sabado – As Profecias https://asprofecias.com.br Sat, 04 Apr 2020 07:25:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://asprofecias.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cropped-icone-512pi-1-32x32.jpg sabado – As Profecias https://asprofecias.com.br 32 32 Quem mudou o mandamento do sábado para o Domingo? https://asprofecias.com.br/quem-mudou-o-mandamento-do-sabado-para-a-guarda-do-domingo/ Sat, 29 Feb 2020 00:14:34 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=895 Pr Fernando Iglesias

O mundo cristão tem observado dois dias diferentes. De um lado, a maioria dos cristãos observa com sinceridade o domingo, o primeiro dia da semana, acreditando que é um memorial da ressurreição de Cristo. De outro lado, um grupo de cristãos, igualmente sinceros, crêem que a Bíblia honra apenas o sétimo dia como o sábado do Senhor. Bem, então em algum momento da história alguém fez a mudança do dia de guarda.

Como isto aconteceu?

Quem mudou o descanso do sábado, o sétimo dia da semana, para o domingo, o primeiro dia da semana? Será que Deus, Cristo, ou talvez os apóstolos fizeram essa mudança? Será que a Bíblia autoriza essa mudança?

1- Quando Deus deu os Dez Mandamentos a Seu povo, Ele também deixou claro que nenhum ser humano deveria mudar suas ordens.

“NADA ACRESCENTEM às palavras que eu lhes ordeno e delas NADA RETIREM, mas obedeçam aos mandamentos do Senhor, o Seu Deus, que eu lhes ordeno”. Deuteronômio 4:2

2- O próprio Deus prometeu não alterar Seus mandamentos:

“NÃO violarei a minha aliança NEM MODIFICAREI AS PROMESSAS DOS MEUS LÁBIOS”. Salmo 89:34

“Porque eu, o SENHOR, NÃO MUDO…” Malaquias 3:6

“Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem NÃO PODE EXISTIR VARIAÇÃO OU SOMBRA DE MUDANÇA”. Tiago 1:17

3- Jesus não mudou o sábado nem anulou. Ele o confirmou em sua vida e até declarou:

“Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir. Digo-lhes a verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a menor letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra”. Mateus 5:17 e 18.

4- Os discípulos e apóstolos continuaram guardando o sábado

Tiago, o primeiro líder da igreja cristã primitiva, escreveu o seguinte sobre os Dez Mandamentos:

“Pois quem obedece a toda Lei, mas tropeça em apenas um ponto, torna-se culpado de todos. Pois aquele que disse: Não adulterarás, também disse: Não matarás”. Tiago 2:10, 11

5- Lucas, o médico e evangelista da igreja primitiva, relatou:

“No sábado, saímos da cidade e fomos para a beira do rio, onde esperávamos encontrar um lugar de oração.” Atos 16:13

6- No livro de Atos no Novo Testamento Lucas menciona 84 vezes que o sábado era observado pelos seguidores de Cristo, todos abrangendo um período de 14 anos depois da ressurreição de Jesus:

– 2 sábados em Antioquia (Atos 13:14, 42, 44);

– 1 em Filipos (Atos 16:13);

– 3 em Tessalônica (Atos 17:2, 3);

– 78 sábados em Corinto (Atos 18:4, 11).

7- João, o último dos doze apóstolos a morrer, guardou o sábado. Ele escreveu:

“No dia do Senhor achei-me no Espírito”. Apocalipse 1:10

8- De acordo com Jesus, o dia do Senhor é o sábado:

“Pois o Filho do Homem é Senhor do sábado”. Mateus 12:8

ENTÃO, DE ONDE VEIO O DOMINGO?

Na Bíblia o primeiro dia da semana nunca é chamado de domingo! Nem é chamado de dia santo, nem existe qualquer indicação de que deveria ser separado como um dia de adoração. Só existem oito textos nas Escrituras que falam do primeiro dia da semana; Se na Bíblia existe alguma ordem ou permissão para a troca do sétimo para o primeiro dia da semana, tem que estar nestes oito textos. Vamos fazer um exame crítico dos oito textos que mencionam o primeiro dia da semana e ver se existe uma autorização Bíblica para a mudança?

1º – Mateus 28:1. “E, no fim do Sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.”

Você achou que aqui existe alguma coisa indicando que Deus mudou o dia de adoração do sábado para o domingo? Está claro que não!

Este texto foi escrito no ano 62 d.C., 31 anos depois da ressurreição de Jesus. Ele só descreve que Maria Madalena e Maria a Mãe de Jesus, estão esperando terminar o sábado de descanso para irem ver o corpo de Jesus. Ao contrário este é mais um texto que prova que, após a morte de Jesus, o dia que se guardava era o Sábado.

2º – Marcos 16:2. “E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do Sol.”
No verso 1, fala que elas esperaram passar o Sábado. Este texto também foi escrito 31 anos após a morte de Jesus, em Mar. 2:28, Marcos menciona que o Sábado é o Dia do Senhor e desconhece completamente o domingo.


3º – Marcos 16:9. “E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena…”

Este texto também foi escrito 31 anos após a ressurreição de Jesus. Também não fala nada sobre guardar o domingo. Dá pra notar, que Jesus teve todo o cuidado de não violar o sábado nem na sua morte. Seus trabalhos de criação e redenção foram realizados honrando o Sábado.


4º – Lucas 24:1. “E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado.”
Lucas escreveu isso no ano 64 D.C., 33 anos depois da ressurreição do Senhor,. Não vemos nada nem ninguém dizendo sobre guardar o domingo. Pelo contrário, Lucas faz questão de deixar claro no capítulo 23, no verso 56 seu conceito sobre o sábado.. . veja: “E voltando elas, no Sábado repousaram, conforme o mandamento.”


5º – João 20:1. “E no primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.”
Este texto foi escrito no ano 97 d.C., 66 anos depois de Jesus ressuscitar, e também não diz nada a favor do domingo.


6º – João 20:19. “Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e trancadas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus… e disse-lhes: Paz seja convosco.”
Este texto não fala nem sequer que os discípulos se reuniram para um culto. Pelo contrario, só estavam ali escondidos por causa do medo! Apenas isso!


7º – Atos 20:7. “E, no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo que havia de viajar no dia seguinte, falava com eles; e prolongou o discurso até à meia noite.”
Esta era à noite de sábado. Eles haviam passado o sábado todo, juntos, como era seu costume (Atos 17:2); e, ao terminar o dia, no pôr-do-Sol, e começar o primeiro dia (início da noite de Sábado), Paulo que teria de partir no dia seguinte, desejou usufruir da presença dos discípulos, e isso foi até à meia noite. Você notou que Paulo, evitou iniciar uma viagem no Sábado?

8º “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá ajuntando para que se não façam coletas quando eu for.” 1ª Coríntios 16:2.
• Paulo soube que os crentes de Jerusalém (Atos 11:28 e 29) estavam em grandes necessidades, e os discípulos decidiram socorrê-los.
Paulo então pediu aos irmãos que todas as semanas, em casa, e não na igreja, no primeiro dia da semana, fossem ajuntando alguma coisa; dinheiro, alimento, roupa, sandálias… Paulo estava organizando o trabalho de assistência social, apenas isso.

Bem, aqui foram os únicos oito versos da Bíblia onde aparece o primeiro dia da semana citado. Você achou que em alguns destes textos Deus mandou mudar o dia de guarda para o domingo? Achou que em algum deles há provas de que os discípulos guardavam o domingo?

Então voltamos à pergunta:

Quem mudou o dia de guarda, e quando isto aconteceu?

Bem logo depois que Jesus subiu ao céu, o cristianismo começou a ser perseguido terrivelmente! Os grandes e terríveis shows de crueldade no Coliseu são muito famosos. Eram espetáculos de morte!

Durante muitos anos os cristãos foram perseguidos até a morte. Morriam homens, mulheres e crianças. O problema para Roma, era que apesar de perseguir e matar muitos cristãos, eles não conseguiam matar o cristianismo! O sangue dos cristãos na terra era como semente que fazia com que aparecessem mais e mais cristãos!

Nenhum imperador Romano, por mais poderoso que tenha sido, conseguiu vencer o cristianismo pelo medo! A perseguição foi em vão!

Mas você conhece aquele velho ditado: Se você não pode com eles, então junte-se a eles!

Se alguém quer falsificar dinheiro, vai ter que tentar fazer um dinheiro muito parecido com o verdadeiro!

Assim, um imperador, muito esperto, decidiu que não iria mais lutar contra o cristianismo, ao contrário iria unir-se aos cristãos. Ele resolveu se declarar cristão, e agora fez com que o cristianismo passasse a ser a religião oficial do Estado. O nome deste imperador era Constantino. Só que Constantino era pagão, amava a outros deuses, guardava outro dia, a Bíblia para ele não valia nada!

NA sua disputa pelo poder contra seu oponente Magêncio.

Batalha da Ponte Mílvia ou Batalha da Ponte Mílvio (em latim: Pons Milvius; em italiano: Ponte Milvio) foi o último confronto travado no verão de 312, durante a Guerra Civil entre os imperadores romanos Constantino, o Grande (r. 306–337) e Magêncio (r. 306–312) próximo à ponte Mílvia, uma das várias sobre o rio Tibre, em Roma. Precisamente teria ocorrido em 28 de outubro. Constantino seria o vencedor da batalha e passaria desde então a trilhar o caminho que levou-o a extinguir a Tetrarquia vigente e tornar-se o governante único do Império Romano. Magêncio, por outro lado, morreria afogado no Tibre durante o combate.

Num claro intento de apagar a memória de Magêncio (damnatio memoriae), Constantino revogou sua legislação e deliberadamente apropriou-se dos projetos de construção realizados por ele, notadamente a Basílica de Magêncio e o Templo de Rômulo, que fora dedicado a seu filho Valério Rômulo. Constantino adotou uma postura de conciliação e não perseguiu os apoiantes de Magêncio que pertenciam ao senado; os senadores, por sua vez, concederam-lhe um título especial de “título do primeiro nome” e erigiram o arco triunfal que levaria seu nome. Além disso, ele desmantelou a guarda pretoriana e a cavalaria imperial e estabeleceu as escolas palatinas.

Segundo os cronistas do século IV Eusébio de Cesareia e Lactâncio, a batalha marcou o começo da conversão de Constantino ao Cristianismo. Eusébio de Cesareia relata que Constantino e seus soldados tiveram uma visão do Deus cristão prometendo-lhes a vitória caso eles exibissem o sinal do Qui-Rô, as duas primeiras letras do nome de Cristo em grego, em seus escudos. O Arco de Constantino, erigido para celebrar esta vitória, atribui em seus relevos e inscrições à intervenção divina.

Assim, Constantino parou com a perseguição, e o que muitos pensaram que era uma bênção, foi uma maldição! Isto porque Constantino começou a introduzir dentro do cristianismo as coisas nas quais ele acreditava! Aos poucos ele foi fabricando um cristianismo que era a sua própria cara!

Constantino, que adorava a ídolos, era mitraista ou seja , adorava o Sol e introduziu dentro do cristianismo a adoração de imagens. E depois que o Novo Testamento já tinha sido completado e que todos os apóstolos já tinham morrido, no dia 7 de março de 321 AD, Constantino o Grande promulgou a primeira lei civil acerca do domingo, ordenando que todas as pessoas do império romano, exceto os fazendeiros, deveriam descansar no domingo.

Foi o primeiro Decreto Dominical. De 07/03/321, e dizia o seguinte:

“Devem os magistrado e as pessoas residentes nas cidades repousar, e todas as oficinas serem fechadas no venerável dia do Sol…[1]”

QUEM ASSUMIU A MUDANÇA?

Quem oficialmente ASSUMIU A MUDANÇA do dia de descanso do sétimo dia para o primeiro dia da semana foi a Igreja Católica.

Um catecismo da Igreja Católica Romana, de Peter Geiermann diz:

“Pergunta: Qual é o dia de descanso?

Resposta:O sábado é o dia de descanso.

Pergunta: Por que guardamos o domingo e não o sábado?

Resposta: Guardamos o domingo ao invés do sábado porque a Igreja Católica… transferiu a solenidade do sábado para o domingo”. [2]

O profeta Daniel manda um aviso a toda a humanidade. Ele diz que haveriam poderes na terra mudando a Lei de Deus!

DANIEL 7:25 “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará m mudar os tempos e a lei;”

E assim o dia que era contado de por do sol a por do sol, conforme Levíticos 23:32 “Sábado de descanso solene vos será; de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado” passou a ser contado de meia a meia noite, e o mandamento “Lembra-te do dia de sábado para o santificar” passou para o “guardar domingos e festas…”

Mas Paulo, o grande missionário e personagem principal da nossa série, que estabeleceu várias igrejas, ungiu diversos presbíteros e diáconos, empossou líderes na igreja, Ele fez tudo isso, mas nunca falou ou fez nada que apoiasse a mudança do sábado para o domingo. Pelo contrário, em Éfeso e Corinto guardou e pregou em 194 Sábados, durante três anos e nove meses.

Só no Novo Testamento há 59 referências ao Sábado. Lucas, escreveu sobre os Atos dos Apóstolos, especialmente os de Paulo, ele também não falou nada da mudança do Sábado para o domingo. Bem se Paulo não falou em nenhuma oportunidade que o domingo ocupou o lugar do Sábado, é porque ele não pensava assim.

ISTO É PARA VOCÊ PENSAR – Depois da ressurreição, Cristo passou 40 dias instruindo Seus discípulos sobre o estabelecimento de Sua igreja e, no entanto, não disse que o Sábado foi transferido para o domingo por causa de Sua ressurreição. Se realmente o Sábado tivesse sido abolido, você não acha que Jesus diria abertamente?
Ao contrário, preste atenção no que Cristo disse ao ver de uma maneira profética a destruição de Jerusalém, que aconteceria ainda uns 40 anos depois de Ele subir ao céu:
Mateus 24: 20 “…Orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no Sábado.”

Jesus disse isso porque para fugir no inverno é muito mais difícil e no sábado é dia de adorar e não de viajar.

E você sabe que dia Jerusalém foi destruída? Numa quarta-feira.

AGORA, PRESTE BASTANTE ATENÇÃO EM DECLARAÇÕES DE DIVERSAS RELIGIÕES A RESPEITO DO SÁBADO E DA LEI DE DEUS.

CONGREGACIONALISTAS: “Não existe na Bíblia mandamento que requeira de nós a observância do primeiro dia da semana como sendo o Sábado cristão.” – Mode and Subjects of Baptism, por Fowler.

METODISTAS: “É certo não haver mandamento para o batismo infantil… Tampouco o há para santificar o primeiro dia da semana.” – Theological Compend (1902), Rev. Amós Binneyas, 180 e 181.

LUTERANOS: “A observância do domingo não se baseia em nenhum mandamento de Deus, mas sim na autoridade da igreja.” – Augsburg Confession of Faith citado em Cox’s Sabbath Manual, pág. 287.

PRESBITERIANOS: “Deus instituiu o Sábado na criação do mundo separando para este fim o sétimo dia, e impôs sua observância como obrigação universal, moral e perpétua.” – Dr. Archibaldo A. Hodge, da Comissão Presbiteriana de Publicidade.

PENTECOSTAIS: “A Bíblia nos mostra a sagrada Lei de Deus: ‘faça isto’, ‘não farás!’. ÊXODO CAPITULO 20. E essa Lei deveria ser observada, cumprida rigorosamente… – Lições Bíblicas, 7-12/1966, Dir. Respons. Pastor Emílio Conde, pág. 12.

BATISTAS: “Cremos que a Lei de Deus é a base ETERNA E IMUTÁVEL do Seu governo moral (Rom. 3: 31. Mat. 5: 17. Luc. 16:17. Rom. 3:20); que essa Lei é santa, justa e boa (Rom. 7: 12. Sal. 119);… que um dos principais objetivos do evangelho é o de libertar os homens do pecado e restaurá-los em Cristo a uma obediência sincera dessa santa lei, …(Rom. 8:2-4. Heb. 8: 10. Heb. 12.22-25).” – Manual das Igrejas Batista, por Willian Carey Taylor, 4a. Edição, 1949, pág. 178, Artigo XII – Casa Publicadora Batista.

MÓRMONS – “Há aqueles que gostariam de destruir o DECÁLOGO, OU OS DEZ MANDAMENTOS… Tais mandamentos não foram ab-rogados, nem anulados e estão em vigor hoje da mesma forma como estiveram quando pronunciados em meio aos trovões no Monte Sinai, embora não sejam observados.” – Joseph Fielding Smith, The Heed to Yourselves, pág. 133.

CATÓLICOS – “Nós, católicos romanos, guardamos o domingo, em lembrança da ressurreição de Cristo, e por ordem do chefe de nossa igreja…” – Pe. Júlio Maria, em Ataques Protestantes, p. 81.

E então? O que você acha? Estava aí sua religião?

Se sua religião acredita nisto, o que você está fazendo? O que você irá fazer?

Mas pense bem: A palavra de Deus não seria o suficiente para que você obedecesse?

O SÁBADO HOJE É O MESMO SETIMO DIA DA SEMANA DESDE O ÉDEN?

Podemos afirmar sem qualquer medo de errar que a semana de sete dias ficou inalterada desde a primeira semana no Éden?

De Adão (Gênesis 2:1 a 3) a Moisés não mudou (Êxodo 20:8 a 11) 2.500 Anos

De Moisés a Jesus não mudou (Lucas 4:16) 1.500 Anos

De Jesus até Hoje também não mudou, o ciclo semanal junca foi alterado! 2000 anos, total mais de 6000 anos.

Veja mais uma coisa intrigante:

Você sabia que não existe nada na natureza que determine um ciclo semanal de sete dias? E o mais incrível é que a semana de 7 dias é aceita em TODO O MUNDO e desde A ANTIGUIDADE?

Ninguém neste mundo poderia dizer que isto aconteceu por acaso. Mesmo os paises que não acreditam na Bíblia e no relato de Moisés no Gênesis.

Se você tem dúvida sobre o que estou dizendo, então veja o que a Enciclopédia Britânica diz:

A semana é um período de sete dias , não possuindo nenhuma relação com os movimentos celestes, mas foi ela empregada desde os tempos mais remotos, até sem registro a não ser na memória, em quase todos os países do Oriente…aqueles que rejeitam a narrativa mosaica se sentirão embaraçados, ao atribuir-lhe a origem a probablilidade” 11ª Edição, vol IV, pág. 988, art “Calendário”

Isto faz sentido porque o dia é determinado pela rotação da terra em torno do seu próprio eixo ( aproximadamente 24 horas)

O mês é determinado pela trajetória da Lua em torno da terra (aproximadamente 30 dias)

O ano é determinado pelo tempo que a terra gasta para dar a volta em torno do Sol (Aproximadamente 365 dias)

Mas e a Semana? Qual é o acontecimento da natureza que determina o ciclo semanal? De onde nações que não tem Bíblia, ou cristãos tiraram a idéia de contar a semana em 7 dias?

O que você achou disto?

SE você ficou pasmo, veja estas últimas declarações:

1- “Uma das mais notáveis confirmações, paralela a narrativa mosaica da criação, é aceitação geral da divisão do tempo em semanas, aceitação esta que vai desde os estados cristãos da Europa ás remotas praias do Hindustão, e prevaleceu igualmente entre os hebreus, egípcios, chineses, gregos, romanos, e bárbaros do norte, algumas destas nações tiveram pouca ou nenhuma relação com outras, e que jamais os hebreus conhecerão pelo nome.” THOMAS HARTWELL HORNE, Introduction to theCritical Study and Knowlege of the Holy Scriptures – Edição de 1825, vol.I pag. 183

2- ” A divisão do tempo em semanas não só não é natural, mas é em certo sentido antinatural visto que sete não é uma divisão exata, quer do mês quer do ano. Entre os sábios do Egito, os sábios Indianos, os Árabes, os Assírios…, entre as tribos adoradoras dos espíritos maus da África, entre os índios do continente americano. Que outra teoria poderia se explicar a não ser a suposição da instituição divina de um sábado no surgimento da raça humana? “

Folheto Presbiteriano número 271 – Bounds Tracts, Vol. XII pg 5 e 7

Eu acho que a grande pergunta é: O que você faz com a verdade quando você a encontra? Se o que você queria eram provas bíblicas, históricas. Se você só precisava que alguém lhe mostrasse evidências, então elas estão todas aí! Em seis programas procurei deixar bem claro o assunto.

Tenho certeza que a palavra de Deus não deixa sombra de dúvidas!

Agora, a única pergunta que ainda fica no ar é: O QUE VOCÊ VAI FAZER COM A VERDADE?

Infelizmente esta é uma pergunta que nem eu nem Deus podemos responder.

Cada um é dono da sua liberdade de escolha. Deus nos fez assim!

Muito mais do que provas, do que uma obrigação de cumprir algo estabelecido por Deus, o que a gente vê em todos os programas é a grande preocupação que Deus tem conosco. O seu amor em tentar nos proteger num mundo cheio de stress e depressão. O que nós vemos acima de tudo é um Deus tão amoroso, que para tudo e proporciona para nós 24 horas DE DESCANSO!


Quero terminar falando a maior de todas as verdades aqui ditas em toda esta série: Se ao aprender tudo isto sobre o sábado, você pensar que deve guardar o sábado para se salvar, eu terei falhado completamente em meu papel de mensageiro!

Nunca se esqueça de que somos salvos unicamente pela graça! Nunca por obras da lei!

Mas , se você entendeu que ser salvo por Jesus é tão maravilhoso que eu, ao ser transformado por Ele, passo a desejar fazer a vontade dele, então você está no caminho certo! Que tal orarmos juntos ao Senhor pra ele abrir a nossa mente, o nosso coração e ilumine o caminho por onde devemos passar?

Está Escrito: Nem só de pão viverá o homem mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Mateus 4:4

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Papa usa o mandamento do sábado para ensinar fiéis a guardar o domingo! https://asprofecias.com.br/papa-usa-o-mandamento-do-sabado-para-ensinar-fieis-a-guardar-o-domingo/ Sat, 25 Jan 2020 21:32:39 +0000 https://asprofecias.com.br/?p=886 Papa Francisco chama os fieis para quardarem o Domingo como se guarda o mandamento do sábado! è interessante esta colocação pois demosntra o conhecimento dos madamentos e prepara a sua igreja para uma nova maneira de se reverenciar o domingo. Neste artigo quero mostrar o que o papado esta fazendo para preparar o caminho para um edito que terá a aprovação da grande maioria dos Cristãos

Em outro artigo, Um Atentado a Liberdade, apresento este tema com mais profundidade e aconselho um estudo completo sobre este assunto, pois certamente a decisão que teremos que tomar quanto a obediencia do mandamento, como Deus o passou, ou se iremos acomodar a situação aceitando a guarda de um dia não determinado por nosso Deus irá determinar se iremos ou não para eternidade.

Estou colocando abaixo o sermão pregado

Papa: Domingo é dia de fazer as pazes com a vida

Em sua catequese na Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa Francisco falou sobre “o dia do repouso” para os cristãos: “Tanta gente, tanta, que tem a possibilidade de divertir-se, e não vivem em paz com a vida. Domingo é dia de fazer as pazes com a vida, dizendo, a vida é preciosa! Não é fácil, às vezes é doloroso, mas é preciosa”.

Jackson erpen – Cidade do Vaticano

O verdadeiro sentido do repouso. Dando continuidade a sua série de catequeses sobre o Decálogo, o Papa falou nesta quarta-feira aos mais de 13 mil fiéis presentes na Praça São Pedro sobre o repouso como “momento de contemplação e louvor”, “é a bênção da realidade”. Francisco recordou ainda a necessidade de nos reconciliarmos com nossa própria história, pois a verdadeira paz, não é mudá-la, mas dar as boas-vindas e valorizá-la.”

“O dia do repouso” de que fala o Livro do Êxodo “parece um mandamento fácil de ser cumprido – observa – mas é uma impressão errada”, pois “existe o repouso falso e o repouso verdadeiro. Como reconhecê-los?”, pergunta o Papa.

“A sociedade de hoje está sedenta por entretenimento e férias. A indústria da distração – escutem bem, a indústria da distração – é muito florescente e a publicidade desenha o mundo ideal como um grande parque de diversões onde todos se divertem. O conceito de vida dominante hoje não tem o centro de gravidade em atividade e compromisso, mas na evasão. Ganhar dinheiro para divertir-se, satisfazer-se. A imagem-modelo é a de uma pessoa de sucesso que pode permitir-se amplos e diversos espaços de prazer”.

Divertimento que não é repouso

“Mas essa mentalidade – chama a atenção o Santo Padre –  desliza para a insatisfação de uma existência anestesiada pelo divertimento que não é repouso, mas alienação e fuga da realidade. O homem nunca repousou tanto quanto hoje, e ao mesmo tempo o homem nunca experimentou tanto vazio como hoje! As possibilidades de divertir-se, sair, cruzeiros, viagens. Tanta coisa…não te dão a plenitude do coração, mais ainda, não te dão repouso.”LEIA TAMBÉM05/09/2018

Audiência Geral de 5 de setembro de 2018

Neste sentido, as palavras dos Decálogo lançam uma luz sobre o que é o repouso. “O mandamento – explica o Papa – tem um elemento peculiar: fornece uma motivação. O repouso no nome do Senhor tem um motivo preciso”. Depois de ter trabalhado por seis dias, no sétimo repousou, “por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o consagrou”.

Dia da contemplação e da bênção

Ou seja, no sétimo dia, “inicia o dia do repouso, que é a alegria de Deus por aquilo que criou. É o dia da contemplação e da bênção”. Assim, o repouso segundo este mandamento é “o momento da contemplação, do louvor, não da evasão. É o tempo para olhar a realidade e dizer: como é bela a vida!”. Assim, “ao repouso como fuga da realidade, o Decálogo opõe o repouso como bênção da realidade”:

“Para nós, cristãos, o centro do Dia do Senhor, o domingo, é a Eucaristia, que significa “ação de graças”. É o dia para dizer a Deus: obrigado, obrigado Senhor, obrigado pela vida, pela sua misericórdia, por todos os seus dons. O domingo não é o dia para esquecer os outros dias, mas para recordá-los, abençoá-los e fazer as pazes com a vida, fazer as pazes com a vida. Tantas pessoas, tantas, que têm a possibilidade de divertir-se, e não vivem em paz com a vida. Domingo é dia de fazer as pazes com a vida dizendo: a vida é preciosa! Não é fácil, às vezes é doloroso, mas é preciosa”.

Reconciliar-se com a própria história

Ser introduzido no repouso autêntico é uma obra de Deus em nós, afirma o Papa,  mas exige que nos afastemos da maldição e do seu encanto. Inclinando o coração para a infelicidade, de fato, enfatizar as razões do descontentamento é muito fácil. Bênção e alegria implicam uma abertura para o bem que é um movimento adulto do coração. O bem é afável e nunca se impõe. Deve ser escolhido:

“A paz se escolhe, não pode ser imposta e não pode ser encontrada por acaso. Afastando-se das dobras amargas de seu coração, o homem tem necessidade de fazer as pazes com aquilo de que ele foge. É necessário reconciliar-se com a própria história, com fatos que não se aceitam, com as partes difíceis da existência. A verdadeira paz, de fato, não é mudar a própria história, mas dar as boas-vindas e valorizá-la, assim como aconteceu.”

O Pontífice recorda que muitas vezes encontramos cristãos doentes e que nos consolam “com uma serenidade que não é encontrada nos alegres e hedonistas”.

Da mesma forma, “vimos pessoas humildes e pobres alegrarem-se por pequenas graças, com uma felicidade que sabia de eternidade”.

A vida torna-se bela quando começamos a pensar bem dela

Maria fez a escolha pela vida, que tornou-se o seu “fiat”, “uma abertura ao Espírito Santo que nos coloca nas pegadas de Cristo, Aquele que se entrega ao Pai no momento mais dramático e assim segue o caminho que leva à ressurreição.

A vida se torna bela – disse o Papa ao concluir – “quando se começa a pensar bem dela, seja qual for a nossa história (…) quando o coração está aberto à Providência e o que o Salmo diz é verdade: “Somente em Deus repousa a minha alma”.

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O DECRETO DO IMPERADOR CONSTANTINO https://asprofecias.com.br/o-decreto-do-imperador-constantino/ Sat, 03 Nov 2012 21:08:27 +0000 http://profeciadoarmagedom.wordpress.com/?p=140  Ninguém nega que no dia 7 de março de 321, o imperador Constantino promulgou uma lei que assim reza:

“Que todos os juízes, e todos os habitantes da cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol. Não obstante, atentam os lavradores com plena liberdade ao cultivo dos campos; visto acontecer a miúdo que nenhum outro dia é tão adequado à semeadura do grão ou ao plantio da vinha; daí o não se dever deixar passar o tempo favorável concedido pelo Céu.” – Codex Justinianus, lib. 13 it. 12, par. 2 (3).

Este acontecimento influiu decisivamente para transformar o “festival da ressurreição” num autêntico “dia de guarda” no império romano.

Muitos, visando fazer confusão, procuram dar sentido tendencioso ao histórico decreto, ao mesmo tempo que propalam ser ensino nosso que a instituição dominical fora criada pelo imperador. Nada mais falso. Equivocam-se grandemente os que afirmam ser ensino adventista que o domingo foi instituído por Constantino e por um determinado papa. Jamais ensinamos que Constantino fosse o autor do domingo, mas sim que, na esfera civil, deu o passo para que se tornasse dia de guarda, promulgando a primeira lei nesse sentido, coroando assim a gradual implantação do domingo na igreja e no mundo.

Contudo, dizer que muito antes de Constantino os cristãos guardavam o domingo é afirmação temerária, destituída de veracidade histórica. Os testemunhos que citam nada provam em favor da observância já estabelecida do primeiro dia da semana como dia de culto cristão. Não merecem inteira fé, por serem duvidosos, falíveis e incongruentes. Não invocam seguer um testemunho bíblico ou histórico exato, incontraditável, irrecorrível. Não podem fazê-lo. O máximo que se poderia afirmar é que, antes de Constantino, boa parte dos cristãos, já em plena fermentação da apostasia gradual, reuniam-se de manhã no primeiro dia da semana, para o “festival da ressurreição”, e depois voltavam aos trabalhos costumeiros. Nada de guarda, observância ou santificação do dia. Isso ninguém jamais provará.

Por isso citam o edito dominical de Constantino. Citam-no para dar-lhe uma interpretação distorcida, às avessas. Inventam que o edito destinava-se a favorecer os cristãos. Não se dirigiam aos pagãos. Concordamos que o imperador tinha em mira agradar aos cristãos de seus dias, porém para conciliá-los com a observância do dia do Sol, que os pagãos observavam. Mero jogo político.

Confusões e Contradições

Afirmam: “Era um edito para favorecer particularmente os cristãos…” – Vamos analisar esta afirmativa. Notemos o seguinte: se a observância dominical, pelos cristãos, já era fato líquido e certo, não careciam eles de leis seculares para os favorecer. E prossegue: “[o edito] não foi feito para agradar os pagãos”. – Não foi mesmo porquanto os pagãos não precisam de leis que lhes ordenassem guardar o “dia do Sol”, considerando que o mitraísmo era religião dominante no Império, sendo o próprio Constantino mitraísta. Diz a história que ele era adorador do Sol que se “converteu” ao cristianismo. Isso lança luz nas verdadeiras intenções do edito.

Mas agora surge a confissão interessante: “O edito era dirigido aos pagãos e por isso empregou-se a expressão dia do Sol em vez de dia do Senhor.” (Digamos, entre parênteses, que há aqui um equívoco, pois o edito era dirigido a todos, moradores das cidades e dos campos indiscriminadamente. Os pagãos sem dúvida, constituíam a imensa maioria). Voltaríamos a insistir:

  • Por que empregou Constantino a expressão “dia do Sol”?

A resposta será dada pelos nossos acusadores: Dizem: “Está provado, por homens abalizados, que esses [os pagãos] jamais guardaram esse dia [o primeiro dia da semana].” Os oponentes afirmam candidamente que os pagãos jamais em tempo algum observaram o primeiro dia da semana. Prestaram os leitores atenção? Pois bem. Leiam agora esta outra declaração na mesma página e no mesmo parágrafo, a respeito do edito de Constantino: “Era dirigido aos pagãos” por isso Constantino “usou a expressão dia do Sol para que pudessem [eles, os pagãos] compreendê-lo bem.” Aí esta a confirmação. E insistimos:

  • Por que os pagãos compreenderiam bem a expressão “dia      do Sol” em vez de “dia do Senhor”? Por quê? Insistimos, por      quê? A resposta é uma só:

Porque guardavam o dia do Sol. Era o dia de guarda do mitraísmo, religião professada pelo próprio Constantino. Por essa contradição se pode ver a insegurança dos que sustentam a guarda do primeiro dia da semana.

A. T. Jones, assevera que “a primeira lei feita sobre o domingo, foi feita a pedido da igreja.” E cremos que o foi realmente, mas a pedido… de qual igreja? A pedido da igreja semi-apostatada, igreja que já levava inovações do paganismo, igreja conluiada com o Estado, igreja já desfigurada, que então usava velas, altares, praticava o monasticismo, borrifava água benta, impunha penitência, o sinal da cruz, e até ordens sacerdotais. Esta a igreja que solicitou o edito de Constantino. Esta a igreja que algumas décadas a seguir, num concílio, decretou a abstenção do trabalho no domingo e quis impedir a observância do sábado, no concílio de Laodicéia. Se A. T. Jones e os demais aceitam essa igreja como expressão do verdadeiro cristianismo, contentem-se. É direito dos senhores. Nós não aceitamos. Não nos conformamos, e continuamos a insistir na tese da origem pagã da observância dominical. Temos a História a nosso favor. Temos os fatos que depõem em abono de nossa mensagem. A verdade não precisa de notas forçadas para sobreviver. Impõe-se por si.

E agora, a nuvem de testemunhas. O nosso ponto de vista vai ser confirmado exuberantemente, por depoimentos da mais alta idoneidade. Vejamos o que dizem os eruditos, os enciclopedistas e os historiadores: Ei-los:

O mais antigo reconhecimento da observância do domingo, como um dever legal, é uma constituição de Constantino em 321 d.C., decretando que todos os tribunais de justiça, habitantes das cidades e oficiais deviam repousar no domingo (venerabili die Solis), com uma exceção em favor dos que se ocupam do trabalho agrícola.” – Enciclopédia Britânica, art. “Sunday.”

Note-se a expressão “mais antigo reconhecimento”, que prova não ser então líquida e certa a observância dominical. Antes disso não o era certamente.

“Constantino, o Grande, baixou uma lei para todo o império (321 d.C.) para que o domingo fosse guardado como dia de repouso em todas as cidades e vilas; mas permitia que o povo do campo seguisse seu trabalho.” – Enciclopédia Americana, art. “Sabbath.”

Esse primeiro dia era o “dia solar” dos pagãos, que já o guardavam. Pelo decreto, o dia devia ser por todos (inclusive os cristãos) “guardado como dia de repouso” em todas as cidades e vilas. Muito claro.

Inquestionavelmente, a primeira lei, tanto eclesiástica como civil, pela qual a observância sabática daquele dia se sabe ter sido ordenada, é o edito de Constantino em 321 d. C.” – Chamber, Enciclopédia, art. “Sabbath.”

Notemos que Chamber diz ser a lei também eclesiástica. Por quê? Devido à fusão com o cristianismo, à influência religiosa, e à habilidade de estadista que quer agradar a gregos e troianos. Dessa forma o incipiente “festival da ressurreição” das manhãs do primeiro dia da semana se fundiria com o dia solar do pagão do mitraísmo, e não haveria descontentes. Constantino atingiu seus objetivos.

A influência da igreja semi-apostada na elaboração do decreto é evidente. Eusébio, contemporâneo, amigo e apologista de Constantino escreveu: “Todas as coisas que era dever fazer no sábado, estas nós as transferimos para o dia do Senhor.” – Eusébio, Commentary on the Psalms.

Essa expressão “nós transferimos…” é sintomática, e prova que esse dia de guarda é invenção humana, puramente humana, de procedência pagã, de um paganismo já unida com o cristianismo desfigurado da época.

Os cristãos trocaram o sábado pelo domingo. Constantino, em 321, determinou a observância rigorosa do  descanso dominical, exceto para os trabalhos agrícolas… Em 425 proibiram-se as representações teatrais [nesse dia] e no século VIII aplicaram-se ao domingo
todas as proibições do sábado judaico.” – Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, art. “Domingo.”

O grande historiador Cardeal Gibbon, com sua incontestada autoridade assevera o seguinte: “O Sol era festejado universalmente como o invencível guia e protetor de Constantino. … Constantino averbou de Dies Solis (dia do Sol) o ‘dia do Senhor’ – um nome que não podia ofender os ouvidos de seus súditos pagãos.” – The History of the Decline and Fall of the Roman Empire, cap. 20 §§ 2.º, 3.º
(Vol. 2, págs. 429 e 430).

Ainda sobre o significado do célebre edito diz-nos o insuspeito Pastor Ellicott: “Para se entender plenamente as provisões deste edito, deve-se tomar em consideração a atitude peculiar de Constantino. Ele não se achava livre de todo o vestígio da superstição pagã. É fora de dúvida que, antes de sua conversão, se havia devotado especialmente ao culto de Apolo, o deus-Sol… O problema que surgiu diante dele era legislar em favor da nova fé, de tal modo a não parecer totalmente incoerente com suas práticas antigas, e não entrar em conflito com o preconceito de seus súditos pagãos. Estes fatos explicam as particularidades deste decreto. Ele denomina o dia santo, não de dia do Senhor, mas de “dia do Sol” – a designação pagã, e assim já o identifica com o seu antigo culto a Apolo.” – Pastor George Ellicott, The Abiding Sabbath, pág. 1884.

Se isto não basta, temos ainda o insuspeito Dr. Talbot. Só citamos autores não adventistas. Ei-lo:

“O imperador Constantino, antes de sua conversão, reverenciava todos os deuses (pagãos) como tendo poderes misteriosos, especialmente Apolo, o deus do Sol, ao qual, no ano 308, ele [Constantino] conferiu dádivas riquíssimas; e quando se tornou monoteísta, o deus a qual adorava era – segundo nos informa Uhlhorn – antes o “Sol inconquistável” e não o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. E na verdade quando ele impôs a observância do dia do Senhor (domingo) não o fez sob o nome de sabbatum ou dies domini, mas sob o título antigo, astrológico e pagão de Dies Solis, de modo que a lei era aplicável tanto aos adoradores de Apolo e Mitra como aos cristãos.” – Dr. Talbot W. Chamber, Old Testament Student, Janeiro de 1886.

Isto é confirmado por Stanley, que diz: “A conservação do antigo nome pagão de “Dies Solis” ou “Sunday” (dia do Sol) para a festa semanal cristã é, em grande parte, devida à união dos sentimentos pagão e cristão, pelo qual foi o primeiro dia da semana imposto por Constantino aos seus súditos – tanto pagãos como cristãos – como o “venerável dia do Sol”… Foi com esta maneira habilidosa que conseguiu harmonizar as religiões discordantes do império, unindo-as sob uma constituição comum.” – Deão Stanley, Lectures on The History on the Eastern Church, conferência n.º 6, pág. 184.

Comentada a chamada “conversão” de Constantino, escreve o erudito Bispo Arthur Cleveland Coxe: “Foi uma conversão política, e como tal foi aceita, e Constantino foi pagão até quase morrer. E quanto ao seu arrependimento final, abstenho-me de julgar.” – Elucidation 2, of “Tertullian Against Marcion,” book 4.

Comentando as cerimônias pagãs relacionadas com a dedicação de Constantinopla (cidade de Constantino), diz o autorizado Milman: “Numa parte da cidade se colocou a estátua de Pitian, noutra a divindade Smintia. Em outra parte, na trípode de Delfos, as três serpentes representando Piton. E sobre um alto triângulo, o famoso pilar de pórfiro, uma imagem na qual Constantino teve o atrevimento de misturar os atributos do Sol, com os de Cristo e de si mesmo… Seria o paganismo aproximando-se do cristianismo, ou o cristianismo degerando-se em paganismo? – History of Christianity, book 3, chap. 3.

Outro testemunho interessante é o de Eusébio: “Ele [Constantino] impôs a todos os súditos do império romano a observância do dia do Senhor como um dia de repouso, e também para que fosse honrado o dia que se segue ao sábado.” – Life of Constantine, book 4, chap. 18.

Uma fonte evangélica: “Quando os antigos pais da igreja falam do dia do Senhor, às vezes, talvez por comparação, eles o ligam ao sábado; porém jamais encontramos, anterior à conversão de Constantino, uma citação proibitória de qualquer trabalho ou ocupação no mencionado dia, e se houve alguma, em grande medida se tratava de coisas sem importância. … Depois de Constantino as coisas modificaram-se repentinamente. Entre os “cristãos, o “dia do Senhor” – o primeiro dia da semana – gradualmente tomou o lugar do sábado judaico.” – Smith’s Dictionary of the Bible, pág. 593[slideshow]

Lemos na North British Review, vol. 18, pág. 409, a seguinte declaração: “O dia era o mesmo de seus vizinhos pagãos e compatriotas; e o patriotismo de boa vontade uniu-se à conveniência de fazer desse dia, de uma vez, o dia do Senhor deles e seu dia de repouso…

Se a autoridade da igreja deve ser passada por alto pelos protestantes, não vem ao caso; porque a oportunidade e a conveniência
de ambos os lados
constituem seguramente um argumento bastante forte para mudança cerimonial, como do simples dia da semana para observância do repouso e santa convocação do sábado judaico.”

Um livro idôneo é Mysteries of Mithra, de Cumont. Nas páginas 167, 168 e 191 há valiosas informações confirmadas pela História e pela Arqueologia a respeito do mitraísmo. Poderíamos acrescentar dezenas de outros depoimentos, porém o espaço não o permite. Os citados, no entanto, provam à saciedade a tremenda influência do edito constantiniano em implantar definitivamente a guarda do primeiro dia da semana.

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