religião https://asprofecias.com.br Sat, 25 Sep 2021 20:11:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://asprofecias.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cropped-icone-512pi-1-32x32.jpg religião https://asprofecias.com.br 32 32 O Ateísmo Moderno https://asprofecias.com.br/o-ateismo-moderno/ https://asprofecias.com.br/o-ateismo-moderno/#respond Sat, 07 Mar 2020 18:50:01 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=903 O que é Ateísmo? Na expressão da palavra ateísmo significa: “Doutrina ou atitude de espírito que nega categoricamente a existência de Deus, asseverando a inconsistência de qualquer saber ou sentimento direta ou indiretamente religioso, seja aquele calcado na fé ou revelação, seja o que se propõe alcançar a divindade em uma perspectiva racional ou argumentativa.”  Como vemos o ateísmo generaliza para não só o Deus em que cremos, mas a toda espécie de sentimento religioso, ou seja, ateísmo não se dá somente na fé Cristã, mas em qualquer lugar do mundo onde se cultua a um deus.

Há algumas filosofias que são expressamente ateístas e outras disfarçadamente, sendo que estas convivem com a fé do outro, mas tenta implantar seus sentimentos, ou a falta deles, como é o caso do comunismo Marxista, onde seu principal pensador  escreveu a cerca deste assunto o seguinte: “A religião é o ópio do povo. A abolição da religião, enquanto felicidade ilusória dos homens, é a exigência da sua felicidade real.” …” A religião é apenas um sol fictício que se desloca em torno do homem enquanto este não se move em torno de si mesmo.” ” (MARX, 2003, p. 46)

O marxismo e a religião se relacionavam de uma maneira bem clara, em direções opostas. Parte da filosofia marxista-leninista é o ateísmo, a rejeição da religião era defendida, junto com um entendimento materialista da Natureza.
Segundo Marx a contribuição da religião para a humanidade ao longo dos séculos é irrelevante e insignificante, por isso o marxismo rejeitava a religião.
A religião é o ópio do povo”, Marx afirma que a religião havia sido inventada como uma forma de reagir contra o sofrimento e a injustiça do mundo, os pobres e oprimidos tinham criado a religião para imaginar que teriam uma vida melhor após a morte. Servindo como uma forma de “ópio”, uma maneira de escapar da realidade.

Porém, as classes dominantes começaram a utilizar a religião como uma maneira de tornar as pessoas obedientes, prometendo recompensas em troca da submissão. Invertendo o papel de fuga da miséria que a religião tinha para causa da miséria. Marx acreditava que a filosofia poderia liberar o homem, mostrando que ele é o mestre da realidade ao invés de uma força sobrenatural, portanto a religião precisava ser eliminada da sociedade.

A hostilidade de Marx em relação à religião foi diminuindo, por ele acreditar que o desaparecimento da religião seria algo natural conforme a riqueza das ideias fosse aparecendo de forma racionalizada da vida em sociedade. No fim de sua vida, ele volta a atacar o Cristianismo, isso mostra que talvez ele não acreditasse mais que a religião fosse desaparecer sozinha.

A questão da religião é complexa e pode ser abordada a partir de diferentes pontos de vista: histórico, filosófico, político etc. O marxismo começou como uma filosofia: o materialismo dialético. Um bom exemplo desta filosofia pode ser encontrado nas obras de Engels: Anti-Dühring e Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã, bem como em Razão e Revolução, que proporciona uma visão moderna das mesmas idéias. Estes textos constituem um bom ponto de partida para esclarecer a posição filosófica do marxismo com relação à religião.

Anos do despontamento.

A célebre frase “a religião é o ópio do povo” representa a essência da concepção marxista do fenômeno religioso. Entretanto, esta fórmula nada tem, em especial, de marxista. Com desprezíveis gradações, podemos encontrá-la, antes de Marx, em Kant, Herder, Feuerbach, Bruno Bauer e muitos outros. Vejamos dois exemplos de autores próximos de Marx.

Em livro de 1840 sobre Ludwig Börne, Heine refere-se, de modo bem positivo — com uma pitada de ironia —, ao papel narcótico da religião: “Bendita seja uma religião que deposita no amargo cálice da humanidade sofredora doces e soporíferas gotas de ópio espiritual, gotas de amor, fé e esperança.” Moses Hess, em ensaios publicados na Suíça em 1843, assume uma posição mais crítica, embora não isenta de ambigüidade: “A religião pode tornar suportável […] a consciência infeliz da servidão […] assim como o ópio é muito útil nas enfermidades dolorosas.”

A expressão aparece pouco depois (1844) no artigo Introdução à crítica da filosofia do direito de Hegel, de Marx. A leitura atenta do parágrafo inteiro mostra que seu pensamento é mais complexo do que se costuma imaginar. Na verdade, ao repelir a religião, Marx não esquece seu duplo caráter: “A angústia religiosa é, ao mesmo tempo, a expressão da verdadeira angústia e o protesto contra esta verdadeira angústia. A religião é o suspiro da criatura oprimida, o coração de um mundo sem coração, assim como é o espírito de uma situação sem espiritualidade. É o ópio do povo.”

NIETZSCHE, “Deus esta morto”

Nascido na Alemanha em 1844, Nietzsche era filho e neto de pastores luteranos tendo uma experiência e também motivações para continuar sua caminhada cristã e um possível ministério pastoral, porém ainda na sua adolescência Nietzsche teve contato com a filosofia e se afasta da carreira teológica.

Deus está morto” como qualquer outro ditador que se ache divino exigindo obediência aos seus súditos, ele dita leis e se acha dono da verdade absoluta. “Não ouvimos o barulho dos coveiros a enterrar Deus? Não sentimos o cheiro da putrefação divina? – também os deuses apodrecem! Deus está morto! Deus continua morto! E nós o matamos!” – (Nietzsche, Gaia Ciência, pg125).

É certo e patente que todas as vertentes que tendem a se inspirar nas filosofias de Marx, Angels, Nietzsche e outros pensadores que vieram à tona na alvorada do século 19 por volta de 1800, tinham como filosofia exterminar a Religião como instituição e fazer com que as pessoas fossem destituídas de fé. Para este intento não faltaram ações contra a família, berço da religiosidade, contra a intelectualidade do povo com a doutrinação sistematizada, do conceito das leis que pregavam a liberdade de pensamento e outras atitudes que sempre visavam esvaziar a religião e manter as pessoas num elo firme do partidarismo social ou na obscuridade das intenções comunistas.

As idéias Marxistas e de pensadores pares foi amplamente difundida e seus livros substituindo a bíblia em muitos lares. Os pensamentos dos adeptos de suas idéias são hoje proeminentes na sociedade e o próprio Marx se assustaria com a paixão como alguns disseminam suas idéias.  

Quero que notem algumas das datas destes artigos, 1800, 1840, 1844 e que que os eventos contra a religião foram mais acentuadas neste período pós fim dos 1260 anos da profecia bíblica, certamente uma ação do nosso inimigo para destruir o conceito de religiosidade num período crítico da humanidade a nível profético.

Vale lembrar que pouco tempo antes da publicação dos artigos de pensadores anti-religião, a besta de apocalipse 13 havia sido ferida em cumprimento da profecia bíblica  “E vi uma das suas cabeças como ferida de morte..”.Apocalipse 13:3. Este acontecimento profético se confirmou quando em 10 de Fevereiro de 1798 Louis-Alexandre Berthier,  a mando de Napoleão,  entra em Roma a prende o papa PioVI e este ato decreta o período que na revolução Francesa levou a declaração “liberdade de consciência” lei de 1880 que foi a base do ateísmo Frances e deflagrado no mundo. Lembro-me de ler artigos sobre esta declaração a qual nega a Deus e me vem a mente o versículo bíblico: Diz o néscio no seu coração: Não há Deus” (Sl 14.1). 

A outra forma do Ateísmo.

Martin Luter King era pastor e já no seu tempo ele detectava nas suas assembleias a presença do ateísmo moderno.

O ateísmo tomou outra forma, talvez mais severa e perversa, onde pessoas pregam, defendem ou se posicionam de maneira indiferente ao mesmo Deus aos quais os ateístas abertamente negam. São pessoas que se dizem Cristãs e que podem até mesmo ir a alguma igreja, mas como disse, defendem conceitos e filosofias de origem anti-Deus e nem percebem, ou não se dão conta do grau de comprometimento ao qual estão se engajando.

Cristãos se juntam em bares nos EUA para estudar a Bíblia e beber cerveja

Seu stilo de vida muda, se adapta ao tempo, aos costumes. Não querem ser diferentes da sociedade onde vivem, se comunicam como os que não creem em Deus de uma forma mais efetiva do que com os fieis, assumem seus costumes, seus hábitos e não conseguem mais ver a difernça entre o santo e o profano, o puro do impuro.

Para ilustrar o que estou falando peço que usemos nossa lógica. Quando nos tornamos Cristãos verdadeiros sentimos prazer em divulgar, defender, pregar e fazer o que for possível para levarmos a outros a maravilhosa mensagem de nosso salvador, e isto fazemos até de modo automático pois esta em nosso ser e é natural. Mas notem que disse que “quando nos tornamos Cristãos verdadeiros” isto porque alguns ficam adormecidos anos e anos numa letargia espiritual a procura de algo maior, uma manifestação mais vivida ou sobrenatural, uma ideologia mais vibrante ou recente que nos faça com que tenhamos uma razão maior para professar a fé em Cristo, a despeito do que no disse o apostolo Paulo : Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. Gálatas 1:9

Os ateus modernos não são aqueles que negam a Deus abertamente, mas aqueles que parecem estar no grupo, mas destoam  em seus atos e palavras. Aqueles que acabam agindo de forma robótica aos apelos, que participam das reuniões de “corpo presente e mente ausente” como que apenas cumprissem um rito. São ateus modernos quando tomam partidos contrários as nossas cresças, quando negam a fé, mas continuam na igreja comungando entre os irmãos como se em nada fossem diferentes ou achando que todos são iguais na fé no fervor. Digo que existem os ateus modernos porque estão infiltrados no meio das ovelhas, mas a natureza deles é de lobo. Como disse nosso salvador: “E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio”. Mateus 13:26  

Seus pensamentos são uma tentativa de mostrar uma lógica a qual não tem respaldo bíblico, perdem tempo em dissoluções e conjecturas e se esquecem do princípio básico que deveria nortear seus pensamentos: “Deus existe e me ama e um dia irei morar com ELE.”

Não consigo pensar num Cristão que defende, por exemplo, os pensamentos de Marx ou seus pares e estar sentado no banco da igreja dizendo “amém Senhor” É como se pudéssemos pensar em Hitler tomando a páscoa Judaica.  É antagônico, estranho, mas mesmo assim temos pessoas que não percebem que a pregação deve ser outra, a da bíblia e não de conceitos humanos filosóficos.

O ateísmo será o grande vilão no palco profético nestes últimos dias, mas não vem apenas com a negação de Deus, pois dependerá das correntes que não o negam em palavras, mas em ações e exemplos no combate aos que são fieis.

O ateísmo tomará a figura do grande Rei do Sul da profecia de Daniel 11 e pois virá com uma hoste enorme em seus exércitos e neles estarão os ateístas abertos e os camuflados e disfarçados de Cristãos.

Temos que fugir do ateísmo moderno e a única solução é conhecermos ao nosso salvador mais profundamente e termos um encontro diário com Ele. Ao estudarmos os ardis do inimigo nós podemos nos precaver, mas ao estudarmos da bondade e ações de nosso Deus seremos fortificados. Que seja este o seu caso. Amém  

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A última trincheira. https://asprofecias.com.br/a-ultima-trincheira/ https://asprofecias.com.br/a-ultima-trincheira/#respond Sat, 21 Apr 2018 20:04:54 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=610 Família, a última trincheira!

 

 

(AP 12:17) “E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.”

 

Satanás nosso inimigo tem engendrado um plano para destruir o povo de Deus, ele fez isto em todas as épocas, mas agora perto do final ele atacará com mais força e com mais sutileza para destruir o povo remanescente que irá dar a última mensagem. Ele formou este plano e o pois em pratica desde o início, lá no Éden ele já o utilizou ao separar o homem a mulher mesmo por um breve momento.

 

Agora devemos pensar: O que inimigo está fazendo para acabar com a Igreja remanescente? Qual é o seu plano?  A resposta é bem lógica: Ele está cuidando para que o remanescente não esteja mais na Igreja.

 

No livro de Judite, que é um livro não reconhecido como canônico, mas histórico porque narra os fatos que ocorreram com o povo Hebreu e suas guerras, temos a história dos assírios atacando a Israel, porem seu rei foi primeiro procurar saber se o povo estava ou não em comunhão com Deus.

 

No capítulo 5 deste livro temos o relato de Aquior, chefes dos Amonitas e que discorreu sobre  a história do povo Israelita e deu um conselho a Holofernes, marechal do exército assírio, que vinha a mando de Nabucodonosor para destruir toda resistência e revolta dos Hebreus.
“Ninguém jamais pôde insultar esse povo, a não ser quando ele se afastou do culto do Senhor, seu Deus. Mas sempre que, ao lado de seu Deus, eles adoravam um outro, logo eram entregues à pilhagem, à espada e à vergonha. E todas as vezes que se arrependiam de ter abandonado o culto do seu Deus, o Deus do céu dava-lhes força para resistir. Finalmente, derrotaram os reis cananeus, jebuseus, fereseus, hiteus, heveus, amorreus e todos os valentes de Hesebon, e tomaram posse de suas terras e de suas cidades. Enquanto não pecavam na presença de seu Deus, eram bem sucedidos, porque o seu Deus odeia a iniquidade. Há alguns anos, com efeito, tendo-se afastado da via em que Deus lhes ordenara caminhar, foram derrotados nos combates contra várias nações, e muitos dentre eles levados para o cativeiro. Mas converteram-se de novo ao Senhor, seu Deus, e depois dessa dispersão acham-se reunidos desde há pouco: retomaram a posse de suas montanhas e de Jerusalém onde está seu santuário. Agora, pois, meu senhor, informa-te se esse povo cometeu alguma iniquidade na presença de seu Deus, e então subamos e o ataquemos, porque o seu Deus os entregará nas tuas mãos, e ficarão sujeitos ao teu poder. Mas se esse povo não está manchado de nenhuma ofensa para com o seu Deus, não o poderemos enfrentar, porque o seu Deus o defenderá e seremos o opróbrio de toda a terra.”
Judite, 5 

 

Logico que não usamos como regra teológica os conselhos e orientações dos livros não canônicos, mas não podemos desmerecer afirmações como as citadas neste livro, onde num relato histórico vemos uma verdade: Se andarmos com Deus seremos vitoriosos, mesmo nos momentos de dificuldades.
Agora pense um pouco, o que você faria se tivesse a missão de destruir uma nação, um povo, uma igreja ?

 

Bem o método usado e testado por milênios é simples, mas as vezes leva tempo, por exemplo: Se fosse eu, atacaria os alicerces da Igreja trazendo doutrinas falsas, promovendo dissenções, propagaria boatos sobre a liderança e disseminaria brigas na busca pelo poder nos cargos.

 

Infiltraria membros não conversos com conceitos não cristãos ou maquiados e pregaria meias verdades, sabe? Aquelas que a maioria quer ouvir para poder aplacar a consciência.

Faria com que os membros estivessem tão confortáveis e sonolentos, confiantes no que recebem papando sermões, que não procurariam ver se tudo está de acordo com as suas crenças e ainda enfraqueceria os cultos os transformando em espetáculos que fazer bem aos olhos e não a alma.

 

Mas principalmente, atacaria a entidade mais sólida que Deus colocou na terra, A família.

Foi isto que nosso inimigo fez no Éden, quando enganou a Eva, ele atacou a família. O método é simples e Deus já havia advertido. Primeiro ele separou o casal, depois atacou utilizando um artificio novo e que trouxe curiosidade. Ele usou a cobra um ser conhecido, mas não falante. Isto era novo e assim ele faz ainda hoje, traz coisas novas, ideias novas, conceitos novos…

 

Se eu fosse o inimigo e quisesse destruir a Igreja de Cristo na terra, eu acabaria primeiro com a instituição do lar, eu atacaria a família. Começaria com os jovens, as crianças pois na tenra idade, eu faria com que os pais ficassem sem tempo para cuidar delas, e assim as entregassem nas mãos da baba eletrônica, que certamente iria captar a atenção delas e introduziria conceitos, imagens, ideias novas que nem mesmo os pais conheceriam e quando perceberem, seus filhos já não seriam mais deles.

Eu criaria uma forma de que eles, os pais, achassem que seus filhos estariam seguros na convivência de outros fieis, reunidos em grupos, clubes de jovens, associações ou instituições que deveriam selar pelo que é certo, mas estes seriam infiltrados por pessoas que são na verdade meus colaboradores e lhes traria ensinamentos que não condizem com as verdades bíblicas.  E pouco a pouco, com jeitinho e com ar de amor, destruiria o caráter de Deus, nos pequeninos.

 

Se eu quisesse destruir a Igreja, eu faria com que os jovens preferissem ver uma programação mais próxima do que eles veem nos programas de TV e convenceria alguns pais de que isto é correto e de que os cultos na igreja como eram no início, são caretas e trazem vergonha se convidarem seus amigos que não são adventistas. Convenceria os pais de que para não perderem seus filhos para o mundo, a saída é trazer o mundo para dentro da igreja, promovendo eventos que se assemelhem aos que eles podem ver lá fora.

 

Se eu quisesse destruir a Igreja de Deus, faria com que seus líderes fossem condescendentes com práticas e conceitos não bíblicos, que não tenham coragem de chamar o pecado pelo nome já que o que importa é sua condição social. Sendo assim eu teria porta aberta para continuar com meus planos já que a principal barreira dentro da igreja estaria quebrada.

 

Também mexeria nas suas músicas, no seu visual, nas suas palavras, criaria novos comportamentos, tudo para que eles não se sentissem tão diferentes dos não conversos, e inventaria todo tipo de distração, jogos eletrônicos, seriados de tv, filmes …  Para que eles não mais se interessassem pelas coisas de DEUS.

 

Mudaria o conceito de que o casamento é algo sagrado e para a vida toda e assim promoveria entre os membros, o conceito de test drive, “vamos testar para ver se é isto mesmo que quero”

e em nome de manter os membros, afrouxaria as normas da igreja para que desce um jeitinho para cada caso, usando a misericórdia para alguns e a lei para outros.

 

Criaria tão grande quantidade de dificuldades para os pais ganharem o pão de cada dia, que eles não pudessem se aperceber das atitudes e costumes que seus filhos estão tomando pois faria com que seu tempo fosse tão escasso, que eles não poderiam orarem juntos, estudarem a bíblia ou mesmo fazer os cultos familiares … Aliás, eu acabaria com os cultos em suas casas, com lição da escola sabatina, com os momentos de oração, com a leitura da bíblia e colocaria em seu lugar programas de televisão que fossem mais atraentes e interessantes.

 

Enlaçaria os pais com tantas dividas, tentando dar o melhor para seus filhos, que eles teriam cada vez menos tempo para dedicar ao diálogo com o companheirismo e aos ensinamentos das coisas sagradas e que por causa das dívidas, os faria brigarem tanto que em alguns casos, os convenceria que somente o divórcio seria a saída, uma maneira de começar de novo. Os faria mentir a seus filhos dizendo a eles que mesmo que acabasse o casamento, a amizade entre eles e o cuidado com os filhos nunca mudaria.

 

Como pode ver, se eu quisesse destruir a Igreja eu começaria a trabalhar para acabar com a família, pois ela é a base das gerações futuras e uma geração fraca e sem direção seria fácil de ser exterminada.

 

Bem, graças a Deus que eu não quero destruir a Igreja, pois vocês viram que eu seria bem astuto não acham? Porem a má notícia é que alguém com pelo menos seis mil anos a mais do que eu de experiência, alguém que conhece a fundo como o homem foi formado, conhece seus pontos fracos e onde atacar, este sim, quer destruir a Igreja de Deus.

 

“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;” (1PE 5:8)

 

Por isto é importante estarmos preparados para evitar os seus ataques, segundo Salomão, “O avisado vê o mal e se desvia dele”

 

Nós temos que retomar o comando de nossos lares, temos que pôr em ordem a nossa casa, não digo isto somente aos pais, mas todos são responsáveis pelos seus familiares, pelos seus amigos, pela sua igreja, pela sua salvação pois o preço pago por ela foi muito alto para ser desperdiçado ou ignorado. Quem está no comando da sua família? Da sua vida? O acaso?

Segundo os cientistas, o acaso formou este mundo de uma colisão entre estrelas. O acaso fez com que os agentes da vida se encontrassem e se misturassem para formar através de milhões de anos, a vida. Para aqueles que vivem e acham que isto é verdade, não há esperança, não há a certeza de um mundo melhor com o criador e, portanto, vão vivendo a vida de qualquer maneira. É tão ridículo como pensar que um caminhão carregado de ovos vindo de uma direção, e um outro carregado de sacos de trigo, e mais um carregado de açúcar, batessem todos ao mesmo tempo num caminhão de leite parado no acostamento com um pneu furado, e que desta batida surgisse um bolo de casamento.

 

Deixar o acaso cuidar de nossas vidas, não é plano divino. Nós sempre teremos problemas

“Sabe e entende… até o fim tereis guerras …” O que nos diferencia dos outros seres, é que temos a capacidade de avaliar o que está errado e retomarmos a direção correta, corrigir nossos erros, fazermos uma curva em nossa vida e ir rumo à salvação, mas para isto temos que tomar decisões e dar o primeiro passo e não parar mais. Aliás isto demanda comprometimento e posicionamento. Requer voltar aos princípios, chamar o pecado pelo nome onde quer que ele se apresente e a começar a reavaliar se nossos atos e nossa fé estão no caminho correto e dentro do “Assim diz o Senhor”. Não é fácil pois angariaremos desafetos, inimigos mesmo dentro de casa ou da igreja. Alguns não entendem pois estão cegos pelo brilho deste mundo, mas não fomos feitos para morar neste mundo, não como está agora.

 

O primeiro milagre de Jesus não foi por acaso no início de uma nova família. (JO 2:1) “E, AO terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galiléia; e estava ali a mãe de Jesus.”

(JO 2:2) “E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas.”

 

O casamento de Cana da Galiléia, não foi apenas uma oportunidade para Jesus mostrar seu poder, mas uma lição a ser seguida. Há bênçãos se convidarmos Jesus e os seus anjos para viverem em nossa casa embora isto demande mudança de atitudes e hábitos.

 

Conta-nos a história de que um velho senhor que morava numa estrada ficou sabendo que o rei iria passar por perto da sua casa e havia a possibilidade de ele parar para dar agua aos cavalos e mesmo se refrescar. Então ele logo viu que a estrada estava malcuidada e foi e a limpou, voltando para a casa viu que seu quintal estava uma bagunça e correu para colocar as coisas em ordem. Ao se dirigir para entrar em sua casa notou que a pintura estava ressecada e suja e então tratou de passar uma mão de tinta que fez com que o lugar ficasse bem mais atraente e após um dia de intenso trabalho finalmente entrou e procurou lavar-se para poder descansar. Estava satisfeito ao relembrar o trabalho que teve e o resultado final, pensava com regozijo que o Rei se sentiria feliz em passar pela casa de um de seus súditos e visse como ele era feliz e organizado, com claros sinais de prosperidade, mas… parou e olhou dentro da sua casa e viu que muito ainda tinha que ser feito pois o interior precisava de uma faxina geral. Passou a noite limpando, lavando, arrumando tudo no seu devido lugar e de manhã, embora cansado, ao sair para pegar um pouco de lenha que estava armazenada do outro lado da estrada, pode ver a sua casa agora com um aspecto muito mais alegre, limpo, aprazível. Sentou-se à beira da estrada e satisfeito pensava consigo mesmo “porque não fiz isto antes…” Naquele momento tomou a decisão de sempre mantê-la assim, pois gostou do que viu. Naquele momento pode ouvir o barulho de cavalos e ao olhar viu a comitiva e o Rei logo à frente. Atravessou a pista e parou em seu portão e olhando para aquele homem de boa estatura e porte nobre, chegou até a duvidar que ele o visse ou mesmo que notasse a sua casa, mas o Rei mandou que todos parassem e lhe perguntou se ele tinha como ajudar dando agua a seus animais e seus homens. De súbito e com alegria aquele velho homem sentiu a alegria de receber o Rei em sua casa e poder além de ser útil, ser abençoado com todas as mudanças que ocorreram.

 

Esta história ilustra as mudanças que devemos fazer o os efeitos benéficos de boas decisões, agora ele pode ser somente mais uma ilustração em sua vida ou um incentivo para as ações que limparão a sua casa, o seu coração para receber o seu Rei.

Você pode imaginar como era a casa de Lazaro antes e depois de Cristo? Acredito que era uma casa humilde e que a vizinhança não dava valor, mas Deus escolheu não uma família perfeita para fazer a sua grande pregação, Jesus escolheu uma família cheia de problemas, mas que se dispôs a mudar e acredito que a casa de lazaro após Cristo passar por ela, se tornou a referência de salvação.

 

Sabendo o papel da família na história deste mundo e o poder que ela tem para transformar as pessoas, nosso inimigo tem tentado destruir este grande pilar da salvação, mas Cristo não deixará que isto ocorra se nos apegarmos aos seus conselhos e proteção.

 

 

Então podemos perguntar: Qual é o papel dos pais na educação dos filhos?

“Gravem estas minhas palavras no coração e na mente; amarrem-nas como símbolos nas mãos e prendam-nas na testa. Ensinem-nas a seus filhos, conversando a respeito delas quando estiverem sentados em casa e quando estiverem andando pelo caminho, quando se deitarem e quando se levantarem. Escrevam-nas nos batentes das portas de suas casas, e nos seus portões, para que, na terra que o Senhor jurou que daria aos seus antepassados, os seus dias e os dias dos seus filhos sejam muitos, sejam tantos como os dias durante os quais o céu está acima da terra”. Deuteronômio 11:18-21

 

Pais, Deus nos pede que tomemos conta de nossos filhos, e mais que os ensinemos a amar as coisas do céu, mais do que as coisas passageiras desta terra.  Ellen White fala também a este respeito

 

“Deve a obra de educação e preparo começar na infância da criança; pois então a mente é mais suscetível de receber impressões, e as lições dadas são lembradas…É dever dos pais falarem palavras retas….Dia a dia devem os pais aprender na escola de Cristo lições de Alguém que os ama. Então a história do eterno amor de Deus será repetida no lar ao tenro rebanho. Assim, antes da razão estar completamente desenvolvida, podem as crianças receber dos pais um espírito reto.” White, Ellen G. Orientação da Criança, págs. 26, 27 C. P.B.

 

Neste ponto o papel do marido como sacerdote da casa é preponderante pois ele é o sacerdote da família e um líder não pode cuidar das coisas de Deus se ele não consegue cuidar da sua casa. O marido é o Sacerdote da Casa, pesa sobre ele os deveres de dirigir o que estão sobre seus cuidados no caminho do senhor.

 

Sabe qual é a maldição que paira sobre um pai irresponsável? Leia a história de Eli sacerdote de Deus mas que era condescendente com os erros de seus filhos hofni e Fineias.

(1SM 2:34) “E isto te será por sinal, a saber: o que acontecerá a teus dois filhos, a Hofni e a Finéias; ambos morrerão no mesmo dia.”

Sabe aquela frase que diz: “Se não ensinarmos o mundo ensina” Pois ela está errada, o mundo mata, pois é isto que nosso inimigo quer fazer.

 

À mulher cabe ser ajudadora nesta obra como foi Loyde e Eunice na educação de Timóteo (2 Timóteo 1:5). Muitas vezes o papel de sacerdote e de direção do lar recai sobre mulheres valorosas que na falta do esposo, seja lá por qual razão e por quanto tempo, tem assumido a obra de preservar a fé da família e a mantê-la unida.

 

E agora? O que fazer para resgatar a integridade da família, dos filhos? Dos que vivem sob nosso teto?  A primeira atitude é andarem juntos, orarem juntos, se respeitarem e buscarem juntos ser o mais presente possível na vida de cada um.

 

Atitudes a serem tomadas pelos pais.

 

Procure estudos e assuntos que eles gostem e que identifiquem o salvador ou as suas obras. Ou seja, tente faze-los se interessar pelas histórias da Bíblia.

 

Criem o costume de orarem, separados ou juntos, mas planeje um momento onde eles se habituem a se reunir para ouvir algum trecho bíblico e orarem.

Não vai ser fácil, mas não desista, sempre continuar tentando

 

Crie o habito neles de pedir a benção ou a oração por causas difíceis ou mesmo assuntos corriqueiros do dia a dia mas que requer alguma decisão. Isto leva a um respeito mútuo.  Lembre-se que abençoar e pedir bênção sobre a família era algo que estava arraigado na família do povo de Deus e pode ser praticado nos dias de hoje.

Mantenha um diálogo família livre e aberto para que seus filhos e os que convivem com você tenham a certeza de que podem conversar em família e levantar o que está faltando para melhorar o relacionamento e a espiritualidade. Isto fará com que outros assuntos mesmo que não se relacionem com a espiritualidade sejam gradativamente inseridos normalmente nesta relação de compartilhamento. Lembre-se que a família tem que ter momentos de privacidade.

 

Criem programas que possam tirar você de casa, da TV, do isolamento. As pessoas passam mais tempo sozinhas mesmo em companhia de seus familiares, porque se isolam com seus smartphones, tabletes, tv…

 

De tarefas bíblicas para os jovens ou mesmo promovam brincadeiras que estimulem o conhecimento bíblico e que possam reunir pessoas de todas as idades.

 

Pais, por favor, mostrem que se amam. Isto traz confiança na família e faz com que a atmosfera seja mais branda.

 

Elejam o altar da família. Abraão, Isaque, Jacó, Moises e muitos outros tinham o seu momento e lugar de orar dentro de casa. O altar da família que digo não é um espaço com velas, ídolos, flores, vasos ou outra coisa que possa ser colocado como adereço, mas um lugar em que vocês possam se reunir, um conceito. O altar da família se forma quando vocês se unem para estudar e orarem.

 

Você não mudará a Igreja, se sua casa não for mudada, você não dirigirá sua comunidade se você não conseguir ter influência sobre aqueles que Deus colocou sob sua guarda.

 

Não existe verdade absoluta sobre a família, porque ela está sendo constantemente atacada, e requer um aprendizado diário e que só a comunhão com Deus pode nos dar o suporte necessário.

 

Por isto que a família é a última trincheira …

 

Porque estamos em guerra. Guerra contra um inimigo poderoso.

 

Mas que já está derrotado. Por Cristo Jesus

 

E o que temos que fazer é tentar, tentar sempre, Vigiando e orando.

 

Se uma família se fortalece, logo ajudará a outra, e assim por diante seremos um feixe tão forte, que o inimigo não poderá quebrar.

 

 

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