo que escrevi em 2005 e que nunca esteve tão atual.

O selo de Deus e a Marca da Besta.

 

 

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Um ataque à Família A ideologia de Gêneros de volta a pauta. https://asprofecias.com.br/um-ataque-a-familia-a-ideologia-de-generos-de-volta-a-pauta/ Sat, 26 Aug 2017 21:32:37 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=455

 

 

Mais do que nunca hoje a família esta sendo alvejada e atingida por movimentos sociais e que se dizem libertadores da consciência, por inúmeros ataques da mídia que prega abertamente o fim do sistema organizacional que se chama  família, pela liberação de ações que antes seriam impensáveis tais como o aborto, a massificação do divorcio que de tão popular esta sendo efetivado via web sem mais a necessidade da presença diante de um “juiz e paz”, do teste drive sexual que ocorre quando jovens se unem para ver se vai dar certo, do ficar sem compromisso, das uniões livres, amor livre, sexo seguro, produção independente, dos casamentos homossexuais  e por ai vai as centenas de variantes que pregam a liberdade e o fim da família.  

Se analisarmos bem a primeira instituição que Deus implantou nesta terra foi a família e é nela que satanás tem concentrado suas forças nestes últimos movimentos, não para conseguir a vitória pois esta ele já perdeu na cruz, mas para poder atacar a Deus nosso criador, levando o maior numero possível para a perdição.

Não bastasse o ataque a aqueles que deveriam já ter consciência de seus atos, pois estão na idade de poder identificar o que é certo e errado, um plano maléfico têm sido levado a cabo por pessoas inescrupulosas, agentes conscientes ou inconscientes de satanás.   Falo do ensinamento da liberdade de gêneros que grupos organizados tem tentado implantar nas escolas de ensino fundamental, crianças de 6 a 12 anos que estão sendo bombardeadas incansavelmente pela mídia, pelos seus grupos de amigos, pelos programas de Tv e  outras inumeráveis ocasiões onde eles podem ser alcançados pelas garras do inimigo. Se não bastassem todas estas opções que os pais mais atentos devem observar, agora há uma luta incansável nos bastidores para que esta educação seja implantada nas escolas. Para falar sobre este assunto é interessante buscarmos um pouco da historia deste conceito, a ideologia de gêneros e  ficarmos a par de todas as armadilhas que ela representa e pasmem, apesar de haver tido uma rejeição no congresso, uma porta ficou aberta que é a de que cada cidade pode decidir se implanta ou não em suas esferas.

PRIMEIRAMENTE O QUE É ESTA TAL IDEOLOGIA DE GÊNEROS?

Segundo a interpretação dada pelos que defendem este conceito é: A Ideologia de Género, ou a Ideologia da Ausência de Sexo, é uma crença segundo a qual os dois sexos, masculino e feminino, são considerados construções culturais e sociais, e que por isso os chamados “papéis de género” que incluem a maternidade, na mulher, que decorrem das diferenças de sexos alegadamente “construídas”  e que por isso, não existem , são também “construções sociais e culturais”.  Ou seja, o sexo não é definido na maternidade, no nascimento, mas de acordo com as condições sociais que a pessoa irá ser educada ou disciplinada e onde escolha do sexo se feminino ou masculino deve ser opção pessoal e intransferível. Portanto o novo ser não poderá ser “taxado” de homem ou mulher, mas criasse a terceira opção que se chama gênero.

A eurodeputada holandesa e radicalíssima de extrema-esquerda, kartika tamara liotard, apresentou um projeto de lei, (Commission des droits de la femme et de l’égalité des genre) para que se aplique em toda a União Europeia, segundo o qual os “estereótipos de género” devem ser proibidos nos meios de comunicação social e nos sistemas de educação.

Como somos ávidos copiadores, aqui no Brasil também foi elaborado um projeto para que fosse implantado um sistema de educação que “zela” pela liberdade de escolha do ser e “impeça” a pressão da família sobre a criança que esta sobre seu cuidado. Claramente um projeto fundamentado nos conceitos Marxista e disseminada por Friedrich Engels.

No projeto de lei tramitado em 2014 havia sansões contra os pais ou entidades educacionais que se opusessem a matéria a ser aplicada nas escolas. Na pratica a doutrinação homossexual seria aplicada em sala de aula para alunos na fase de educação mais importante da vida e se caso os pais se opusessem teriam que prestar contas na justiça. Se a família decidisse tirar o filho ou fila das escolas  também seriam acionados juridicamente. O projeto não se limitava a aplicação da lei somente em escolas publicas, mas a disseminação era gradual e impositiva sendo forçado às escolas particulares e muitas com cunho cristão, a aplicarem a ideologia sob pena de sansões que poderiam culminar até no fechamento destas.

DE ONDE SURGIU ESTA IDEOLOGIA?

No início dos anos 90, na Universidade de Berkeley, a obra da professora Judith Butler intitulada “O Problema do Gênero” [Judith Butler: Gender Trouble, Feminism and the Subversion of Identity, 1990, Routledge, New York]. Foi um impulsionador desta ideia e logo em seguida o conceito foi ardilosamente introduzido por meio do trabalho das Fundações Internacionais na Conferência sobre a Mulher promovida pela ONU em Pequim.

A ideologia, entretanto, já havia iniciado suas construções nos anos 80, antes de Butler, quando o conceito de gênero passou a ser adotado pelo movimento marxista e feminista, que via nesta teoria uma justificação científica para as teses desenvolvidas inicialmente por Karl Marx e Friedrich Engels. Conforme atesta uma amplíssima literatura que poucas vezes é levada ao grande público, a doutrina marxista sustenta ser impossível implantar a revolução socialista sem que antes se destrua a família. Antes mesmo que iniciasse a redação do Capital, Marx escreveu na sua obra “A Ideologia alemã”: “A propriedade privada somente poderá ser suprimida quando a divisão do trabalho puder ser suprimida. A divisão do trabalho, porém, na sua origem, não é nada mais do que a divisão do trabalho no ato sexual, que mais tarde se torna a divisão do trabalho que se desenvolve por si mesma. A divisão do trabalho, por conseguinte, repousa na divisão natural do trabalho na família e na divisão da sociedade em diversas famílias que se opõem entre si, e que envolve, ao mesmo tempo, a divisão desigual tanto do trabalho como de seus produtos, isto é, da propriedade privada, que já possui seu germe na sua forma original, que é a família, em que a mulher e os filhos são escravos do marido” [Karl Marx e Friedrich Engels: A Ideologia Alemã]. Nos últimos anos de sua vida, Marx pôde aprofundar, graças aos trabalhos do antropólogo americano Morgan, sua concepção sobre a família, recolhida finalmente no livro assinado por Engels “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”. Nesta obra Engels, seguindo Marx, sustentava que nos primórdios da história não teria existido a instituição que hoje denominamos de família. A vida sexual era totalmente livre e os homens relacionavam-se sexualmente com todas as mulheres. Deste modo, as crianças somente conheciam quem eram as suas mães, mas não sabiam quem fossem os seus pais. Mais tarde, à medida em que a sociedade passou de caçadora a agricultora, a humanidade começou a acumular riqueza e os homens, desejando deixar as novas fortunas como herança à sua descendência, para terem certeza de quem seria o eu herdeiro, fora obrigados a forçar as mulheres a não mais se relacionarem com outros parceiros. Com isto transformaram as mulheres em propriedade sexual e assim teriam surgido as primeiras famílias, fruto da opressão do homem sobre a mulher, e com a qual se teria iniciado a luta de classes. A conclusão óbvia desta tese, afirmada como absoluta certeza, visto que confirmava as teorias já levantadas pelo jovem Marx, é que não poderia haver revolução comunista duradoura sem que a concomitante destruição da família.  Trecho extraído do PROJETO DE LEI N.º 1.859, DE 2015 (Do Sr. Izalci e outros)

 

O cunho imoral das disciplinas aplicadas podem ser vistas no material didático impresso e disseminado, onde além da aula teórica totalmente ilustrada, haveria ainda exercícios práticos em sala de aula.

Abaixo algumas imagens dos materiais pedagógicos que foram aprovados pelo MEC baseados na ideologia de gêneros e que foram lançados em 2016

 

 

A PNE Plano Nacional da Educação era o meio pelo qual os idelogistas buscavam disseminar suas ideias, mas pela pressão tanto de congressistas como da opinião publica, o texto original foi alterado retirando o termo “Ideologia de gêneros” como grade curricular, mas abria os precedentes para que os estados e municípios definissem suas próprias diretrizes, tendo como data limite o dia 24 de junho de 2015 para que os estados e municípios adotassem suas próprias definições para o seu plano de educação. Começou uma corrida tendo os defensores da ideologia ativado seus militantes espalhados pelo Brasil afora para que estes influenciassem as decisões locais e implantassem a ideologia  cidade a cidade. O prazo passou e algumas regiões o plano foi votado, mas houve repercussão na população e muitas não levaram adiante esta politica educacional, porem o dragão esta apenas descansando, recuando para que possa contra atacar e depende muito da atenção daqueles que são hoje os defensores da moral e dos que é santo e intocável, ou seja, todos os que se chamam de Cristão independente de sua linha teológica. Infelizmente o primeiro ataque já foi efetivado  O CONAE  Conselho Nacional de Educação, logo após a votação e derrota de suas intenções, inclui em seu documento final no mesmo ano de 2014, o texto que havia sido recusado pelo congresso e assim um órgão governamental passa por cima das decisão do congresso e tenta de maneira sorrateira aplicar a suas próprias conclusões e filosofias abrindo assim  o precedente jurídico para as ações que culminaram nas tentativas de introdução da ideologia de gêneros no sistema educacional Brasileiro.

Mesmo com todas as ações contra a implantação da Ideologia de gêneros  quer seja na PNE ou mesmo de cidade à cidade, os ideologistas desta aberração educacional que lança crianças em idade de aprendizado numa rota de colisão com seus próprios sentimentos, o que aumentou em mais de mil por cento a necessidade de acompanhamento psicológico à crianças, por exemplo, na Alemanha após a implantação de plano similar, ainda assim a doutrinação LGBT parece que afetou também nosso judiciário, e recentemente o desembargador José Carlos Maldonado de Carvalho anulou a resolução que impedia o ensino da ideologia de gêneros nas escolas de Volta Redonda, RJ. Esta decisão tomada agora em abril de 2017 abre as porta para novamente suscitar as ações daqueles que querem em nome de uma liberdade pluralizada de libertinagem, destruir a família como célula mater da sociedade e implantar o mais ardil plano de satanás contra a humanidade.

 

 

O ATAQUE CONTINUA!

TJ-RJ declara inconstitucional lei que proíbe política de gênero em escolas

18 de abril de 2017, 10h12

Impedir escolas de ensinar novas visões sobre o conceito de gênero representa censura e ofensa à liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o conhecimento. Com esse entendimento, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro julgou inconstitucional uma norma que proibia o ensino da chamada “política de ideologia de gênero” em escolas de Volta Redonda.

A Lei Municipal 5.165/2015 foi sancionada quando se discutia o Plano Municipal de Educação para o período de 2015 a 2024. A justificativa do projeto de lei era atender “diversas reivindicações” de lideranças preocupados com alguns temas em debate, como “a possibilidade de ensinar a partir dos três anos de idade que não existe diferença entre homem e mulher”.

Para a Defensoria Pública, autora de ação contra o texto, o argumento de que a preocupação com a “destruição de valores sagrados” como a vida e a família “revela o total desconhecimento dos estudos de gênero e sexualidade presentes no meio acadêmico, na temática do direito internacional dos direitos humanos e nos movimentos sociais desde pelo menos os anos 1950, quando se passou a distinguir os conceitos de sexo e gênero”.

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