Domingo – As Profecias https://asprofecias.com.br Sat, 15 Feb 2025 02:59:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://asprofecias.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cropped-icone-512pi-1-32x32.jpg Domingo – As Profecias https://asprofecias.com.br 32 32 haverá mesmo um decreto dominical? https://asprofecias.com.br/havera-mesmo-um-decreto-dominical/ Sat, 25 Jan 2020 22:16:58 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=889 Para respondermos a esta pergunta temos que analisar um pouco da historia deste mundo, e ir um pouco alem, temos que saber como e porque o pecado começou…  Bem pelo menos quais foram os sintomas que tomaram a vida de Lúcifer. Portanto vamos estudar o motivo de sua queda.

Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!  E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda dos lados do norte.Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo.

Isaias 14:12-14

Vemos nesta passagem que o pecado que começou no coração de Lúcifer,foi ser semelhante a Deus e estar no seu lugar. Na verdade tudo se resume numa só palavra : ADORAÇÃO. Lúcifer queria ser adorado, reverenciado, cultuado como Deus era. Este desejo foi a mola propulsora que o levou a cometer outros pecados, tais como a inveja,mentira,ganância,blasfêmia e etc… Porem o desejo de ser adorado foi o motivo de sua rebelião.

Mesmo banido do céu , ele não deixou o seu intento e se analisarmos bem, veremos que ele continua a procura de adoração. E qual tem sido a estratégia de Satanás durante estes milênios para atingir seu intento ?

A CONTRAFAÇÃO :  A contrafação pode se definir como o fazer algo semelhante ao verdadeiro.Nos dicionários a palavra é definida como: Reproduzir, imitar, falsificar, adulterar, disfarçar (Dic. Michaelis)  Temos vários exemplos na bíblia que nos ajudará a compreender o que isto significa , vejamos :

Deus tem a sua cidade santa, a literal bem como a que representa a celestial a nova  Jerusalém.  Satanás criou a sua  cidade a Babilônia real, devota de diversos Deuses e cheia de gloria humanas , apontada como sendo uma das grandes maravilhas do mundo. E uma figura da grande Babilônia representada na bíblia como sendo a grande confusão de religiões.

Outra figura bem conhecida é a do cordeiro de Deus, Jesus , que foi ferido e ressuscitou . Satanás é representado por uma besta que também foi ferida, mas note, ela não ressuscitou mas teve a ferida curada, sabe porque? Porque o inimigo não tem o poder de ressuscitar e portanto foi representado como algo que pode ser curado.

Em apocalipse 14 temos a figura de três anjos que voam pelo meio do céu com uma mensagem especial , o evangelho eterno . No capitulo 16 temos três espíritos imundos que reúnem o povo para uma batalha, eles também tem uma mensagem especial , mas profana .

Jesus nos apresenta a solução para a morte, a ressurreição. Satanás apresenta a reencarnação como solução para a morte. Esta “solução” desqualifica a Jesus como nosso salvador , pois prega a purificação através de reencarnações até chegar ao estagio perfeito, como um Deus. Note a semelhança entre o intento de nosso inimigo e o que ele quer oferecer aqueles que o aceitarem .

Temos ainda entre outras tantas , uma outra contrafação: O selo de Deus e a marca da besta e vamos analisar bem este ponto.

Deus tem o seu selo , criado no Édem  , identifica o criador , sua obra e sua jurisdição .

ASSIM os céus, e a terra, e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado, no dia sétimo, a sua obra que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera.  Gen 2:1-3

*O sábado não é apresentado como uma nova instituição, mas como havendo sido estabelecido na criação. Deve ser lembrado e observado como a memória da obra do Criador. Apontando para Deus como Aquele que fez os céus e a Terra, distingue o verdadeiro Deus de todos os falsos deuses. Todos os que guardam o sétimo dia, dão a entender por este ato que são adoradores de Jeová. Assim, o sábado é o sinal de submissão a Deus por parte do homem, enquanto houver alguém na Terra para O servir. O quarto mandamento é o único de todos os dez em que se encontra tanto o nome como o título do Legislador. É o único que mostra pela autoridade de quem é dada a lei. Assim contém o selo de Deus, afixado à Sua lei, como prova da autenticidade e vigência da mesma.

Temos que observar que o final deste mundo  esta sendo contido pelo poder de Deus, a espera de um ato que esta descrito em apocalipse 7

E vi outro anjo que subiu da banda do sol nascente, e que tinha o selo do Deus vivo; e clamou com grande voz aos quatro anjos, a quem fora dado o poder de danificar a terra e o mar, Dizendo: Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até que tenhamos assinalado, nas suas testas, os servos do nosso Deus. Apoc 7:2-3

Podemos notar por esta declaração que Deus vai identificar os seus filhos no ultimo conflito desta terra . Ele pede que nós o aceitemos e também que aceitemos o seu selo , sinal de nossa fidelidade. No passado Deus também  pediu um sinal de lealdade

Chamou, pois, Moisés a todos os anciãos de Israel, e disse-lhes: Escolhei e tomai vós cordeiros para as vossas famílias, e sacrificai a páscoa. Então, tomai um molho de hissopo, e molhai-o no sangue que estiver na bacia, e lançai na verga da porta, e em ambas as ombreiras, do sangue que estiver na bacia; porém, nenhum de vós saia da porta da sua casa, até à manhã. Porque o Senhor passará para ferir aos egípcios, porém, quando vir o sangue na verga da porta, e em ambas as ombreiras, o Senhor passará aquela porta, e não deixará ao destruidor entrar nas vossas casas, para vos ferir. Êxodo 12:21-23

A grande diferença é que Deus pede que usemos a razão e o amor a Ele . O amor e a devoção espontânea deve ser o que nos move .

E Satanás o que faz? Impõe a sua vontade através da força e da opressão , nós temos alguns exemplos através de vários momentos da humanidade que exemplificam este seu ato (As guerras contra Israel promovida pelos Babilônios , Assírios , Filisteus e outros , A perseguição da Igreja apostólica promovida pelos Romanos e depois da própria Igreja apostólica contra aqueles que não aceitaram as suas normas, o que resultou na inquisição )

Mas para ficarmos dentro do contexto , vamos citar o decreto de Constantino em 321 , que resultou na mudança da observância da lê de Deus , já predita por Daniel 7:25 , segue abaixo uma cópia do que se refere o edito.

EDICTO DE CONSTANTINO.-
La ley dada por Constantino el 7 de marzo del año 321 de J. C relativa al día de descanso, era como sigue:

“Que todos los jueces, y todos los habitantes de la ciudad, y todos los mercaderes y artesanos descansen el venerable día del sol. Empero que los labradores atiendan con plena libertad al cultivo de los campos; ya que acontece a menudo que ningún otro día es tan adecuado para la siembra del grano o para plantar la viña; de aquí que no se deba dejar pasar el tiempo favorable concedido por el cielo. Codex Justinianus, lib. 3, tít. 12, párr. 2 (3).

“Descansen todos los jueces, la plebe de las ciudades, y los oficios de todas las artes el venerable día del sol. Pero trabajen libre y lícitamente en las faenas agrícolas los establecidos en los campos, pues acontece con frecuencia, que en ningún otro día se echa el grano a los surcos y se plantan vides en los hoyos más convenientemente, a fin de que con ocasión del momento no se pierda el beneficio concedido por la celestial providencia.”-Código de Justiniano, lib. 3, tít. 12, párr. 2 (3) (en la edición, en Latín y castellano, por García del Corral, del Cuerpo del derecho civil romano, tomo 4, pág. 333, Barcelona, 1892).

El original en latín se halla además en J. L. v. Mosheim: Institutionem Historia Ecclesiastica antiquioris et recensioris, sig. 4, parte 2, cap. 4, sec. 5, y en otras muchas obras.

Em 538  foi editado  leis mais severas contra a guarda do sábado e divulgado o castigo aqueles que não aceitassem as normas da igreja Romana

Agora para os últimos dias, como fez no inicio do Cristianismo,  satanás novamente vai impor a observância do domingo pela força de editos e leis , vejamos o texto:

E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas; Para que ninguém possa comprar, ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Apoc 13:16

Mais uma vez a contrafação : O domingo será imposto pela força da lei.  

Um ponto a analisar nesta passagem é porque é usada a palavra  “OU” e não “E” ? (um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas)

A testa representa o raciocínio = aceitação da mensagem, quem for marcado na testa , o será por livre e espontânea vontade , pois acredita ser o certo .

Já a  mão representa o trabalho a favor ,mesmo que seja forçado a este ato. Satanás irá obrigar como esta no texto , a todos os moradores da terra a tomarem uma decisão, se não for pela razão(testa) será pela imposição (mão)

A grande diferença  entre os lideres destes dois exércitos ( Cristo X Satanás ) esta até mesmo estampado na conduta e na maneira do assinalamento. (até que tenhamos assinalado, nas suas testas, os servos do nosso Deus. Apoc 7:2-3)

Note que Jesus só ira assinalar na testa, ou seja , somente receberá o selo de Deus  aquele que escolher ser um participante de seu reino.

Agora uma pergunta importante: se Deus tem o seu selo, não seria lógico pensar que satanás iria criar algo semelhante? Se apenas seguíssemos o ritmo da historia deste conflito, e analisássemos o método de satanás, o qual já vimos que é de contrafazer o que Deus faz , não seria lógico chegar a conclusão de que nosso inimigo iria implantar a sua marca?

Qual a diferença entre marca e selo ?

SELO = é algo que inspira nobreza , realeza , que nos impressiona com a idéia de muito valor e que a pessoa tem o prazer de receber .

“Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.” 2 Cor 3:3

MARCA por sua vez  é símbolo de sujeição , imposição , pejorativo , algo imposto e que leva a subjugação  . Exemplos : Quando se marca animais , escravos e perseguidos. A historia registra fatos horrendos sobre este assunto. Tomemos como exemplo o tempo dos escravos que eram muitas vezes marcados por seus “donos” com ferro incandescente, assim como se fazia com os animais. Mais próximo de nossa época, temos a historia do nazismo que marcou não somente os judeus, mas todos aqueles que eram diferentes do modelo de raça ideal, imposto por Hitler. Dos “marcados” desta época tão triste, poucos sobreviveram. A marca é o primeiro passo para a morte.

Ninguém gosta de ser marcado , mas é isto que satanás esta querendo fazer nos últimos dias . Deus porem quer selar seus filhos , torná-los reais .

Por isso é importante sabermos o que é a marca e o que é o selo, é uma questão de sobrevivência.

Analisemos : Toda controvérsia entre o bem e o mal , gira em torno de uma só palavra : ADORAÇÃO

Deus é adorado pela sua majestade e reconhecimento de suas criaturas . Satanás quer ser adorado , pela força e pelo medo, pela imposição de sua vontade.

O selo de Deus será anunciado universalmente, todos os moradores desta terra terão que conhecer o que é certo e o errado. Nosso Senhor tem trabalhado para que estas advertências sejam levadas a cada ser humano. Em apocalipse 14 temos três mensagens angélicas, as três ultimas advertências a humanidade:

E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo,

A marca também será anunciada de maneira universal :

E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas; apocalipse 13:16

Note que o texto é bem claro, não há limite para classe social ou importância racial como houve no passado, portanto tem que ser algo que alcance a todas as pessoas. Não é algo que esteja ao alcance ( Se assim o fosse, ainda poderia haver uma seleção natural de quem pode possuir ou não , se fosse algo que pudesse ser comprado, os menos afortunados não poderiam ter acesso a marca) Mas esta marca irá atingir a todos os moradores da terra, querendo ou não, desejando ou não todos serão afetados.  Concluo dizendo que não pode ser simplesmente um objeto, um artefato seja ele tecnológico ou não. Não dá para ser uma marca física , pois lida com a vontade das pessoas. Vai haver uma escolha um posicionamento. Ou receberemos o selo de Deus ou a marca da besta.

O que pede Deus para dar o selo a seus filhos ?

Quem crer e for batizado será salvo: mas quem não crer será condenado. Marcos 16:16

Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. S J 14:15

Mas há uma advertência muito firme de nosso Senhor na mensagem do terceiro anjo de apocalipse 14  

E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão. Também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálix da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. Apoc 14: 9-10

Porque Deus faz uma advertência assim tão dura ?

Porque não dá para servir dois senhores e é uma questão de vida ou morte.

Um pai quer ver a salvação de seus filhos as vezes tem que ser duro. Não da para imaginar um pai terreno vendo o filho caminhando para o perigo, e só ficar ali observado talvez até torcendo para que nada aconteça. Na nossa mente tem que ter uma reação, e é isto que Deus esta fazendo quando coloca o seu povo para dar esta  advertência. Há um risco de morte , e morte eterna .

Agora satanás não pergunta se você quer ou não a marca dele , ele vai tentará colocá-la em você custe o que custar.

Até aqui você já deve ter pelo menos analisado a importância do selo e da marca. Já vimos que Deus em sua escritura declara em mais de duas mil oportunidades ser o sábado o dia sagrado e portanto, o seu selo. Pela historia descrita nas mais diversas enciclopédias, vimos que o domingo foi imposto e depois aceito e alterado dos mandamentos de Deus por mãos humanas. È reconhecido até mesmo pela Igreja Católica , que o culto no domingo foi uma deliberação humana.

Agora a grande pergunta :

É POSSÍVEL ACONTECER UM DECRETO DOMINICAL UNIVERSAL?

Analisemos a historia do mundo

O mundo já foi dominado pelos pagãos: Babilônia , Medo pérsia, Gregos e Romanos . Cada uma destas nações tentou ou implantou o seu tipo de culto, os seus deuses ou mesmo a sua maneira se cultuar a  Deus .

O mundo já dormiu com o império sendo pagão e acordou Cristão, e isto apenas com a assinatura de um edito. (Constantino em 321, por Interesse militar, político e geográfico)

O apocalipse 13 nos leva a crer que haverá um movimento político religioso  como no passado, com o surgimento de dois  grandes sinais. As duas bestas (besta com significado de força) se unem numa só finalidade: subjugar a humanidade.

A possibilidade de haver um decreto ordenando a observância do domingo esta hoje mais fácil do que na época de Constantino. O Cristianismo prega este dia e muitos não Cristãos não terão dificuldades em aceitá-lo.

É bem claro : Deus tem o seu dia de adoração  O sábado , criado no édem , santo , abençoado , um selo . Criado para o homem ter o descanso e também para estar junto ao seu criador.

Os que argumentam que não pode haver um movimento mundial para a guarda do domingo , falam dos Judeus e mulçumanos e outras religiões, mas devo lembrar que este dia será imposto pela força aqueles que não o aceitarem e há no mundo hoje uma grande ferramenta de persuasão 

Vale também lembrar que até os países que pregam outras religiões  já foram no passado subjugados, um exemplo?

Jerusalém foi tomada em 15 de julho de 1099 e ficou sob poder do papado até 1291 , até a  ultima cruzada  de Ptolomeu . Porem não só Jerusalém era dominada pelos cruzados, mas praticamente todos os povos da região. Havia a dependência até mesmo econômica que fazia com que muitas alianças fossem feitas.

No auge da guerra fria grande  parte do mundo era comunista. hoje praticamente todos são capitalistas . A queda do comunismo faz parte de uma historia da Igreja, assim como parte importante do currículo de João Paulo II .

Com a morte daquele que foi apontado como maior estadista de nosso século, a Igreja católica elegeu um novo papa que já em suas primeiras  declarações deixou bem claro suas intenções.

Domingo, Maio 29, 2005

Bento XVI vai lutar pela unidade dos cristãos

O papa Bento XVI visitou hoje a cidade de Bari, no sul da Itália, em sua primeira viagem para fora do Vaticano desde o início do seu Pontificado e encerrou o XXIV Congresso Eucarístico Nacional realizado na citada cidade sob o título “Sem o domingo não podemos viver”, no qual se comprometeu a lutar pela unidade dos cristãos. ( Principais jornais de grande circulação )

Não é oculto ao publico que a Igreja Romana vem a mais de duas décadas implantando um sistema de aproximação com os “irmãos afastados” , ou simplesmente os chamados protestantes. O movimento de “ecumenismo”  trata de ajuntar todo o povo Cristão num só grande pensamento, que culminará com a unidade de todas as religiões sob a orientação papal. Já esta em discussão o papel dos pastores destas igrejas, que num dado momento poderão ser recebidos ou mesmo aceitos com o mesmo status na hierarquia católica ( Pastor igual a padre, Bispos com o mesmo titulo e etc…)

Mas já citamos aqui em nosso estudo a mais importante arma que será usada para persuadir a humanidade a tomar posição ao lado da Igreja. Você poderá ler um artigo intitulado : “Um atentado a Liberdade” e compreenderá  melhor o assunto.

O importante é saber que satanás esta montando o seu plano para implantar um regime subjugado pela economia e pelo medo, e que irá impor a sua marca.

Estará lançando um falso reavivamento espiritual em torno da guarda do  domingo como dia santo

Mas Deus tem condenado este ato e por causa desta falsa adoração retirará as benção e a proteção sobre as nações, e as calamidades virão .

Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.I Tess. 5:3

E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá, também, falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição; II Pedro 2:1

 No  apocalipse 18 temos a descrição da queda da Babilônia espiritual. Babilônia representa a grande responsável pela confusão de religiões , ela é chamada de a mãe de todas as meretrizes, ou seja , uma mulher (simbolicamente em profecia, a Igreja . apoc 17) que com sua doutrina adulterou contra o esposo (Cristo é o esposo ) e teve filhas (outras igrejas que seguem sua doutrina ) e uma frase  nós chamou a atenção:

Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância das suas delícias. E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Apoc 18:3-4

Aqui nós é apresentado que a Babilônia ira prover a riqueza de seus súditos, mas repentinamente todos os participantes de seu reino irão perder suas riquezas .

Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, o pranto e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a julga.E os reis da terra que se prostituíram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem o fumo do seu incêndio, Apoc 18:8-9

Devido a grande confusão e os flagelos que os seguidores da besta  estarão passando, eles   volverão os seus olhos sobre os adoradores de Deus e então virá a perseguição

Mas no final , sabemos que Cristo e seu povo sairá triunfante .

Você esta preparado para tomar a decisão correta ?

Fontes

Estudos bíblicos  site: Bibliaonline.net

Estudos bíblicos  site Jesusvoltara.com.br

*(Textos registrados pela Casa Publicadora Brasileira
Certificada pela ISO 9002
Publicados na
Revista SINAIS DOS TEMPOS
em número especial

Estudos site Observadorweb.com 7 de novembro de 2008

]]>
O DECRETO DO IMPERADOR CONSTANTINO https://asprofecias.com.br/o-decreto-do-imperador-constantino/ Sat, 03 Nov 2012 21:08:27 +0000 http://profeciadoarmagedom.wordpress.com/?p=140  Ninguém nega que no dia 7 de março de 321, o imperador Constantino promulgou uma lei que assim reza:

“Que todos os juízes, e todos os habitantes da cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol. Não obstante, atentam os lavradores com plena liberdade ao cultivo dos campos; visto acontecer a miúdo que nenhum outro dia é tão adequado à semeadura do grão ou ao plantio da vinha; daí o não se dever deixar passar o tempo favorável concedido pelo Céu.” – Codex Justinianus, lib. 13 it. 12, par. 2 (3).

Este acontecimento influiu decisivamente para transformar o “festival da ressurreição” num autêntico “dia de guarda” no império romano.

Muitos, visando fazer confusão, procuram dar sentido tendencioso ao histórico decreto, ao mesmo tempo que propalam ser ensino nosso que a instituição dominical fora criada pelo imperador. Nada mais falso. Equivocam-se grandemente os que afirmam ser ensino adventista que o domingo foi instituído por Constantino e por um determinado papa. Jamais ensinamos que Constantino fosse o autor do domingo, mas sim que, na esfera civil, deu o passo para que se tornasse dia de guarda, promulgando a primeira lei nesse sentido, coroando assim a gradual implantação do domingo na igreja e no mundo.

Contudo, dizer que muito antes de Constantino os cristãos guardavam o domingo é afirmação temerária, destituída de veracidade histórica. Os testemunhos que citam nada provam em favor da observância já estabelecida do primeiro dia da semana como dia de culto cristão. Não merecem inteira fé, por serem duvidosos, falíveis e incongruentes. Não invocam seguer um testemunho bíblico ou histórico exato, incontraditável, irrecorrível. Não podem fazê-lo. O máximo que se poderia afirmar é que, antes de Constantino, boa parte dos cristãos, já em plena fermentação da apostasia gradual, reuniam-se de manhã no primeiro dia da semana, para o “festival da ressurreição”, e depois voltavam aos trabalhos costumeiros. Nada de guarda, observância ou santificação do dia. Isso ninguém jamais provará.

Por isso citam o edito dominical de Constantino. Citam-no para dar-lhe uma interpretação distorcida, às avessas. Inventam que o edito destinava-se a favorecer os cristãos. Não se dirigiam aos pagãos. Concordamos que o imperador tinha em mira agradar aos cristãos de seus dias, porém para conciliá-los com a observância do dia do Sol, que os pagãos observavam. Mero jogo político.

Confusões e Contradições

Afirmam: “Era um edito para favorecer particularmente os cristãos…” – Vamos analisar esta afirmativa. Notemos o seguinte: se a observância dominical, pelos cristãos, já era fato líquido e certo, não careciam eles de leis seculares para os favorecer. E prossegue: “[o edito] não foi feito para agradar os pagãos”. – Não foi mesmo porquanto os pagãos não precisam de leis que lhes ordenassem guardar o “dia do Sol”, considerando que o mitraísmo era religião dominante no Império, sendo o próprio Constantino mitraísta. Diz a história que ele era adorador do Sol que se “converteu” ao cristianismo. Isso lança luz nas verdadeiras intenções do edito.

Mas agora surge a confissão interessante: “O edito era dirigido aos pagãos e por isso empregou-se a expressão dia do Sol em vez de dia do Senhor.” (Digamos, entre parênteses, que há aqui um equívoco, pois o edito era dirigido a todos, moradores das cidades e dos campos indiscriminadamente. Os pagãos sem dúvida, constituíam a imensa maioria). Voltaríamos a insistir:

  • Por que empregou Constantino a expressão “dia do Sol”?

A resposta será dada pelos nossos acusadores: Dizem: “Está provado, por homens abalizados, que esses [os pagãos] jamais guardaram esse dia [o primeiro dia da semana].” Os oponentes afirmam candidamente que os pagãos jamais em tempo algum observaram o primeiro dia da semana. Prestaram os leitores atenção? Pois bem. Leiam agora esta outra declaração na mesma página e no mesmo parágrafo, a respeito do edito de Constantino: “Era dirigido aos pagãos” por isso Constantino “usou a expressão dia do Sol para que pudessem [eles, os pagãos] compreendê-lo bem.” Aí esta a confirmação. E insistimos:

  • Por que os pagãos compreenderiam bem a expressão “dia      do Sol” em vez de “dia do Senhor”? Por quê? Insistimos, por      quê? A resposta é uma só:

Porque guardavam o dia do Sol. Era o dia de guarda do mitraísmo, religião professada pelo próprio Constantino. Por essa contradição se pode ver a insegurança dos que sustentam a guarda do primeiro dia da semana.

A. T. Jones, assevera que “a primeira lei feita sobre o domingo, foi feita a pedido da igreja.” E cremos que o foi realmente, mas a pedido… de qual igreja? A pedido da igreja semi-apostatada, igreja que já levava inovações do paganismo, igreja conluiada com o Estado, igreja já desfigurada, que então usava velas, altares, praticava o monasticismo, borrifava água benta, impunha penitência, o sinal da cruz, e até ordens sacerdotais. Esta a igreja que solicitou o edito de Constantino. Esta a igreja que algumas décadas a seguir, num concílio, decretou a abstenção do trabalho no domingo e quis impedir a observância do sábado, no concílio de Laodicéia. Se A. T. Jones e os demais aceitam essa igreja como expressão do verdadeiro cristianismo, contentem-se. É direito dos senhores. Nós não aceitamos. Não nos conformamos, e continuamos a insistir na tese da origem pagã da observância dominical. Temos a História a nosso favor. Temos os fatos que depõem em abono de nossa mensagem. A verdade não precisa de notas forçadas para sobreviver. Impõe-se por si.

E agora, a nuvem de testemunhas. O nosso ponto de vista vai ser confirmado exuberantemente, por depoimentos da mais alta idoneidade. Vejamos o que dizem os eruditos, os enciclopedistas e os historiadores: Ei-los:

O mais antigo reconhecimento da observância do domingo, como um dever legal, é uma constituição de Constantino em 321 d.C., decretando que todos os tribunais de justiça, habitantes das cidades e oficiais deviam repousar no domingo (venerabili die Solis), com uma exceção em favor dos que se ocupam do trabalho agrícola.” – Enciclopédia Britânica, art. “Sunday.”

Note-se a expressão “mais antigo reconhecimento”, que prova não ser então líquida e certa a observância dominical. Antes disso não o era certamente.

“Constantino, o Grande, baixou uma lei para todo o império (321 d.C.) para que o domingo fosse guardado como dia de repouso em todas as cidades e vilas; mas permitia que o povo do campo seguisse seu trabalho.” – Enciclopédia Americana, art. “Sabbath.”

Esse primeiro dia era o “dia solar” dos pagãos, que já o guardavam. Pelo decreto, o dia devia ser por todos (inclusive os cristãos) “guardado como dia de repouso” em todas as cidades e vilas. Muito claro.

Inquestionavelmente, a primeira lei, tanto eclesiástica como civil, pela qual a observância sabática daquele dia se sabe ter sido ordenada, é o edito de Constantino em 321 d. C.” – Chamber, Enciclopédia, art. “Sabbath.”

Notemos que Chamber diz ser a lei também eclesiástica. Por quê? Devido à fusão com o cristianismo, à influência religiosa, e à habilidade de estadista que quer agradar a gregos e troianos. Dessa forma o incipiente “festival da ressurreição” das manhãs do primeiro dia da semana se fundiria com o dia solar do pagão do mitraísmo, e não haveria descontentes. Constantino atingiu seus objetivos.

A influência da igreja semi-apostada na elaboração do decreto é evidente. Eusébio, contemporâneo, amigo e apologista de Constantino escreveu: “Todas as coisas que era dever fazer no sábado, estas nós as transferimos para o dia do Senhor.” – Eusébio, Commentary on the Psalms.

Essa expressão “nós transferimos…” é sintomática, e prova que esse dia de guarda é invenção humana, puramente humana, de procedência pagã, de um paganismo já unida com o cristianismo desfigurado da época.

Os cristãos trocaram o sábado pelo domingo. Constantino, em 321, determinou a observância rigorosa do  descanso dominical, exceto para os trabalhos agrícolas… Em 425 proibiram-se as representações teatrais [nesse dia] e no século VIII aplicaram-se ao domingo
todas as proibições do sábado judaico.” – Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, art. “Domingo.”

O grande historiador Cardeal Gibbon, com sua incontestada autoridade assevera o seguinte: “O Sol era festejado universalmente como o invencível guia e protetor de Constantino. … Constantino averbou de Dies Solis (dia do Sol) o ‘dia do Senhor’ – um nome que não podia ofender os ouvidos de seus súditos pagãos.” – The History of the Decline and Fall of the Roman Empire, cap. 20 §§ 2.º, 3.º
(Vol. 2, págs. 429 e 430).

Ainda sobre o significado do célebre edito diz-nos o insuspeito Pastor Ellicott: “Para se entender plenamente as provisões deste edito, deve-se tomar em consideração a atitude peculiar de Constantino. Ele não se achava livre de todo o vestígio da superstição pagã. É fora de dúvida que, antes de sua conversão, se havia devotado especialmente ao culto de Apolo, o deus-Sol… O problema que surgiu diante dele era legislar em favor da nova fé, de tal modo a não parecer totalmente incoerente com suas práticas antigas, e não entrar em conflito com o preconceito de seus súditos pagãos. Estes fatos explicam as particularidades deste decreto. Ele denomina o dia santo, não de dia do Senhor, mas de “dia do Sol” – a designação pagã, e assim já o identifica com o seu antigo culto a Apolo.” – Pastor George Ellicott, The Abiding Sabbath, pág. 1884.

Se isto não basta, temos ainda o insuspeito Dr. Talbot. Só citamos autores não adventistas. Ei-lo:

“O imperador Constantino, antes de sua conversão, reverenciava todos os deuses (pagãos) como tendo poderes misteriosos, especialmente Apolo, o deus do Sol, ao qual, no ano 308, ele [Constantino] conferiu dádivas riquíssimas; e quando se tornou monoteísta, o deus a qual adorava era – segundo nos informa Uhlhorn – antes o “Sol inconquistável” e não o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. E na verdade quando ele impôs a observância do dia do Senhor (domingo) não o fez sob o nome de sabbatum ou dies domini, mas sob o título antigo, astrológico e pagão de Dies Solis, de modo que a lei era aplicável tanto aos adoradores de Apolo e Mitra como aos cristãos.” – Dr. Talbot W. Chamber, Old Testament Student, Janeiro de 1886.

Isto é confirmado por Stanley, que diz: “A conservação do antigo nome pagão de “Dies Solis” ou “Sunday” (dia do Sol) para a festa semanal cristã é, em grande parte, devida à união dos sentimentos pagão e cristão, pelo qual foi o primeiro dia da semana imposto por Constantino aos seus súditos – tanto pagãos como cristãos – como o “venerável dia do Sol”… Foi com esta maneira habilidosa que conseguiu harmonizar as religiões discordantes do império, unindo-as sob uma constituição comum.” – Deão Stanley, Lectures on The History on the Eastern Church, conferência n.º 6, pág. 184.

Comentada a chamada “conversão” de Constantino, escreve o erudito Bispo Arthur Cleveland Coxe: “Foi uma conversão política, e como tal foi aceita, e Constantino foi pagão até quase morrer. E quanto ao seu arrependimento final, abstenho-me de julgar.” – Elucidation 2, of “Tertullian Against Marcion,” book 4.

Comentando as cerimônias pagãs relacionadas com a dedicação de Constantinopla (cidade de Constantino), diz o autorizado Milman: “Numa parte da cidade se colocou a estátua de Pitian, noutra a divindade Smintia. Em outra parte, na trípode de Delfos, as três serpentes representando Piton. E sobre um alto triângulo, o famoso pilar de pórfiro, uma imagem na qual Constantino teve o atrevimento de misturar os atributos do Sol, com os de Cristo e de si mesmo… Seria o paganismo aproximando-se do cristianismo, ou o cristianismo degerando-se em paganismo? – History of Christianity, book 3, chap. 3.

Outro testemunho interessante é o de Eusébio: “Ele [Constantino] impôs a todos os súditos do império romano a observância do dia do Senhor como um dia de repouso, e também para que fosse honrado o dia que se segue ao sábado.” – Life of Constantine, book 4, chap. 18.

Uma fonte evangélica: “Quando os antigos pais da igreja falam do dia do Senhor, às vezes, talvez por comparação, eles o ligam ao sábado; porém jamais encontramos, anterior à conversão de Constantino, uma citação proibitória de qualquer trabalho ou ocupação no mencionado dia, e se houve alguma, em grande medida se tratava de coisas sem importância. … Depois de Constantino as coisas modificaram-se repentinamente. Entre os “cristãos, o “dia do Senhor” – o primeiro dia da semana – gradualmente tomou o lugar do sábado judaico.” – Smith’s Dictionary of the Bible, pág. 593[slideshow]

Lemos na North British Review, vol. 18, pág. 409, a seguinte declaração: “O dia era o mesmo de seus vizinhos pagãos e compatriotas; e o patriotismo de boa vontade uniu-se à conveniência de fazer desse dia, de uma vez, o dia do Senhor deles e seu dia de repouso…

Se a autoridade da igreja deve ser passada por alto pelos protestantes, não vem ao caso; porque a oportunidade e a conveniência
de ambos os lados
constituem seguramente um argumento bastante forte para mudança cerimonial, como do simples dia da semana para observância do repouso e santa convocação do sábado judaico.”

Um livro idôneo é Mysteries of Mithra, de Cumont. Nas páginas 167, 168 e 191 há valiosas informações confirmadas pela História e pela Arqueologia a respeito do mitraísmo. Poderíamos acrescentar dezenas de outros depoimentos, porém o espaço não o permite. Os citados, no entanto, provam à saciedade a tremenda influência do edito constantiniano em implantar definitivamente a guarda do primeiro dia da semana.

]]>